sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Parabéns!

O Mipibuense parabeniza o jovem Andinho, que muda de idade neste sábado.


quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

"Criança de pé no chão aqui não pode estudar!"

O assunto publicado aqui nO Mipibuense, em primeira mão e versando sobre o processo de aluguel das instalações do Instituto Pio XII ao poder público, para funcionamento de salas de aula, inflamou as opiniões e já chegou as redes sociais.

Quem navega pelo Facebook já deve ter visto algo sobre o assunto. Até uma campanha contrária ao aluguel da escola já foi iniciada e está mobilizando adeptos.

Na verdade, o tema tem gerado tantas vibrações, o que é bom para o jornalismo público, em razão da total ausência de esclarecimentos sobre o processo. Isso é que não é bom!

Particularmente, entendemos que o fato de disponibilizar às nossas crianças, destaque-se que na sua grande maioria são filhos e filhas das famílias mais humildes,  uma boa estrutura, boa localização, biblioteca, área de recreação, tudo isso em plenas condições de uso e para benefício daqueles e daquelas que, como a maioria de nós jamais tiveram acesso a estes serviços, significa dizer aos milhares de mipibuenses que é possível dar boa qualidade de ensino aos filhos da pobreza. Aos trabalhadores e trabalhadoras em educação que lá poderão trabalhar, significa a melhoria das condições de trabalho tão frenquentemente cobrada em todas as assembléias da categoria.

Historicamente, mesmo em sua maior crise, o Instituto Pio XII, uma estrutura muito boa, tem sido um lugar para usufruto de muito poucos. A grande maioria de nós, os simples mortais, limitamo-nos a contemplar sua fachada, suas palmeiras imperiais ou, de tempos em tempos, seu interior nos dias de eleição.

O cantor popular Zé Ramalho não poderia ter sido mais feliz ao cantar "Tá vendo aquele colégio moço? Eu também trabalhei lá! Lá eu quase me arrebento. Fiz a massa, pus cimento, ajudei a rebocar. Minha filha inocente vem pra mim toda contente: pai vou me matricular! Mas, me diz um cidadão: Criança de pé no chão aqui NAO PODE ESTUDAR!" E, talvez, quem sabe, até mesmo sem perceber a dimensão histórica do próprio ato, o governo municipal, feito um Robin Hood moderno, lança mão de seu poder e, como em um passo de mágica, transforma o sonho de tantos e tantas, que morreram e outros e outras que ainda vivem apenas contemplando a fachada e as palmeiras imperiais, em realidade.

O gestor, eleito legítima e democraticamente, assim como um libertador, está prestes, se não já o fez, a romper com séculos de apartheid educacional. Oportunizando aos filhos e filhas da pobreza, que são milhares, um lugar digno para estudar.

E uma professora, já aposentada, indagava: "Porque que os filhos de pobre não podem estudar lá? Será que não são dignos? O dinheiro que vai pagar o aluguel é deles mesmos. Porque?"

O grande mestre e educador Paulo Freire disse: "Ai daqueles que pararem com sua capacidade de sonhar, de invejar sua coragem de anunciar e denunciar. Ai daqueles que, em lugar de visitar de vez em quando o amanhã pelo profundo engajamento com o hoje, com o aqui e o agora, se atrelarem a um passado de exploração e de rotina." Cremos que é esta a nossa grande lição. Romper as barreiras e superar os desafios. Buscar o horizonte que nos chama a descortiná-lo.

No mais, aguardar o futuro que nos convida.
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terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Consumidor pode fazer consulta gratuita de nome sujo pela internet



Os consumidores agora podem descobrir rapidamente e de maneira gratuita se o nome está sujo na praça.

O serviço é oferecido pela Boa Vista Serviços, administradora do SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito).

Para checar os dados, basta acessar o site da empresa e se cadastrar na parte consulta de débito. Feito isso, basta inserir o login e senha.

No caso dos consumidores que possuírem dívidas, pelo site, também é possível encontrar detalhes como nome da empresa onde o pagamento está pendente.
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Fonte: Folha on line

Não maltratar e nem permitir que ninguém, mas ninguém mesmo, maltrate a nossa gente.

O governo municipal recém iniciado tem tudo para dar certo e ser um bom governo.

Havendo extirpado o que de pior nossa gente já teve na administração pública, pode fazer muito se o chefe do executivo souber montar a sua equipe. 
Todavia, é preciso estar de olhos bem abertos para promover as mudanças necessárias no sentido de melhorar a forma de relacionamento com o cidadão e, consequentemente, a  sua avaliação junto ao povo.

