terça-feira, 22 de novembro de 2011

Das coisas boas da STVBrasil que pouca gente sabe

Entre as tantas coisas boas feitas pela STVBrasil - Sociedade Terra Viva em nosso estado estão conquistas importantes que pouca gente sabe, mais pelo cunho do trabalho voluntário da instituição e menos pelo interesse de marketing institucional.

Todavia, estando em Brasília e conversando com colegas que participam das comemorações da Semana da Mata Atlântica, fomos surpreendidos com a pergunta "Porque vocês não divulgam esses resultados?" Pergunta que nos chamou atenção e motiva este texto.

Esta semana, entre tantas outros resultados positivos conquistados pela STVBrasil - Sociedade Terra Viva em benefício das pessoas mais humildes, temos o caso de um cidadão, que por questões de ética chamaremos apenas de José, que há algum tempo nos procurou informando que alguém teria se utilizado de seus documentos para fazer compras em seu nome em várias lojas, deixando-lhe com vários débitos que sequer tinha conhecimento dos mesmos.

Pois bem, irmãs e irmãos leitores, a STVBrasil atendeu o senhor José e ajuizou ação no Juizado Especial para impedir que este cidadão fosse obrigado a pagar uma conta que não é sua e tivesse seu nome negativado junto aos órgãos de proteção ao crédito (SPC / SERASA). Primeiramente esclarecer que o apoio da STVBrasil garante ao senhor José o acesso gratuito a Justiça e também que esta semana a Justiça determinou que a empresa que estava lhe cobrando retirasse seu nome de qualquer cadastro negativo, impondo, inclusive, multa em dinheiro caso não limpe o nome do senhor José em curto prazo. Ou seja, o senhor José, que estava sem poder fazer compras no comércio em razão da negativação de seu nome, agora já poderá exercer seu direito de consumidor e comprar livremente onde bem entender.

Ressalte-se que o processo está em curso e que a empresa ainda poderá pagar indenização ao senhor José pelos danos morais que causou.

Como este caso existem tantos outros já resolvidos e em curso, apoiados pela STVBrasil.

Este é o nosso trabalho! Esta é a nossa luta!


Sociedade Terra Viva: 11 anos de luta em defesa dos direitos do nosso povo.
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STVBrasil participa da Semana da Mata Atlântica em Brasília

A STVBrasil - Sociedade Terra Viva participa das comemorações da Semana da Mata Atlântica, promovida pelo Ministério do Meio Ambiente, em Brasília - DF.


O evento acontece no Superior Tribunal de Justiça, tendo como tema "A Mata Atlântica no Ano Internacional das Florestas" e contando com a participação de governos, ONG, instituições internacionais e ativistas do Brasil e do mundo.


Neste momento profere palestra o Senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), Presidente da Comissão de Meio Ambiente do Senado Federal. Em sua fala o senador afirmou que nestas quarta e quinta-feira o Senado Federal estará aprovando boas propostas de alterações ao Código Florestal.
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domingo, 20 de novembro de 2011

Agradecimento

Por Perceval Carvalho

Os centenas de voluntários da STVBrasil - Sociedade Terra Viva e os seus milhares de usuários e usuárias agradecem o apoio da prefeita Norma Ferreira e de toda a Câmara dos vereadores de São José de Mipibu pela destinação dos dez mil reais (R$ 10.000,00) no orçamento municipal para as atividades da entidade no exercício 2012.

Para além do agradecimento puro e simples, os voluntários pedem que a senhora prefeita e os senhores vereadores e vereadoras mostrem que não são "fracos, medrosos e medíocres" (como afirmou alguém em momento de crise) e façam esse dinheiro chegar aos milhares de mipibuenses que precisam de ajuda e procuram os serviços da STVBrasil - Sociedade Terra Viva.

