quarta-feira, 30 de maio de 2012

STVBrasil participará de eventos nacionais

A STVBrasil estará participando do III Seminário de Direitos Humanos e HIV/AIDS e I Seminário Nacional de Direitos Humanos e Hepatites Virais, que acontecem em Brasília - DF, no período de 13 à 15 de junho de 2012.

III Seminário de Direitos Humanos e HIV/Aids e o I Seminário Nacional de Direitos Humanos e Hepatites Virais têm como objetivo refletir sobre as conquistas neste campo em relação à epidemia da aids, na qual prevalecem o estigma e a discriminação à pessoa que vive com a doença. Como resultado das discussões, espera-se que sejam apontados caminhos para a efetivação dos direitos humanos a partir da perspectiva dos atores ligados à promoção do direito à saúde, tanto no enfrentamento da epidemia de aids, quanto nas questões ligadas às hepatites virais. Em sua terceira edição, o Seminário de Direitos Humanos e HIV/Aids agregará as discussões voltadas para as hepatites virais.
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STVBrasil apresentará caso de violência homofóbica em São Paulo

A Sociedade Terra Viva acaba de receber confirmação de sua participação em quatro evento na cidade de São Paulo - SP. Os eventos são IX Congresso Brasileiro de Prevenção das DST e AIDS, II Congresso Brasileiro de Prevenção das Hepatites Virais, VI Fórum Latino-americano e do Caribe em HIV/AIDS e DST e V Fórum Comunitário Latino-americano e do Caribe em HIV/AIDS e DST, que acontecem na capital paulista, no período de 28 à 30 de agosto de 2012.

No evento, representantes da STVBrasil, apresentarão casos de violência homofóbica em São José de Mipibu e região, inclusive o caso do fechamento do Programa de Rádio Cidadania FM.

A experiência de trabalho da STBrasil foi considerada de grande relevância para os organizadores do evento.
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TRIBUNA POPULAR

AGRADECIMENTO


"Venho através deste agradecer primeiramente a DEUS pelo pleito que vivenciamos neste domingo dia 27 para a escolha dos Conselheir@s Tutelar do nosso município, venho em público através desta nota agradecer os votos conscientes recebidos, bem como parabenizar o povo mipibuense que contribuíram com o fortalecimento da democracia representativa.
Não tenho palavras pra descrever meus agradecimentos a tod@s as pessoas que foram naquele domingo chuvoso até as escolas e depositaram seus votos em meu nome, fiquei muito honrada com a quantidade de votos que obtive, foram votos confiados, sinceros, verdadeiros que manifestaram de forma clara que não se estão submisso ao grande poderio econômico que dirigiu esse processo; agradecer aos meus pais Ademir Matias de Barros e Cláudia Barros pelos seus esforços, coragem e  disposição ao meu irmão Claudemir Barros que nesse momento esqueceu as nossas diferenças e abraçou o nosso projeto de mudança, este processo com vocês ao meu lado só provou que o meu fortalecimento como ser humano está ao lado de vocês, com muito amor, carinho Vocês  me ajudaram a conduzir esse processo com respeito e ética ao próximo.
Agradeço a cada um@, homens, mulheres, Jovens, idosos, Crianças...  Que com seus esforços, coragem e disposição que com esperança e indignação, que acreditam que somos capazes de construir um projeto de mudança que tem como base a sustentabilidade do planeta terra, procurando resgatar os verdadeiros princípios que regem a política a fim de se construir uma sociedade justa e fraterna; princípios insubstituíveis, como: a justiça social, a liberdade plena e a ética. Para que isso possa acontecer faz-se necessário que estejamos organizados e mobilizad@s, exigindo direitos inalienáveis como uma educação e saúde pública de qualidade, moradia digna e segurança pública, tudo isso visando à melhoria da qualidade de vida da população.
Que os próximos processos de escolha para conselheir@ tutelar possa coibir o abuso do poder econômico, permitindo assim que o cidadão possa ter acesso às propostas dos candidat@s; não permitindo que os usurpadores de consciência se apropriem dos votos através de falsas promessas, como se os mesmos fossem mercadorias.
Por fim agradeço de coração á tod@s amig@s os presentes de corpo e presentes através de uma ligação, mensagem... Emanando sempre positividade!! E agradeço por cada voto obtido neste pleito e convido a sociedade mipibuense á participar de forma ativa da construção política do nosso município, e que não se permita ser um analfabeto político, pois esse é o pior analfabeto."