Há pessoas que não estão preparadas para atuar no serviço público, para se relacionar com o povo. Sua conduta desrespeitosa e grosseira, seu alto poder de construir redes de intrigas, fofocas, e disseminar o ódio no ambiente de trabalho nada ajudam ao bom governo e terminam criar cizânia até mesmo entre os aliados.

Essas pessoas, de mentes inescrupulosas e carregadas de ódio carecem urgentemente de tratamento e, diga-se de passagem, serem, URGENTEMENTE, afastadas do contato com a população. 

O bom gestor saberá separar o joio do trigo e fazer desta oportunidade o cimento para a construção de um futuro melhor para o povo mipibuense. Não maltratar e nem permitir que ninguém, mas ninguém mesmo, maltrate a nossa gente.
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Parceria garante campanha de prevenção das DST HIV AIDS e Hepatites no carnaval de São José de Mipibu

Parceria firmada entre a STVBrasil - Sociedade Terra Viva e Secretaria Municipal de Saúde de São José de Mipibu e Governo do Estado do Rio Grande do Norte garante a realização de campanha de prevenção das doenças sexualmente transmissíveis, AIDS e Hepatites Viras durante o carnaval 2013 em São josé de Mipibu.

As ações de prevenção estarão sendo realizadas no centro da cidade, durante as noites de carnaval, através dos voluntários da STVBrasil e agentes de saúde, que contarão com estrutura de apoio com tenda e material de educação, informação e comunicação.

O Programa Estadual de DST AIDS e Hepatites Virais da Secretaria Estadual de Saúde está disponibilizando mais de doze mil (12.000) preservativos para atendimento a campanha de carnaval.
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A vida é melhor sem AIDS

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

As mulheres proibidas


Há muito tempo, uma conversa com uma senhora mipibuense me chamou atenção e, vez por outra, me volta a lembrança provocando inquietações.

Me contava aquela senhora, que nas décadas de cinquenta e sessenta, quando ainda jovem, houvera conhecido o seu companheiro, com quem viveu até a morte. Ocorre que o tal companheiro, hoje falecido e para os juristas simplesmente "de cujus", já havia contraído matrimônio anteriormente e se separado, vindo a se unir posteriormente com esta senhora e com quem viveu seus últimos dias. O primeiro casamento tendo sido realizado apenas pela via religiosa.

O fato de haver existido um primeiro casamento e este haver se consumado na igreja, acarretou consequências, diga-se de passagem, por demais desagradáveis à vida daquela senhora, sua segunda esposa e com quem casou-se em cartório e constituiu família. Entre as consequências, me contava ela muito triste, estava o impedimento de frequentar a igreja, onde o falecido havia se casado. Segundo me contou, sequer podia caminhar pela calçada da igreja e, muitas vezes, pela rua, tinha que mudar de caminho para não ter que suportar, em silêncio, ataques verbais e até agressões com palavras. Seu rosto ruborizava quando se referia a determinadas figuras da época que, inconsequente, espalhava  veneno por entre as calçadas das residências abastadas em finais de tardes mipibuenses.

Contou-me, ainda, que não era única e que, como ela, haviam muitas mulheres proibidas. Que para além daquelas que eram discriminadas pelo simples fato de não haver se casado em uma igreja, haviam as que, em termo de época, eram "raparigas" e que sequer podiam revelar a quem amavam. Estas, não podiam sequer serem vistas ao lado de qualquer outra mulher, posto que sua presença "contaminava" de impureza as supostas puras. Eram o amor que não ousava revelar o nome. Estavam condenadas a viver na escuridão eterna por causa do amor.

Estas mulheres sufocaram seus prantos, viveram invisíveis e subjugadas pela intolerância e pela hipocrisia de uma sociedade fundada no falso moralismo e preconceituosa ao extremo.

E me contou, ainda, essa senhora, que algumas mulheres ousaram. Tomaram para si o leme do próprio destino e conseguiram, assim como nos textos Richard Bach, Fernão Capelo Gaivota e Ilusões: as aventuras de um messias indeciso, voar acima de seus limites e descortinar um novo mundo. E, como a vida imita a arte, assim como nos textos, ao retornar ao seu lugar comum, viveram incompreendidas.