É preciso que os recursos que foram alocados no orçamento para apoio à outras entidades mipibuenses também cheguem as mesmas. Pois, são trabalhos voluntários importantes para a construção de um futuro melhor para nossa gente, nosso povo. Exemplos como das irmãs do Abrigo Anísia Pessoa precisam de investimento local significativo para que possam ter continuidade e qualidade. Isto sem falar de tantas outras instituições que trabalham em nossa cidade e promovem a melhoria da qualidade de vida da população, principalmente as pessoas mais humildes.

Tentar demonizar trabalhos de tão relevante importância e jogar na vala comum histórias e exemplos dignos de vida é, no mínimo, um atentado contra os princípios da família mipibuense e a própria história desse povo. Quem assim age não é digno de nosso respeito.

Somos todos um só povo! O povo mipibuense. Com nossas virtudes e fraquezas. Somos o resultado de nossas ações e palavras, nossos gestos.

"Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim." (Chico Xavier)

APÓS DENÚNCIA DO MIPIBUENSE PREFEITA MANDA TAPAR BURACOS DA ENTRADA DE SÃO JOSÉ DE MIPIBU

Após receber a denúncia publicada aqui nO Mipibuense, há alguns dias, a prefeita tomou chá de vergonha e mandou sua e-quipe tapar os buracos histórica e estrategicamente localizados na entrada de São José de Mipibu, no cruzamento da Rua João Tibúrcio com BR 101.


Parabéns prefeita, pela iniciativa. Agora, aceite uma sugestão e mande fazer o capeamento asfáltico. Caso contrário as primeiras chuvas que São Pedro enviar vai ressuscitar todos os buracos.
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Entenda a luta ambientalista contra a instalação da Usina Belo Monte

Entenda o problema.


Agora decida!

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Alguma semelhança com São José de Mipibu?

PLANTÃO TERRA VIVA: neste sábado.

A STVBrasil - Sociedade Terra Viva, através de sua assessoria jurídica, estará oferecendo mais uma manhã de atendimento à população de São José de Mipibu, neste sábado, das 08 às 12 horas.

Venha até a nossa sede e tire todas as suas dúvidas: causas cíveis, previdenciárias, trabalhistas, criminais.

Paralelamente ao atendimento da assessoria jurídica da STVBrasil será servido mais um Café da Manhã com Cidadania para todos e todas usuários que comparecerem. O Café da Manhã com Cidadania conta com o apoio de empresas e empresários(as) locais comprometidos com um futuro melhor para nosso povo. São elas Açougue Canaã, Bolos Caseiros do Edivo, Cerâmica Marta Job, Comercial Corcino, Comercial Padre Cícero, Cortez Informática, Esc Informática, Leda Empório, Ligeirinho Telegás, Mipibu Locações, Panificadora Padre Cícero (Laranjeiras do Abdias) e Supermercado Denes.

Se você é empresário ou empresária, ou mesmo pessoa física e quer ajudar a transformar a nossa realidade melhorando a vida de centenas de mipibuenses humildes, venha ser nosso parceiro. Faça da sua empresa uma empresa socialmente responsável.

STVBrasil - Sociedade Terra Viva - 32733980
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Prefeita Norma Ferreira nega medicamento à cidadão com grave enfermidade

Um cidadão mipibuense que vem sofrendo com graves problemas de saúde conseguiu na Justiça obrigar a Prefeitura de São José de Mipibu a pagar o seu medicamento, que custa muito caro e o mesmo não tem condições de comprar. O caso está sendo acompanhado pela assessoria jurídica da STVBrasil - Sociedade Terra Viva - Projeto Justiça e Cidadania.

Mesmo conseguindo a condenação da Prefeitura a compra do seu medicamento a prefeita Norma Ferreira vem se negando a cumprir a determinação judicial e comprar o tal medicamento, expondo o cidadão a mais riscos a sua saúde.