Camila Barros

“O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas. O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política, nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais”. (Bertold Brecht)

terça-feira, 29 de maio de 2012

TRIBUNA POPULAR

"Venho agradecer a todos os que votaram em mim pelos 471 votos, para conselheira Tutelar, agradecer aos amigos que por algum motivo não poderam votar mais ficaram torcendo.
Pela confiança que depositaram em minha pessoa para exercer um cargo de responsabilidade.

Josilene Florêncio de Medeiros
Conselheira Tutelar."

SEMINÁRIO DE PREVENÇÃO AO USO DE DROGAS


III Seminário de Prevenção ao Uso de Drogas e Promoção à Saúde da
Coordenador: Prof. Dr. João Dantas Pereira
(UFRN)

Data: 11 DE JUNHO DE 2012

Inscrições:

22 DE MAIO A 07 DE JUNHO 08H00/12H00 - 13H00/17H00
Tel.: (84) 3215 3659
1 KG DE ALIMENTO NÃO PERECÍVEL NO ATO DO CREDENCIAMENTO

EM BOA HORA

Entrou em vigor nesta segunda-feira, 28, a Lei 12.652/2012, que tipifica o crime de condicionar o atendimento médico-hospitalar emergencial a qualquer garantia.

Em verdade, a nova lei acresce o Artigo 135-A ao Código Penal (Decreto-lei 2.848/1940) que prevê pena de 03 meses a 01 ano e multa para quem exigir cheque calção, nota promissória ou qualquer garantia, bem como o preenchimento prévio de formulários administrativos como condição para o atendimento médico-hospitalar emergencial.

Ou seja, até esta segunda-feira, era uma prática comum dos hospitais particulares exigirem cheque ou mesmo dinheiro como calção para quem, muitas vezes, os procurava em situações de emergência. Assim, quantas famílias sofreram verdadeiros vexames nas portas de hospitais, barradas e obrigadas a entregar cheques em quantias vultosas para poder garantir a vida de parentes. Uma vergonha em um país que conta com o melhor sistema de saúde do mundo.

Com o advento da nova lei, chegada em boa hora, o povo brasileiro se verá livre dos abusos de proprietários inescrupulosos de hospitais  que enriquecem a custa do sofrimento alheio.

A nova lei ainda determina que todos os hospitais que realizam atendimento emergencial são obrigados a fixar em local visível cartaz ou equivalente com as informações:

“Constitui crime a exigência de cheque-caução, de nota promissória ou de qualquer garantia, bem como do preenchimento prévio de formulários administrativos, como condição para o atendimento médico-hospitalar emergencial, nos termos do Art. 135-A do Decreto-Lei 2.848/1940 - Código Penal."
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Ateus são mais motivados pela compaixão do que religiosos, diz estudo

Estudo da Universidade da Califórnia questiona associação entre generosidade e religião


“Ama o teu próximo” é a regra de ouro de quase todas as religiões. Mas uma nova pesquisa da Universidade da Califórnia, em Berkeley, sugere que religiosos estão menos propensos a ajudar estranhos do que ateus, agnósticos e pessoas menos religiosas.

Em três experimentos, os pesquisadores descobriram que o sentimento de compaixão sempre levava as pessoas não religiosas a serem mais generosas do que as religiosas. Os resultados do estudo foram publicados na edição mais recente da revista científica Social Psychological and Personality Science.

A pesquisa desafia uma suposição generalizada de que os atos de generosidade e caridade são em grande parte movidos por sentimentos de empatia e compaixão. A ligação entre a compaixão e a generosidade se mostrou mais forte para aqueles identificados como não-religiosos ou menos religiosos.

“No geral, achamos que para as pessoas menos religiosas ajudar o outro ou não depende da força de sua ligação emocional com a outra pessoa”, disse o psicólogo social Robb Willer, da Universidade da Califórnia, um dos autores do estudo. “Os mais religiosos, por outro lado, podem fundamentar a sua generosidade menos em emoção e mais em outros fatores, como doutrina, uma identidade comum ou preocupações de reputação.”

No estudo, compaixão foi definida como a emoção sentida quando uma pessoa vê o sofrimento de outras, que então a motiva a ajudar, geralmente assumindo os riscos ou custos pessoais da ajuda.


O estudo focou apenas na ligação entre religião, compaixão e generosidade, sem examinar diretamente as razões pelas quais pessoas muito religiosas são menos compelidas a agir por compaixão do que outras. Contudo, os pesquisadores levantam a hipótese de que pessoas profundamente religiosas podem se guiar mais pelo senso de obrigação moral do que os não religiosos.