Vários foram os exemplos que ouvi. Faces que jamais esquecerei e com quem até conversei sem conhecer suas histórias. Seres humanos plenos de amor, coragem e sonhos. Talvez, Marias Madalenas de seu tempo. As mulheres proibidas.
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O valioso tempo dos maduros

Mário de Andrade

Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para a frente do que já vivi até agora.

Tenho muito mais passado do que futuro.

Sinto-me como aquele menino que ganhou uma bacia de jabuticabas.

As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.

Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.

Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados.

Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.

Já não tenho tempo para conversas intermináveis, para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha.

Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturos.

Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário geral do coral.

As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos.

Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa...

Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana, que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade...

Só há que caminhar perto de coisas e pessoas de verdade.

O essencial faz a vida valer a pena.

E para mim, basta o essencial.
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ARTE LOCAL


domingo, 3 de fevereiro de 2013

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Diáspora cultural

Estamos perdendo a nossa identidade!

Há muito nossos musicistas estão deixando a província. Seja atraídos pelas bandas da capital, seja na busca de um futuro alvissareiro. Mas, com certeza, motivados, fundamentalmente, pela ausência de apoio local para o seu desenvolvimento.

(Banda de música de São José de Mipibu - 1981)

Esta diáspora cultural produz efeitos nefastos a saber. Retira do povo mipibuense o direito de ver seus filhos produzindo cultura e ao mesmo expropria deste mesmo povo a sua própria história.

Foi-se o tempo em que podíamos ouvir, durante o carnaval, o que a nossa cultura, nossa gente, nossos artistas têm de melhor. A produção local em sua forma mais natural, seja com marchinhas, sambas, aquela música prazerosa e que, sem o refinamento do erudito, nos toca o coração e faz a gente parar para ouvir até o final.

São José de Mipibu tem muitos talentos. Tanto no seu passado quanto na contemporaneidade. Uma juventude de muita habilidade e carente de oportunidades para mostrar seus trabalhos. Exímios profissionais que, muitas vezes, são obrigados a atuar frustradamente em outras profissões por não ter oportunidades.

É preciso agir e rapidamente se quisermos resgatar e preservar o pouco que nos resta. Há que se empreender um grande esforço para que não venhamos a perder, em um futuro próximo, esses jovens musicistas mipibuenses que ainda se encontram em São José de Mipibu.

Valorizar o artista local e oportunizar o seu crescimento não é mais uma preocupação. Deve se constituir em uma política pública efetiva e que ultrapasse as vontades dos governos e governantes. Somente assim poderemos resgatar a nossa cultura e ver florescer  verdadeiras pérolas do mais íntimo de nossa gente.

Temos, nos próximos dias, o carnaval. E, como todos sabemos, um momento de se abrir espaço para que os nossos músicos, reunidos em bandinhas, possam mostrar seus trabalhos, seu talento e também de se abrir uma frente de trabalho e geração de renda para a categoria. Bastando, apenas, que os responsáveis pela organização dos eventos tenham a devida atenção e a sensibilidade necessárias para perceber o vácuo em que se encontra a nossa cultura e promover, quiçá, a transformação que tantos sonhamos. Não se busca a adoção de medidas mirabolantes e insustentáveis. Mas, antes, a aproximação com nossos artistas, o debate, a oitiva, que possam guiar a construção de propostas para se tornar uma práxis.

O grande escritor Ariano Suassuna não poderia ter sido mais feliz em afirmar: "Arte pra mim não é produto de mercado. Podem me chamar de romântico. Arte pra mim é missão, vocação e festa." Portanto, a verdadeira festa de nossa gente está diretamente ligada a nossa vocação cultural, a produção local. E não há que se falar em cultura local sem investimentos na missão de nossa classe artística e sua valorização.

Por fim, tomamos por empréstimo as palavras do nosso saudoso e querido Chico Xavier, que nos ensina: "Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim.
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Pense, reflita e diga não a energia nuclear

Pense, reflita e diga não a energia nuclear

Por Heitor Scalambrini Costa (Professor da Universidade Federal de Pernambuco)


As decisões tomadas pelos governos da França, Alemanha, Japão, Bélgica, Itália, entre outros, de reverem seus programas de instalação de novas usinas nucleares, e desativarem as existentes, são mais do que um indicativo que esta fonte de energia perdeu espaço considerável no século XXI. Por trás (e a frente) das decisões governamentais, está a pressão popular. A conscientização sobre os reais riscos desta tecnologia tem levado milhares de pessoas a se manifestarem publicamente contrárias ao uso da energia nuclear. Dificilmente por vontade de novos governos haverá mudanças na política não nuclear destes países. Nem mesmo no Japão, onde o atual primeiro ministro tem insinuado que não só reativará as 50 usinas fechadas pós Fukushima, mas construirá novas centrais núcleo-elétricas. A razão é simples a população não quer conviver com o perigo constante de uma catástrofe nuclear.

