domingo, 28 de junho de 2015

A corrida para salvar os elefantes

Caros amigos,

Os elefantes são seres super inteligentes – tão próximos dos humanos quanto os macacos. Ainda assim, estamos literalmente levando estes animais à extinção.

Os elefantes são obcecados com a própria morte. Eles entendem o que está acontecendo com suas famílias, chegando até a identificar ossos de outros elefantes e passar horas chorando sobre eles. A caça predatória é tão devastadora, do ponto de vista emocional, que pode levar até 20 anos para que uma manada de elefantes se recupere!

Cem elefantes morrem por dia – eles são atingidos por tiros disparados a partir de helicópteros e têm seus rostos mutilados por facões, muitas vezes enquanto ainda vivos – apenas para produzir objetos de marfim. O pior de tudo é que essa selvageria é levada a cabo pelo crime organizado e ajuda a financiar os grupos terroristas mais perigosos do mundo.

Mas agora temos motivos para ter esperança: a China acaba de anunciar que vai gradualmente eliminar a indústria de marfim no país e onze estados dos EUA propuseram leis locais pedindo a proibição do comércio do produto. É um ponto crítico na luta em defesa destes majestosos animais. Agora, podemos acabar com a demanda financiando uma enxurrada de campanhas nos EUA, Tailândia e Vietnã e extinguir os maiores mercados de marfim do mundo.

Clique abaixo para se comprometer a financiar o trabalho para salvar espécies – as doações não serão processadas ​​se não arrecadarmos o suficiente para alcançar este objetivo ambicioso.

Matar elefantes é um negócio gigantesco: com a diminuição do número de animais selvagens, o preço dos estoques de marfim está cada vez mais alto. Agora, os caçadores estão correndo para matar a quantidade máxima de elefantes possível. Em cinco anos, Moçambique perdeu metade de sua população. Estamos correndo contra o tempo: se a taxa de mortalidade atual continuar, em pouco mais de uma década pode ser que não haja mais elefantes selvagens, apenas sepulturas

A notícia sobre a proposta da China pode vir a ser nossa melhor chance de virar o jogo e, com campanhas de alto nível em onze estados dos EUA, na Tailândia e no Vietnã, poderíamos ajudar a deter a procura de marfim e apoiar iniciativas anti-caça predatória nos países fornecedores. Uma equipe global dedicada poderia fazer o seguinte:
  • Financiar campanhas publicitárias de alto impacto no sudeste da Ásia e nos EUA para dissolver a procura de artefatos feitos de marfim;
  • Lançar websites no sudeste da Ásia e nos EUA para conscientizar os consumidores sobre o sofrimento e a matança de elefantes, e assim ajudar a mudar a cultura em relação ao marfim;
  • Apoiar e alavancar campanhas nos mercados de consumo de marfim no sudeste da Ásia e nos EUA;
  • Apoiar programas de proteção na África e iniciativas criativas inovadoras, como o uso de drones para monitorar parques em áreas remotas.
A Avaaz tem milhões de membros em todo o mundo, desde países onde a conservação é fundamental até nações onde estátuas de marfim são vendidas. Se cada um colaborar, poderemos finalmente ajudar a colocar um freio neste comércio cruel e sensibilizar as pessoas para que respeitem as outras espécies do planeta. Clique abaixo para tornar a equipe realidade. As doações só serão coletadas se a Avaaz arrecadar o suficiente:


A escolha é simples: agir agora ou perder os elefantes africanos para sempre. Não vamos deixar que a nossa geração seja aquela que massacrou esses seres gloriosos até bani-los da face da Terra. Vamos fazer o que nossa comunidade faz de melhor: escolher batalhas cuidadosamente, lutar de forma inteligente para proibir o comércio ilegal e promover a cultura da compaixão. 

Com esperança e gratidão, 

Equipe da Avaaz

Era da humanidade ou da ignorância

Por Roberto Klabin e Leandra Gonçalves

Ao longo dos últimos 200 anos, as atividades humanas têm transformado todo o Planeta rapidamente e se tornado, gradualmente, no principal condutor da mudança ambiental global. Os impactos dessas ações sobre a biosfera da Terra são tão grandes que alguns cientistas argumentam que o Holoceno, iniciado com o fim da última Era Glacial, há mais de 11 mil anos, e que se estende até hoje, chegou ao fim, dando lugar a uma nova era geológica: o Antropoceno.
O conceito de Antropoceno foi proposto uma década atrás pelo biólogo americano Eugene Stoermer e o químico holandês Paul Crutzen, prêmio Nobel em 1995. Eles sugeriram que se alterasse a linha do tempo com que os cientistas medem os períodos geológicos, de modo a refletir as transformações no Planeta causadas pelas atividades humanas. Segundo eles, as marcas da ação humana são tão agressivas e intensas que continuarão visíveis por milênios, gravadas nas camadas geológicas da Terra.
Dessa forma, por meio dos nossos rastros devastadores no Planeta, no futuro, paleontólogos ou mesmo uma futura civilização - caso a nossa seja dizimada - provavelmente saberão identificar a alteração brusca na composição da atmosfera e as demais mudanças ambientais que provocamos por meio dos fósseis de incontáveis espécies extintas, rejeitos radioativos, toneladas de plástico e outros registros, pelos quais não teríamos motivo real para nos orgulharmos de nossa passagem pela Terra.
A escolha do início dessa nova era, chamada por alguns de Era da Humanidade, ainda permanece bastante arbitrária. Os registros de CO2 atmosférico, CH4 e N2O mostram uma clara aceleração em tendências, desde o final do século 18. Por essa razão, o arranque do Antropoceno foi atribuído a esse tempo, imediatamente a seguir da invenção da máquina a vapor, em 1784.
Como resultado do aumento da queima de combustíveis fósseis, das atividades agrícolas, desmatamento e pecuária intensiva, especialmente exploração de gado, vários gases climaticamente importantes com efeito de estufa aumentaram na atmosfera ao longo dos últimos dois séculos: CO2 em mais de 30% e CH4 em mais de 100%, contribuindo substancialmente para o aumento observado da temperatura média global durante o século passado, em cerca de 0,6º C.