“Testamos a hipótese de que a religião mudaria como a compaixão impacta o comportamento generoso”, disse Laura Saslow, autora principal do estudo. A pesquisadora se interessou pelo tema quando um amigo não religioso lamentou só ter feito doações para o Haiti depois de ver um vídeo tocante de uma mulher sendo salva dos destroços do terremoto e não por uma compreensão racional de que era necessário ajudar naquele momento.

“Quis replicar essa situação – um ateu fortemente influenciado pelas suas emoções num ato de generosidade com estranhos – em três estudos amplos e sistemáticos”, disse Saslow. 

No primeiro experimento, os pesquisadores analisaram informações de uma pesquisa com mais de 1.300 adultos norte-americanos. Eles avaliaram quanto a compaixão motivou os participantes religiosos e não religiosos a fazerem caridade em situações como doar dinheiro ou comida para um sem-teto. Os menos religiosos ou ateus saíram na frente. “Os resultados indicam que, embora a compaixão seja associada com ações sociais em todos os participantes, essa relação é particularmente forte nos indivíduos menos religiosos”, relata o estudo. 

A pesquisadora se interessou pelo tema quando um amigo não religioso lamentou só ter feito doações para o Haiti depois de ver um vídeo tocante de uma mulher sendo salva dos destroços do terremoto, e não por uma compreensão racional de que era necessário ajudar naquele momento.

“Quis replicar essa situação – um ateu fortemente influenciado pelas suas emoções num ato de generosidade com estranhos – em três estudos amplos e sistemáticos”, disse Saslow.

No primeiro experimento, os pesquisadores analisaram informações de uma pesquisa com mais de 1.300 adultos norte-americanos. Eles avaliaram quanto a compaixão motivou os participantes religiosos e não religiosos a fazerem caridade em situações como doar dinheiro ou comida para um sem-teto. Os menos religiosos ou ateus saíram na frente. “Os resultados indicam que, embora a compaixão seja associada com ações sociais em todos os participantes, essa relação é particularmente forte nos indivíduos menos religiosos”, relata o estudo. 

No segundo experimento, 101 adultos americanos assistiram um de dois vídeos: um emocionalmente neutro ou outro que mostrava crianças pobres. Na sequência, eles receberam 10 dólares fictícios e foram orientados a dar qualquer quantidade de dinheiro a um estranho. Os menos religiosos deram mais dinheiro a estranhos do que os mais religiosos.

“O vídeo indutor de compaixão teve um grande efeito na generosidade desses participantes”, disse Willer. “Mas não fez muita diferença para os participantes mais religiosos.”

No experimento final, mais de 200 estudantes universitários foram questionados sobre como se sentiam no momento. Na sequência, participaram de um jogo em que receberam dinheiro para compartilhar ou não com um estranho. Numa das rodadas, os pesquisadores disseram a cada estudante que ele tinha recebido dinheiro de outro participante e que, se quisesse, poderia devolver à pessoa uma parte do dinheiro. Os participantes menos religiosos e com mais compaixão foram os mais inclinados a dividir o que tinham ganho com estranhos do que outros.

“A pesquisa sugere que embora pessoas menos religiosas tendam a ser encaradas com mais desconfiança, ao sentir compaixão, eles podem ser inclusive mais propensos a ajudar os outros do que pessoas religiosas”, disse Willer.
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Fonte: Gazetaweb

segunda-feira, 28 de maio de 2012

TEMPLÁRIOS: SOLDADOS DE DEUS

As lições nossas de cada dia

O processo eleitoral para a escolha dos novos conselheiros e conselheiras tutelares de São José de Mipibu, realizado neste domingo, 27, trouxe para o centro do debate questões importantes e que clamam soluções.

Inicialmente o formato como foi conduzido, motivo de muitas gritas de pessoas do povo, e que suprimiu etapa importante como a realização de teste para os candidatos e o formato como se deu a votação no domingo.

Diga-se de passagem, as pessoas se perguntavam a todo instante o que e como proceder para votar. Uma única pessoa em cada sala para coleta de dados dos eleitores e assinatura da cédula de votação. Fatos que deixaram a sensação de desorganização nos eleitores.

Para além das questões anteriormente indicadas, outra nos chamou atenção. A presença de vários cabos eleitorais dentro e fora do local de votação. Até mesmo lideranças políticas condenadas pela Justiça por conduta reprovável atuavam livremente pedindo votos para seus pupilos.