A China, utilizada como exemplo na rota pró-nuclear, não deve ser imitada. Suas situação política, social e ambiental, não serve como exemplo. O país que é o mais populoso do mundo (mais de 1,3 bilhões de habitantes), tolhe a liberdade de expressão e impede pela força, a participação popular. Por outro lado, os Estados Unidos da América, citado como exemplo de modelo nuclear, vive um grande dilema com relação a sua economia, a seu modo de vida, e as suas posições nos fóruns internacionais referentes às mudanças climáticas. As contradições são enormes, em um país que já foi à locomotiva do mundo ocidental capitalista. Hoje, ao mesmo tempo, propõe a produção e a utilização do gás do xisto betuminoso (verdadeiro crime ambiental), acena para o fortalecimento de políticas na área de energias renováveis.

O Brasil é que deveria servir de exemplo e modelo para outros paises na área energética. Com recursos naturais abundantes como o Sol, o vento, as águas, a biomassa, deveríamos estar à frente e propor novos caminhos para sociedade mundial, na utilização destes recursos, de maneira eficiente, sem desperdício, e sem impacto ambiental e agressão social, levando em conta para que e para quem os recursos energéticos são destinados. Complementando a rede elétrica nacional com geração de energia descentralizada, substituindo os chuveiros elétricos, a iluminação e motores ineficientes, por novas tecnologias disponíveis. Enfim priorizando o uso das novas fontes renováveis e políticas de conservação.

Mas infelizmente, estamos andando para trás, no que concerne a matriz elétrica. Cada vez mais se instalam termelétricas a combustíveis fósseis, menosprezando os recursos naturais disponíveis. O planejamento tecnocrático indica o aumento das termelétricas nos próximos anos, desenhando para o futuro uma matriz hidro-térmica. Verdadeiro crime lesa-pátria que está sendo cometido com as gerações futuras, e com o planeta, ao desprezar as novas fontes renováveis.

Ainda, o que chama a atenção, são as posições dos eternos lobistas da energia nuclear, uns mais belicistas que outros. Aquele mesmo, ex-ministro de Ciência e Tecnologia, que defendeu e defende que o país se insira no “clube da bomba”, volta nestes tempos de crise elétrica, a propor que a energia nuclear seja “tratada com mais carinho” pelo governo federal. Empregados ilustres da Eletronuclear utilizam velhos argumentos, os mesmos que respaldaram a assinatura do acordo Brasil-Alemanha em plena ditadura militar. Defendem que o Brasil necessita da energia nuclear para atender as necessidades elétricas de agora e futura, daí não pode abrir mão, nem de suas reservas de urânio (para os negócios), e nem da construção de novos reatores nucleares. Propõem não só Angra III em construção, e mais 4 outras usinas até 2030, sendo dois destes complexos nucleares no Nordeste brasileiro, ao lado do Rio São Francisco. Verdadeiro descalabro ao povo sertanejo.

No próximo mês, no dia 11 de março, lembraremos 2 anos da catástrofe de Fukushima.  Não se pode esquecer a gravidade, e as repercussões para a vida de tal acidente, que esta sendo abafado pelas agências de notícia. A população brasileira não se deixará enganar, e mais uma vez continuará afirmando “Não queremos energia nuclear, nem em Pernambuco, nem no Nordeste, e nem no Brasil”.
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Plantão Terra Viva

Hoje é mais um dia de trabalho na Sociedade Terra Viva. A partir das 08 horas seus voluntários estarão o Plantão Terra Viva para atender a população de São José de Mipibu e cidades circunvizinhas.

O serviço é mais um plus da STVBrasil e tem como objetivo orientar os usuários e usuárias sobre seus direitos, promover a mediação de conflitos, viabilizando soluções rápidas e consensuais, acompanhar casos de violações de direitos e prestar assessoria jurídica para pessoas em situação de maior vulnerabilidade.

O Plantão Terra Viva funciona da sede da STVBrasil, na rua Cônego Lustosa, 156, Centro, São José de Mipibu, RN.

Durante o Plantão Terra Viva é oferecido o Café da Manhã com Cidadania e todos e todas estão convidados a participar.