De posse dessas informações, um grupo de pesquisadores vem discutindo uma nova abordagem para a sustentabilidade global, em que são definidos limites nos quais espera-se que a humanidade possa sobreviver com "segurança". Nessa linha de pensamento, transgredir uma ou mais das nove fronteiras planetárias - sistemas de suporte à vida no Planeta e essenciais para a sobrevivência humana - poderá ser prejudicial ou mesmo catastrófico, devido ao risco de limiares, ou pontos de virada, que acionarão uma mudança ambiental abrupta na Terra.
O trabalho de Rockstrom e seus colegas, publicados na revista Ecology and Society, em 2009, foi revisitado nesse ano de 2015, quando estabeleceu-se dois limites principais: mudanças climáticas e de integridade da biosfera - cada um com um grande potencial para conduzir o Planeta a um novo estado e que, portanto, não deveriam ser transgredidos.
Mesmo com todos esses alertas emitidos pela comunidade científica, parece faltar senso de urgência a todos, principalmente às lideranças tomadoras de decisões. Essa ausência de ação pode ser atribuída a falhas de comunicação entre a ciência e a sociedade, ou simplesmente a pura falta de vontade política de nossos governantes. Qualquer uma dessas alternativas precisa ser urgentemente corrigida.
No início deste ano, o pesquisador Douglas McCauley, professor da Universidade da Califórnia, proferiu numa palestra no Aquário de Monterey (EUA), à convite da Fundação SOS Mata Atlântica. A apresentação foi sobre seu recente artigo "Marine defaunation: Animal loss in the global ocean", publicado na revista Science, qual conclui que a biodiversidade marinha já foi seriamente danificada pelo impacto das atividades humanas. No entanto, ele ressaltou que a fauna marinha, em geral, está em melhores condições do que a fauna terrestre.
Apesar de toda informação e dados científicos sobre a degradação do ambiente marinho, interessava ao pesquisador passar uma mensagem de esperança e oportunidades, entre elas a construção da gestão do espaço marítimo por meio de ferramentas inovadoras, como o planejamento espacial marinho. Entretanto, a mensagem foi percebida pela audiência, pesquisadores e membros de organizações não-governamentais como um tanto quanto negligente, na medida que não transmitia o senso de urgência necessário para incentivar ações emergenciais com relação a recuperar o que ainda nos resta nos nossos oceanos.
O Planeta Terra enfrenta sérias mudanças justamente por negligência da sociedade e dos tomadores de decisão. No Brasil, estamos testemunhando a pior seca que a região Sudeste já registrou, aumento no desmatamento, altas taxas de perda de biodiversidade em variados biomas, agravamento de desastres climáticos e outras crises ambientais. O fato de existir oportunidade para reverter esse cenário, embora possa transmitir esperança, não deve, nem por um segundo, gerar comodismo.
A informação científica e de qualidade deve ser utilizada para mover e estimular ações voltadas a promoção de um desenvolvimento mais sustentável, no qual conservação e desenvolvimento possam caminhar de mãos dadas. Caso contrário, a chamada Era da Humanidade pode vir a ser reconhecida pelas gerações futuras como a Era da Ignorância, uma época em que o conhecimento e a informação existentes não foram utilizados, e necessariamente transformados, em iniciativas inovadoras em prol de um futuro sustentável para essa e para as futuras gerações.
.
..

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Estado define programa de recuperação de estradas

O Governador Robinson Faria participou na manhã desta sexta-feira, 19, do Encontro de Prefeitos das regiões Agreste, Potengi e Litoral realizado no município de Monte Alegre. Robinson Faria anunciou que o Governo do Estado vai iniciar um programa de recuperação de estradas em parceria com os municípios. “Sabemos que muitas estradas estão precisando de reparos, por isso definimos um programa que vai fazer a recuperação com o Governo do Estado se responsabilizando pelo material e as prefeituras pela mão de obra”, explicou o Governador.