Ora, irmãs e irmãos leitores, exatamente a prefeita que recebe do povo mipibuense, inclusive desse humilde cidadão que passa por esse sofrimento, cerca de doze mil reais por mês (R$ 12.000,00). Quem deveria trabalhar para que este cidadão acometido por grave enfermidade e todo o povo mipibuense tivesse garantido o seu direito a saúde integral é exatamente quem condena o povo ao sofrimento e a  humilhação.

A negação irresponsável por parte da prefeita em comprar o medicamento poderá trazer consequências aos cofres públicos, pois já há a possibilidade de a Justiça determinar execução forçada e a penhora do dinheiro referente ao medicamento da conta da Prefeitura. Ou seja, caso a prefeita persista em não pagar o medicamento a Justiça poderá determinar que o valor do medicamento seja sacado diretamente em conta da Prefeitura para garantia do direito do cidadão e preservação de sua vida.

É incrível que ainda hajam canalhas que concordem com esse tipo de atitude em negar os direitos do povo e outros que se omitam diante de uma barbaridade como esta. O que está em jogo é a saúde de nosso povo, nossa gente. O que acontece com este cidadão neste momento, o crime da negação do seu direito, se não for punido exemplarmente põe em xeque os direitos, a saúde e as vidas de todos nós.

E o que se pergunta é se quem estivesse precisando desse medicamento fosse alguém próximo da família ferreira haveria negação?

À você, leitor e leitora, pessoas de bem e que têm no coração a solidariedade e o amor deixamos a reflexão.
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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

17 de novembro...

Na madruga de 17 de novembro de 1889 a família imperial sorrateiramente deixava o Brasil a bordo do navio mercante Alagoas, levando consigo tudo o que puderam nos tirar.


Na imagem aparece parte da família imperial brasileira. No centro o Imperador D. Pedro II e a esposa D. Teresa Cristina, sentada. D. Pedro Augusto, filho do Duque de Saxe e da Princesa Leopoldina, ao lado do avô. O Conde d’Eu, consorte da herdeira, Princesa Isabel, a esquerda, ao lado da esposa. Abaixo, vêem-se os três príncipes, filhos do casal.

Frase do filósofo de botequim Dr. Batráquio: "Ainda bem que eles compraram passagem só de ida!"
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quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Movimento Gota D`agua

Em tratamento contra câncer, Lula raspa cabelo e barba

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva raspou nesta quarta-feira a barba e o cabelo, se antecipando à queda causada pela quimioterapia no tratamento contra um câncer de laringe.
A ex-primeira-dama Marisa Letícia cortou o cabelo e fez a barba do ex-presidente, segundo o Instituto Lula.

A barba era uma das marcas registradas de Lula desde que surgiu politicamente, no final dos anos 1970, como sindicalista.
Diagnosticado com um câncer na laringe há duas semanas, no dia 29 de outubro, Lula iniciou o tratamento quimioterápico dois dias depois (31).
O diagnóstico foi feito em exame realizado no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.
SINDICATO
O diretor de organização do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Moisés Selerges, que é careca, chegou a sugerir que toda a cúpula da entidade raspasse a cabeça em homenagem a Lula.
Mas a ideia não chegou a ser votada --alguns companheiros brincaram que ele estava agindo em "causa própria".

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Fonte: Folha.com

Fala, Lula

Por Gilberto Dimenstein*

Um sindicalista sugeriu que, em solidariedade a Lula, todos também raspassem a cabeça. Virou piada porque o tal sindicalista do ABC já é careca. Haveria, porém, um jeito sério de transformar o câncer de Lula numa homenagem à vida e poderia começar com o próprio Lula quebrando um silêncio.
Escrevi aqui que o câncer de Lula poderia servir de lição, ajudando a difundir a relação entre fumo e câncer. Fiquei aguardando que, em algum momento, o ex-presidente usasse a força de seu exemplo para condenar o ato de fumar. Nada. Está, portanto, perdendo a chance de educar as pessoas sobre os riscos para a saúde pública, usando seu extraordinário poder de comunicação.
Sabemos que o hábito de fumar é hoje maior entre os pobres do que entre os mais ricos por falta de informação.
Gostaria de vê-lo dizer o seguinte: companheiros, não façam a burrada que fiz fumando tanto por tanto tempo.
Ele poderia usar até mesmo aquelas metáforas que os intelectuais não gostam, mas funcionam.
Seria um gesto simples, educativo, e teria o efeito de muitas campanhas de saúde pública.
Ajudaria no final a salvar vidas.
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Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/gilbertodimenstein/1007246-fala-lula.shtml