Venha fazer uma visita, conhecer os seus direitos e praticar cidadania!
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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

São José de Mipibu era assim ...

Para quem somente agora passou a enxergar, São José de Mipibu era assim.


Fotografia datada de 03/05/2009.
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Mercado da Victoria Street - Durban - África do Sul


Frase contemporânea


Estudantes mipibuenses poderão ter considerável melhoria na qualidade do ambiente de estudo

Informações extra-oficiais dão conta de que a Prefeitura de São José de Mipibu estará alugando vinte salas de aula no Instituto Pio XII, para acomodar turmas da educação municipal.

A iniciativa é plausível, tendo em vista que o espaço do Pio XII é de boa qualidade, central e acessível, o que implicará em significativa melhoria na prestação do serviço aos alunos.

O Pio XII, já há alguns anos, enfrenta uma crise financeira, falta de alunos e se encontrava funcionando com apenas cerca de trinta por cento de sua capacidade, mesmo dispondo de uma boa estrutura para atendimento da clientela.

Até o final desta manhã O Mipibuense tentou contato com a Secretaria de Educação, para obtenção de mais detalhes sobre as negociações, sem sucesso.

Caso se confirme o fato, o atual governo estará dando um grande passo na direção de considerável melhoria na qualidade do ambiente de estudo, além de socorrer o moribundo do eminente infarto pecuniário.

Todavia, é preciso lembrar que esta é uma medida temporária e que revela, na verdade, a falta de espaço nas escolas públicas. Assim, é bom senso que o governo inclua em seu planejamento a construção de novas salas de aula.
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Fotografia de Fran Moura

Ministério da Saúde lança campanha nacional de prevenção às DST/aids para o carnaval 2013

O público-alvo é a população sexualmente ativa. A ideia é reforçar o uso do preservativo como medida de prevenção


O Ministério da Saúde lançou, nesta quinta-feira (31), a campanha de prevenção às DST/aids para o carnaval deste ano. Com o tema “A vida é melhor sem aids. Proteja-se. Use sempre a camisinha”, a campanha pretende chamar a atenção para a diferença que faz o uso do preservativo na hora da relação. O secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, representou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, na cerimônia de lançamento, na manhã de hoje, na quadra de esportes do Morro dos Prazeres, em Santa Teresa, no Rio de Janeiro (RJ).

Além da apresentação da campanha, foram homenageados os trabalhos desenvolvidos por 18 agentes de prevenção, nas comunidades do Rio. Essas ações fazem parte do Projeto Aids e Comunidades, uma parceria entre a ONG “Centro de Promoção da Saúde” (Cedaps) e o Ministério da Saúde. As atividades do projeto se alinham à campanha de carnaval deste ano, cujo público-alvo é a população sexualmente ativa.

Durante a cerimônia, o secretário destacou a importância da campanha para conscientizar a população na adoção das medidas de prevenção. “Os jovens de hoje não viram tantas personalidades morrerem de aids nos anos 80”, observou Barbosa. Ele lembrou que a doença ainda mata 12 mil pessoas por ano, no Brasil.

Segundo o secretário, a campanha é de fundamental importância para intensificar a prevenção à DST/aids. Ele chamou a atenção para pesquisas divulgadas, nos últimos anos, que mostram uma queda no uso da camisinha de 58% para 49% , em todas as faixas etárias, nas relações com parceiros casuais.

O Ministério enviou aos estados e municípios brasileiros mais de 68,6 milhões de unidades de preservativos para serem distribuídos no período do carnaval. “Queremos reforçar que o uso da camisinha deve ser um hábito e pode até melhorar a relação. É preciso desconstruir o imaginário popular de que fazer sexo sem o preservativo é melhor”, destacou o diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Dirceu Greco.

A campanha também terá anúncios em outdoor, busdoor, taxidoor, esteiras de aeroportos, abrigos de ônibus e blimps (balões). Foram produzidos três jingles para serem veiculados nas rádios – um em ritmo de axé, cantado por Carlinhos Brown, outro de samba e outro de frevo.

FIQUE SABENDO – Durante o período de 30 de janeiro e 1º de fevereiro, acontece a mobilização de testagem rápida de aids, hepatites B e C, no estacionamento do Casarão dos Prazeres, no Morro dos Prazeres. Também será oferecida vacina contra hepatite B para a comunidade local.
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Fonte: www.aids.gov.br
Blog desenvolvido por Haendel Dantas | Blog O Mipibuense 2009