Mas, se você quer mesmo saber o que alegrou nosso povo ao final do pleito, lhe contamos. A honestidade e a dignidade ainda não aboliram a cretinice e a venalidade de nossa sociedade. Mas começam a se insinuar. A velha raposa, combalida e cambaleante ante o forte golpe da democracia, quem outrora regozijava-se ao esbanjar sua impunidade publicamente, recebeu a resposta que o povo mipibuense há muito pretendia, a reprovação de seu pupilo como candidato a conselheiro.

Ao final, percebemos que a teoria dos frutos da árvore envenenada foi concebida positivamente pela população.

De certo, temos muito o que aprender com todo o processo e com as lições que nos foram apontadas, erros e acertos. Aos de boa fé cabe pugnar pelo fortalecimento da luta pelos direitos das nossas crianças e adolescentes e somar forças neste novo mandato que se inicia, certos de que todos podemos colaborar para tanto.

Parabéns à todos e todas que participaram do pleito! Exercendo a sua cidadania e o seu direito de participação no processo democrático. Aos eleitos e eleitas nossos votos no sentido de que conduzam seus mandatos sempre na defesa do melhor interesse das nossas crianças e adolescentes, para que possamos, quiçá em um futuro, termos adultos com mais dignidade e respeito.
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domingo, 27 de maio de 2012

FLORES


VISITA

Quem também esteve visitando a Escola Municipal Severino Bezerra foi o ex-deputado Arlindo Dantas.

PROFESSOR E ALUNOS SE REENCONTRAM

Um reencontro emocionante marcou este sábado, 27, em São José de Mipibu.

Na mesma Escola Municipal Professor Severino Bezerra, onde um dia lecionaram e estudaram se reencontraram o professor Emanuel Barbalho e os seus ex-alunos Perceval Carvalho e Conceição Barbosa.



















Bons momentos vividos há muito tempo, quando ainda havia amizade e respeito entre o mestre e seus alunos e quando aprender significava a esperança de um futuro melhor.
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quinta-feira, 24 de maio de 2012

Nota de Repúdio do MCCE sobre o projeto de lei que libera candidaturas de políticos com contas rejeitadas


Nota de Repúdio ao Projeto de Lei nº3839/2012

O Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral - MCCE, rede de organizações sociais responsável pela conquista da Lei da Ficha Limpa, vem a público repudiar veementemente a atitude da Câmara dos Deputados, que sem qualquer debate popular aprovou lei que anistia os políticos que fraudaram suas prestações de contas de campanha.
O Projeto de Lei nº 3839/2012 atenta contra tudo o que deseja a sociedade brasileira, que se encontra mobilizada em favor dos valores da ética e da moral, que devem presidir as declarações do Parlamento.
Esperamos do Senado Federal a rejeição sumária dessa matéria, enquanto convidamos toda a sociedade a se manifestar contra esse ato atentatório à própria imagem do Congresso Nacional.
 
Brasília, 23 de maio de 2012.
COMITÊ NACIONAL DO MOVIMENTO DE COMBATE À CORRUPÇÃO ELEITORAL
MCCE – 10 ANOS – VOTO NÃO TEM PREÇO, TEM CONSEQUÊNCIAS.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

TRIBUNA POPULAR

"O Conselheiro Tutelar é o amigo do povo, amigo da criança e do adolescente, porém, entender-se-á amigo como um protetor, que vai zelar pela segurança das crianças e adolescentes do município, assim, devemos escolher bem aqueles que irão zelar pelo futuro de nossas crianças e adolescentes mipibuenses." (Daniel Fagundes)

Presidente do CMDCA de São José de Mipibu confirma eleição para a escolha dos 05 Conselheiros para este domingo dia 27 de maio.


Diante de tantas dificuldades, por ser um ano eleitoral, marcado pela política partidária e da negativa das urnas eletrônicas pelo TRE/RN por estarem em processo de manutenção visando as eleições de outubro. O processo eleitoral se dará nas urnas tradicionais de lona e somente na terça feira o TRE/RN enviou ao CMDCA a lista dos eleitores por secção eleitoral.