terça-feira, 15 de novembro de 2011

TRANSPARÊNCIA NA IGREJA CATÓLICA

Para vaticanistas, Igreja terá de ser mais transparente para sobreviver


Em meio à uma de suas piores crises, a Igreja Católica não deve perder a confiança de seus seguidores, mas os fieis já demonstram cobrar mais transparência e responsabilidade dos líderes católicos, segundo vaticanistas ouvidos pela Folha.
Analisando a reação do Vaticano ao escândalo de pedofilia em diversos países do mundo e projetando possíveis cenários futuros para a Igreja, especialistas afirmam que a instituição deve mudar de comportamento, passando a ser cada vez mais transparente, para sua própria sobrevivência.
O escândalo atual teve início com uma reportagem do jornal americano "The New York Times", publicada no fim de março, denunciando abusos sistemáticos de cerca de 200 crianças surdas durante 20 anos, entre 1950 e 1974, em Milwaukee, nos EUA.
O jornal teve acesso a documentos que mostraram que investigações das denúncias contra o reverendo Lawrence Murphy teriam sido encobertas pela Igreja, inclusive pelo então cardeal Joseph Ratzinger, o atual papa.
A reação da Igreja às acusações foi inicialmente defensiva, caracterizando o problema como "fofocas", "perseguição", e uma "campanha da mídia para desmoralizar o papa e o Vaticano".
Duas ocasiões marcaram o tom das negações, uma durante as celebrações de Páscoa no início de abril, quando o padre Raniero Cantalamessa disse que o Vaticano sofria umataque persecutório semelhante a que os judeus enfrentaram durante o Holocausto, e outra quando o secretário de Estado do Vaticano, Tarcísio Bertone, disse, no Chile, que o problema da pedofilia estava ligado à homossexualidade, e não ao celibato.
Ambas declarações tiveram reações contrárias de todo o mundo e o Vaticano teve que se desculpar. Especialistas consideram que as reações foram equivocadas e agravaram ainda mais a crise.
Após um periodo de declarações metafóricas, o papa Bento 16 disse no meio de maio, em viagem a Portugal, que a Igreja precisava reconhecer seus pecados , e que " a maior perseguição à Igreja não vem de inimigos externos, mas nasce do pecado dentro da Igreja", admitindo a crise e mudando oficialmente o tom das respostas ao lidar com o escândalo.
Negação
Para o vaticanista Kevin Eckstrom, editor da publicação "Religion News Service" com sede em Washington (EUA), que há 75 anos cobre assuntos ligados à religião e à ética, o que mais chamou a atenção na maneira da Igreja lidar com esta crise foi exatamente o excesso de negação e comportamento defensivo.
"Mais do que qualquer coisa, as reações mostraram que há determinados núcleos da hierarquia da Igreja que não entendem a crise, não entendem por quê as pessoas estão irritadas e por quê a mídia cobre o assunto e tendem a negar os casos, de maneira ofensiva, inadequada, ou até de maneira burra, sem perceber como isto vai fazer ainda mais mal à imagem da Igreja", diz.
Eckstrom avalia que negar sistematicamente o escândalo e depois ter que voltar atrás, se retratar e reconhecer o problema foi uma "perda de tempo e recursos para a Igreja".