Teremos 20 urnas distribuídas nos seguintes locais:
Escola Municipal Severino Bezerra de Melo, onde concentraremos às secções do centro da cidade com 09 urnas.
Escola Municipal Maria Aparecida, onde concentraremos os eleitores que votam no CAIC;
Escola Municipal Cloris Trigueiro Peixoto, no Pau Brasil, com 02 urnas, com as secções do Pau Brasil.
Escola Estadual Terceira Rocha, Laranjeiras dos Cosmes, com as secções de Laranjeiras dos Cosmes.
Escola Municipal prefeito Janilson Ferreira, no Arenã, com as secções do Arenã, Retiro, Jacaracica e Jardim. 
Escola Municipal Cônego Pedro Paulino, com as secções de Japecanga  e Mendes
Ceru, em Laranjeiras do Abdias, com as secções de Boa Vista e Laranjeiras do Abdias.
Escola Municipal Genuino de Souza Menino, em Manimbu, com as secções de Ribeiro, curral Novo, Caieiras, Sitio Buracos e Manimbu.
Escola Estadual Professor Rafael Garcia, no Bairro Novo, com as secções de Areia Branca e Bairro Novo.
Escola Municipal Felipe Tavares da Paiva, em Taborda, com as secções de Passagem de Cavalos, Pium e Taborda.  
Os demais locais onde não teremos as urnas teremos o transporte itinerante, levando e trazendo os eleitores para os locais de votação durante o dia todo até o termino do pleito.

Durante o processo tivemos 38 candidatos inscritos e estão aptos a disputa das 05 vagas somente 36 candidatos, pois 02 deles retiraram suas candidaturas, cada eleitor poderá votas apenas em um dos candidatos, ao final do 1º ao 5º mais votados serão os conselheiros e do 6º ao 10º serão os suplentes.
Os candidatos aptos estão na lista abaixo representados pelos números e nomes:
RELAÇÃO DOS CANDIDATOS
Numero
Nome do Candidato
Numero
Nome do Candidato
01
José Carlos da Silva
19
Gerlane de Cássia Lima
02
Heleno Joaquim Amanso
20
João Maria Bernardo da Silva
03
Francisca Petrúcia de Oliveira
21
Jordânia Araújo Toscano 
04
Jéssica Lima Araújo de Oliveira
22
Heverthon Salustino Dantas
05
Wellington Adriano Barbosa da Silva
23
Deny Edson da Araújo e Silva
06
Odete Ferreira de Souza
24
Maria Dione de Medeiros
07
Ana Catarina Batista dos Santos
25
Francisco Targino Sobrinho
08
Francisco Canindé da Silva                                                                           
26
Roberto Ribeiro da Silva Junior 
09
Renilson  Luiz de Freitas da Silva
28
Jhony Marcel Gomes de Oliveira
10
Lucival  Barbosa de Lima
29
Edson da Costa
11
Daniel de Oliveira Galvão
30
Jeane Torres dos Santos
12
Laércio  Batista de Sousa
32
Felipe Gonçalves Barbosa
13
Maria Aparecida Lins de Santana
33
John Lennon Oliveira de Santana
14
Jose Lúcio Ribeiro de Sousa Bisneto
34
Camila Claudia Alves de Barros
15
Fernanda Silva Porfírio Lourenço
35
Kleberson Galvão
16
Josilene   Florêncio de Medeiros
36
Marcos Maciel Pereira da Silva
17
Cláudio Dantas de Oliveira
37
Aline Cristine da Silva Carvalho
18
Maria Lucinaide Fernandes Silva
38
Thiago Eduardo Alves Soares
  
 Esse é o modelo da cédula de votação
CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE
ELEIÇÃO DOS MEMBROS DO CONSELHO TUTELAR SJM RN 2012
CÉDULA DE VOTAÇÃO
--------------------1ª DOBRA----------------------
 

NOME DO CANDIDATO
 

NÚMERO:

PRESIDENTE

MESÁRIO
------------2ª DOBRA----------

Essa é a comissão Eleitoral Responsável pelo processo eleitoral, sob a orientação e apoio do Ministério Publico e do Juizado da Infância e Juventude. DALTON ANTONIO DE MELO, ALBIRACI MARINHEIRO DA SILVA, MARIA DE LOURDES PEREIRA DA SILVA, DIOGO AGUILLAR NUNES DA SILVA, JADIANA COUTINHO DO NASCIMENTO DA SILVA SANTOS e FELIPE DE MOURA FERREIRA.
Logo após o término da votação teremos a apuração dos votos e divulgação do resultado pela junta apuradora que será formada pela Promotora de Justiça, os membros da comissão e alguns outros conselheiros e suplentes voluntários. 
Esperamos que os mipibuenses exerçam o seu direito de cidadania e escolham os 05 conselheiros que possam não só representar, mas defender os direitos de nossas crianças e adolescentes.

CMDCA publica resolução para as eleições ao cargo de Conselheiro Tutelar de São José de Mipibu


RESOLUÇÃO 007/2012 - CMDCA
DISPÕE SOBRE AS NORMAS PARA A PROPAGANDA DOS CANDIDATOS AO CARGO DE CONSELHEIRO TUTELAR DO MUNICÍPIO DE SÃO JOSÉ DE MIPIBU/RN, E NORMAS COMPLEMENTARES ÀS CONTIDAS NA RESOLUÇÃO Nº 01/2012
O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente:
CONSIDERANDO o disposto no art. 139 da Lei Federal nº 8.069/1990, com suas alterações, o qual prevê que o processo para escolha dos membros do Conselho Tutelar será estabelecido em lei municipal e realizado sob a responsabilidade do Conselho Municipal de Direitos da Criança e do Adolescente e fiscalização do Ministério Público,
RESOLVE instituir as seguintes normas para disciplinar a propaganda dos candidatos ao cargo de Conselheiro Tutelar, a realizar-se no período de 03 a 26 de maio de 2012, bem como voltadas ao regramento do processo de escolha.
CAPÍTULO I – DA PROPAGANDA ELEITORAL
Art. 1º - É vedada aos candidatos a veiculação de qualquer tipo de propaganda:
a)    Com a utilização de símbolos, frases, ou imagens associadas ou semelhantes às empregadas por órgão de todas as esferas dos Governos, suas fundações e autarquias;
b)    Não será permitida propaganda de qualquer espécie dentro dos locais de votação, bem como não será tolerada qualquer forma de aliciamento de eleitores durante o horário de votação;
c)    Somente será permitida a propaganda até as vinte e duas horas do dia que antecede a votação.
§ 1º.  É vedada a vinculação político-partidária das candidaturas, seja através da indicação, no material de propaganda ou inserções na mídia, de legendas de partidos políticos, símbolos, slogans, nomes ou fotografias de pessoas que, direta ou indiretamente, denotem tal vinculação.
§ 2º. É expressamente vedado aos candidatos ou a pessoas a estes vinculadas, patrocinar ou intermediar o transporte de eleitores aos locais de votação.
§ 3º. A violação das regras da campanha pelos candidatos importará na exclusão do certame ou cassação do diploma respectivo.
Art. 2º - Nas hipóteses de abuso de poder político ou econômico o registro da candidatura será embargado para fins de nomeação.
Art.3º - o CMDCA deverá estimular ao máximo o encaminhamento de notícias de fatos que constituam violação das regras de campanha por parte dos candidatos ou a sua ordem, que deverão ser imediatamente apuradas pela Comissão Organizadora, com ciência ao Ministério Público e notificação do acusado para que apresente sua defesa.
§ 1º. Em caso de propaganda abusiva ou irregular, bem como em havendo o transporte irregular de eleitores, no dia da votação, a Comissão Organizadora, de ofício ou a requerimento do Ministério Público ou outro interessado, providenciará a imediata instauração de procedimento administrativo investigatório específico, onde será formulada a acusação e cientificado o acusado para apresentar defesa, no prazo de 48(quarenta e oito) horas.
§ 2º. Vencido o prazo acima referido, com ou sem a apresentação de defesa, a Comissão Organizadora designará a realização de sessão específica para o julgamento do caso, que deverá ocorrer no prazo máximo de 24(vinte e quatro) horas, dando-se ciência ao denunciante, ao candidato acusado e ao representante do Ministério Público;
§ 3º. Em sendo constatada a irregularidade apontada, a Comissão organizadora determinará a cassação da candidatura do infrator;
§ 4º. Da decisão da Comissão Organizadora caberá recurso à plenária do CMDCA, no prazo de 24(vinte e quatro) horas da sessão de julgamento;
§ 5º. O CMDCA designará sessão extraordinária para julgamento do(s) recurso(s) interposto(s), dando-se ciência ao denunciante, ao candidato acusado e ao representante do Ministério Público.
CAPÍTULO II - DOS TRABALHOS DE VOTAÇÃO E APURAÇÃO