Já o vaticanista Francis X. Rocca, que escreve de Roma para publicações como "The New York Times", "The Wall Street Journal" e a revista "Time", diz que o público viu no posicionamento do Vaticano um "comportamento defensivo que não reconhecia a culpa pelos abusos".
Rocca avalia a declaração do papa rumo a Portugal como "um forte sinal da direção que ele quer seguir a partir de agora", com mais transparência e assumindo as responsabilidades da instituição.
O especialista não vê uma grande mudança no posicionamento do papa. "Ele tem sempre criticado a pedofilia, mesmo antes de se tornar pontífice", diz.
Mudança de tom
A alteração entre o tom extremamente defensivo e o reconhecimento de "pecados dentro da Igreja", emitido pelo papa, mostra que não houve posicionamento central do Vaticano com relação às respostas contra o escândalo no início da crise, diz o vaticanista Kevin Eckstrom.
Além disso, o especialista diz que as alegações iniciais de que o escândalo seria uma campanha da mídia contra a Igreja foram um ato de desespero dos cardeais e da alta hierarquia católica.
"Eu não acho que seria justo considerar a cobertura da mídia como uma campanha contra a Igreja, porque a mídia não criou os escândalos, a mídia somente descobriu, denunciou e reportou sobre os escândalos, mas não os criou", avalia Eckstrom.
Francis X. Rocca avalia as reações da hierarquia católica durante a Páscoa podem ter sido tiradas de proporção pela mídia. Para ele, os cardeais que se manifestaram estavam defendendo o papa, mas não queriam negar o escândalo como um todo.
"Na Páscoa se viu muitos bispos e cardeais reagindo contra o que achavam ser uma onda de ataques injustos contra o papa, e as pessoas interpretaram isto como uma rejeição a todas as críticas que a Igreja sofria no período", diz.
Responsabilidade
Rocca considera que muitas pessoas viram neste tipo de reação um comportamente defensivo que não reconhecia a culpa da Igreja pelos abusos, dando a entender que a instituição buscava se esquivar de qualquer possível responsabilidade nos casos de abusos sexuais.
Na opinião de Eckstrom, a crise atual trará mudanças permanentes na maneira com que a Igreja vê suas próprias responsabilidades. O vaticanista considera que os católicos sentem-se incomodados com a tendência de os padres e cardeais buscarem se eximir quando acusados de abusos.
"Os bispos e padres são responsáveis por uma série de questões religiosas, mas quando se veem envolvidos em casos deste tipo tendem a dizer que o problema não é com eles, que não sabiam o que estavam fazendo. As pessoas querem uma posição mais clara, ou você é responsável por tudo e lida com tudo, ou não é responsável por nada", analisa.
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Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mundo/738797-para-vaticanistas-igreja-tera-de-ser-mais-transparente-para-sobreviver.shtml

Jiddu Krishnamurti

"Eu sustento que a Verdade é uma terra sem caminho, e que dela não vos podeis aproximar, por qualquer caminho, de qualquer tipo, por qualquer religião, por qualquer seita. Este é o meu ponto de vista, e eu atenho-me a isso. A Verdade, sendo ilimitada, incondicionada, inacessível, por qualquer caminho, não pode ser organizada; nem deveria qualquer organização ser formada para liderar ou coagir as pessoas por qualquer tipo de caminho particular. Se entenderdes isto, então sabereis quão impossível é organizar uma crença. Uma crença é, puramente, uma questão individual, e não podeis nem deveis organizá-la. Se isso fizerdes, ela torna-se morta, cristalizada; torna-se um credo, uma seita, uma religião a ser imposta a outros."
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Por um instante pensei que era da prefeitura...

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

"São José de Mipibu, terra linda de coqueirais ..." e buracos

A criminalização das ONG e o enfraquecimento dos movimentos sociais.