Art. 4º – Haverá 20 seções eleitorais distribuídas no Centro da Cidade, Bairro Novo, Tancredo Neves, Pau Brasil, Arenã, Laranjeiras dos Cosmes, Laranjeiras do Abdias, Mendes, Taborda e Manimbu.
Art. 5º – Haverá 20 mesas receptoras de votos, compostas por 01(um) presidente e 01 (um) mesário; previamente escolhidos e orientados pela Comissão Organizadora, dentre pessoas de reconhecida idoneidade, com antecedência mínima de 03(três) dias antes da data do pleito.
§ 1º. São impedidos de compor a mesa receptora os candidatos e seus cônjuges ou parentes por consanguinidade ou afinidade, até o segundo grau.
Art. 6º – Compete à mesa receptora:
I – Receber os votos dos eleitores;
II – Solucionar imediatamente as dúvidas que ocorrerem, levando ao conhecimento da Comissão Organizadora os impasses que não conseguir resolver;
III – Lavrar a ata de votação anotando todas as ocorrências;
IV – Colher o voto em separado em envelope individual, devidamente fechado e depositado na urna, com registro em ata para posterior apuração;
V – Manter a ordem no local de votação, podendo solicitar força policial;
VI – Autenticar, com assinatura, as cédulas oficiais.
Art. 7º – Após identificado, o eleitor assinará a relação respectiva, receberá a cédula e votará, colocando-a na urna à vista dos mesários.
Parágrafo único – O eleitor que não souber ou não puder assinar o nome lançará a impressão do polegar direito no local próprio da relação respectiva.
Art. 8º – Haverá uma única mesa apuradora de votos, composta por pessoas idôneas, pela Comissão Organizadora, sob a supervisão do Ministério Público.
Parágrafo único – A apuração em sessão pública e única será realizada na Camara Municipal, Palácio José Isaias no centro da cidade, logo após o encerramento da votação.
Art. 9º – Antes de iniciar a apuração, a mesa apuradora resolverá os casos dos votos em separado, se houver, incluindo na urna as cédulas dos votos julgados válidos, de modo a garantir o sigilo.
Parágrafo único – Os candidatos poderão apresentar impugnação na medida em que os votos forem sendo apurados, cabendo à decisão à própria Comissão Organizadora, que decidirá de imediato, facultada a manifestação do Ministério Público.
Art. 10 – Concluídos os trabalhos de apuração e preenchidos os boletins de urna, deverá o Presidente da mesa apuradora, encaminhar todo o material ao Presidente da Comissão Organizadora, que procederá à totalização dos votos.
Parágrafo único – Após a contagem e totalização, os votos serão novamente colocados na urna e esta será lacrada.
Art. 11 – A Comissão Organizadora lavrará a ata geral da votação e apuração, mencionando todos os incidentes ocorridos, impugnações, etc., bem como os votos obtidos pelos candidatos, colhendo as assinaturas dos membros da Comissão, candidatos, representantes do Ministério Público e quaisquer cidadãos que estejam presentes e queiram assinar, afixando cópia no local de votação, na sede do CMDCA.
§ 1º.  Ao CMDCA, no prazo de 02(dois) dias da votação e apuração, poderão ser interpostos recursos das decisões da Comissão Organizadora nos trabalhos de apuração, desde que a impugnação tenha constado expressamente em ata.
§ 2º. O CMDCA decidirá os eventuais recursos no prazo máximo de 02(dois) dias, determinando ou não as correções necessárias, e baixará resolução homologando o resultado definitivo do processo de escolha, enviando cópias ao Prefeito Municipal, ao representante do Ministério Público e ao Juiz da Infância e Juventude.
Art. 12 – O CMDCA manterá em arquivo permanente todas as resoluções, editais, atas e demais atos referentes ao processo de escolha dos Conselheiros Tutelares.
Art. 13 – Esta resolução entrará em vigor na data de sua publicação.
São José de Mipibu/RN, 21 de maio de 2012
Dalton Antônio de Melo
Presidente do CMDCA e da Comissão Organizadora

O silêncio autoritário: a diretoria da ADURN e a greve nas universidades

Alípio de Souza Filho


Não são poucos os meus colegas da UFRN que conhecem meus posicionamentos críticos, apresentados em artigos e debates, com relação a greves nas universidades. Continuo igualmente crítico desse instrumento de luta e não o vejo como necessariamente o melhor, o mais eficaz, embora, em anos de lutas, não tenhamos sido capazes de produzir algo superior em seu lugar.

Todavia, com ou sem concordância com a proposta de greve, não passa despercebida de ninguém a natureza autoritária e antidemocrática da atitude da atual diretoria da ADURN, ao deixar de convocar assembleia de professores da UFRN para discutir e deliberar sobre proposta de greve que já é realidade em mais de 40 universidades e institutos federais de ensino. Mas há algo pior nessa atitude da direção da ADURN: não apenas deixa de convocar o único fórum legítimo da categoria para deliberar sobre assunto de tamanha importância, arvora-se a falar pela categoria sem consultá-la, sem ouvi-la. De modo autoritário, constrói o silêncio da categoria e assume sua representação político-pública sem o menor constrangimento, num profundo desrespeito às vozes caladas (não de um pequeno grupo, mas da categoria inteira). Como ventríloquos do absurdo, extraem, do silêncio imposto aos outros, falas que não podem ser senão a criação fantasiosa e autoritária dos que, negando a palavra, inventam seus próprios discursos para justificar a ausência antidemocrática de assembleias e debates na UFRN, que deveriam discutir a proposta de greve e as reivindicações colocadas neste momento, não apenas do interesse dos professores mas do interesse público geral.

Desfiliei-me da ADURN em 2005, mas minha desfiliação nunca representou desinteresse pelos assuntos envolvendo a categoria dos professores universitários, nossas reivindicações, nossas lutas por uma universidade melhor. Aliás, desfiliação da entidade não constitui critério para medir nossa relação com os assuntos de interesse da categoria. Nem mesmo é motivo para, na história de qualquer um, impedir o reingresso na entidade e virar seu diretor (como temos casos).

Nos últimos anos, certas correntes do movimento docente até tentaram passar a ideia que “negociações positivas” com o governo federal seriam alternativas concretas ao instrumento da greve. De fato, olhando bem as coisas, não se tratou exatamente da formulação autêntica de um novo conceito no movimento, mas muito mais a adoção de posição política atrelada ao posicionamento dessas correntes com respeito aos governos do país nos mesmos últimos anos. Governos pelos quais essas correntes nutriam verdadeira paixão política, perdendo toda capacidade de crítica (ou talvez mais exatamente: evitando, manipuladoramente, toda crítica). Com a construção dessa posição política, deixou-se de fortalecer o movimento e suas entidades para se seguir equivocada orientação, que apenas serviu à desmobilização que se pode ver agora, ao menos aqui na UFRN. Por sorte, e por força dos que não se deixaram conduzir pela paixão governista (poder-se-ia também chamar peleguismo), a categoria volta a se mobilizar na maior parte das universidades.

A greve que agora se levanta nas universidades reivindica a regulamentação do plano de carreiras e salários, a reestruturação da carreira e a valorização do professor universitário. Essas reivindicações não podem deixar indiferentes aqueles que devem ser seus principais interessados, e não por “interesse econômico mesquinho” – como percepções do senso comum apreendem as lutas –, mas porque constituem medidas de estruturação de uma das mais importantes carreiras na sociedade, a de professor universitário. Está em nossas mãos a formação de um imenso contingente de profissões úteis à sociedade; boa parte destas formada na orientação crítica que visa transformar essa mesma sociedade. É zelo por essa atividade lutar para que ela seja melhor remunerada e que tenha estrutura de carreira que represente sua valorização. Um entendimento, claro, que só ocorre àqueles que, de fato, se ocupam do ensino e da pesquisa de maneira autêntica e responsável. Outros há que, desinteressados dessas ocupações, sequer pensam na valorização de nossas funções e carreira, embora não cessem sua atuação político-partidária no interior da universidade.

Uma entidade sindical que orienta a categoria de professores universitários a se desinteressar por sua carreira e seus salários, desorienta-a quanto ao interesse pela própria universidade, esta que se situa para além do Estado e de governos do momento. Por definição, a universidade é um ente que deve gozar da liberdade de não se ver atrelada a nenhum governo, a nenhuma facção político-partidária. Para poder sobreviver como espaço autônomo de saber, a universidade não pode permitir outra relação com a política e com governos que não seja a de exigir que políticos e governos admitam e protejam sua liberdade. Uma direção sindical que, por posicionamentos políticos partidários, inviabiliza o debate, a reflexão e a luta da categoria de professores impede não apenas essa categoria de lutar, ela também inviabiliza a liberdade que protege a universidade como ente da pesquisa e do conhecimento autônomos, do debate livre e democrático.

A luta pela reestruturação da carreira docente universitária, seu plano de cargos e salários e pela valorização do professor é solidária da construção e manutenção da independência e liberdade políticas imprescindíveis à universidade.
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Alípio de Sousa Filho é Professor da  Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Departamento de Ciências Sociais/Programa de Pós-Graduação em Filosofia, Núcleo de Estudos Críticos em Subjetividades Contemporâneas


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