A QUEM INTERESSAR POSSA: CRIMINALIZAÇÃO DAS ONGS E ENFRAQUECIMENTO
DOS MOVIMENTOS SOCIAIS 

As organizações não-governamentais foram peça importante e decisiva na democratização do país, bem como na constituição de uma cultura de participação e controle social, que ainda está no seu início. Contudo, se as ONGs mais antigas brasileiras trabalharam incansavelmente para construção de um Brasil democrático e chegada ao poder de um governo de esquerda e representação popular, isso não significou o fortalecimento dessas entidades. Muito pelo contrário. O que se assiste nos últimos anos é uma tentativa de enfraquecimento
político dos movimentos sociais e das organizações não-governamentais, acompanhado de sua criminalização. E no último mês de outubro, diante das notícias de corrupção no Ministério dos Esportes e favorecimento de entidades não idôneas, o que se assistiu foi o tratamento dado pela mídia, nivelando como corruptas o conjunto das ONGs brasileiras. 

Não se distingue as entidades, geralmente de fachadas, criadas com o objetivo de favorecimentos políticos e viabilizar os desvios de recursos, ou seja, a corrupção, da imensa maioria das organizações não-governamentais brasileiras, que sobrevive com baixíssimos orçamentos e desenvolvendo ações para garantia de direitos humanos (direitos esses, na maioria das vezes, solenemente ignorados pelo Estado brasileiro). Muitas organizações nem conseguem acessar os recursos públicos, tamanha são as exigências burocráticas. Com o alardeado crescimento econômico brasileiro, parte dos organismos internacionais, que apoiavam ações de ONGs brasileiras, retirou-se do país, tornando ainda mais difícil - e quase impossível para algumas causas, como as ligadas ao controle social e _advocacy_ - a continuidade das ações de muitas entidades. 

ONGS SOCIOAMBIENTAIS - Na área ambiental, a presença combativa das ONGs é decisiva num momento de aprofundamento de um modelo econômico que privilegia o capital em detrimento de ecossistemas e do modelo de vida das comunidades tradicionais. Essas organizações são fundamentais para questionar os grandes empreendimentos que impactam significativamente ecossistemas e comunidades inteiras. Em tantas outras áreas, as ONGs brasileiras desenvolvem tecnologias sociais de ponta, formam jovens, transformam realidades sociais onde o Estado é ausente, contribuem para o fortalecimento das políticas públicas. 

O que fica de questionamento ao governo federal brasileiro, cuja máquina depende e muito da atuação das ONGs, especialmente nas áreas de saúde e educação, por que criminalizar o movimento social brasileiro? E a imprensa, por que não visibilizar o fisiologismo das instituições públicas, separando bem o joio do trigo? Por que a mídia brasileira não consegue pontuar que as instituições envolvidas em escândalos não são representativas do perfil da maioria das entidades brasileiras. Entidades essas formadas por pessoas éticas, comprometidas com a transformação social, a conservação do meio ambiente e questionadoras desse modelo de desenvolvimento que aí está. A quem interessa fazer parecer que todas são iguais, fica a pergunta. 
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Fonte: Boletim Fala GAMBÁ - Grupo Ambientalista da Bahia - 11/11/2011 

domingo, 13 de novembro de 2011

STVBrasil vai pedir observadores especiais da Presidência da República e Conselho de Direitos Humanos para acompanhar a realização da Semana dos Direitos Humanos

A STVBrasil - Sociedade Terra Viva vai pedir a presença de observadores especiais da Presidência da República e Conselho Estadual de Direitos Humanos a fim de acompanhar as ações da Semana pelos Direitos Humanos e pela Diversidade Sexual do Agreste.

A medida tem como objetivo evitar episódios declaradamente homofóbicos e atentatórios contra os direitos humanos como ocorrido no ano passado.

Os pedidos estão sendo formalizados e na Semana de 21 à 25 de novembro o diretor administrativo da STVBrasil, Sociólogo Perceval Carvalho, estará pessoalmente em Brasília para conversar com representantes da Secretaria Especial da Presidência da República, Ministério da Justiça e Ministério da Saúde, para formalizar o apoio.
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Blog desenvolvido por Haendel Dantas | Blog O Mipibuense 2009