O Governador informou que o Estado começa a retomar o equilíbrio financeiro e a retomar os investimentos. “Vamos sanear 100% do RN, estamos melhorando a saúde com o reabastecimento dos hospitais, contratamos 400 professores, pagamos o piso salarial da categoria, enviamos à Assembleia Legislativa o Plano Estadual de Educação, promovemos policiais militares e civis, resgatamos a autoestima e já estamos obtendo resultados com a redução da violência, colocamos em dia o pagamento dos servidores. O Estado está voltando aos trilhos”, afirmou para acrescentar que a administração conseguiu reduzir custos em R$ 180 milhões.

Ao encerrar seu discurso aos cerca de 30 prefeitos presentes ao Encontro, Robinson Faria enfatizou: “O Governo é municipalista. Vamos tirar o Estado do atraso. Sou otimista, e, juntos, vamos transformar o Rio Grande do Norte em um dos melhores Estados do Brasil”, concluiu.

O Encontro Regional de Prefeitos do Agreste, Potengi e Litoral é uma realização da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (FEMURN) e tem como tema "Desenvolvimento econômico e social da região". A proposta é debater junto aos gestores municipais questões econômicas com objetivo de promover conjuntamente ações para fortalecer a região.


O Encontro Regional de Monte Alegre faz parte de uma agenda coordenada pela FEMURN que está percorrendo todas as regiões do Estado. As propostas consensuais serão inseridas em documento a ser entregue pelos prefeitos aos governos federal e estadual para inclusão nas políticas públicas governamentais

Fonte: Assecom/RN

WhatsApp não é confiável, diz relatório

O aplicativo de mensagens mais popular do Brasil, o WhatsApp, falha na proteção dos dados e
da privacidade dos usuários. Essa é a conclusão de um relatório sobre o tema divulgado pelo grupo de defesa de liberdades civis na internet Electronic Frontier Foundation (EFF).
A companhia desenvolvedora do WhatsApp, que tem 800 milhões de usuários no mundo todo,  ganhou apenas uma estrela de cinco possíveis no relatório “Who has your back?” (Quem te defende, em tradução literal) que anualmente avalia como companhias de internet e telecomunicações protegem a privacidade dos seus usuários.
As empresas são avaliadas em critérios que incluem transparência com relação a solicitações de governos e divulgação de política para armazenamento de dados. Segundo a EFF, o WhatsApp só foi aprovado quanto a sua oposição a “backdoors”, recurso implementado na fábrica que garante acesso remoto ao sistema.
“Apesar da EFF ter dado à companhia um ano inteiro para se preparar para a sua inclusão no relatório, ela não adotou nenhuma das melhores práticas que nós identificamos” diz o texto. “O WhatsApp só ganhou crédito pela posição pública do Facebook de se opor à brechas para expor dados de usuários.”
O WhatsApp começou a criptografar as mensagens enviadas por seus usuários no fim do ano passado, como forma de proteger o conteúdo da conversa.  O uso dessa tecnologia, porém, não foi considerado na avaliação da EFF. Ao lado do WhatsApp, na última colocação, está a empresa de telefonia americana AT&T.
Por outro lado, Apple, Adobe, Dropbox, Yahoo, Wikimedia, WordPress.com e Credo Mobile ganharam nota máxima do relatório, atendendo aos cincos pontos fundamentais destacados pela EFF.
Google, Facebook, Twitter e Microsoft, que no ano passado foram destaque com nota máxima, perderam credibilidade neste ano.
Segundo a EFF, o Twitter e o Google falham em não informar seus usuários sobre solicitações de dados pessoas feitos pelo governo. O Google também não publica quais os parâmetros utiliza para responder a demandas da Justiça – mesmo problema identificado na Microsoft.
As falhas do WhatsApp
Segundo o relatório da EFF, o WhatsApp…
- Não segue boas práticas de segurança da indústria, como solicitar garantias antes de fornecer conteúdo de usuários para a Justiça;
- Não publica relatórios de transparência ou um guia de pedidos judiciais de solicitação de dados
- Não promete avisar os usuários sobre pedidos de dados pessoais feitas por governos
- Não publica informações sobre sua política de retenção de dados, como o registro de endereços de IP ou de conteúdo deletado pelo usuário

Veja a avaliação das empresas na íntegra
Divulgação
Fonte: http://blogs.estadao.com.br/link/relatorio-conclui-que-whatsapp-nao-e-um-app-confiavel/

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Presidente Dilma deverá negar que sabia das pedaladas e jogar responsabilidade no ex-secretário

Arno é o novo Cerveró

SÃO PAULO - O que dirá Dilma Rousseff na defesa que terá de entregar ao Tribunal de Contas da União, que nesta quarta-feira deu um inédito e vexatório ultimato à presidente da República?
A versão que aliados da petista têm ventilado, acredite o leitor se quiser, é que Dilma foi enganada pelo ex-secretário do Tesouro Arno Augustin, que teria mandado brasa em desonerações, pedaladas, reduções de tarifa e outras mandracarias fiscais sem comunicar à chefe a real situação das contas do governo.
Resta saber se Dilma terá coragem de recorrer, mais uma vez, ao expediente do "não sabia de nada" e "fui enganada" para explicar as graves e inúmeras irregularidades apontadas no voto do relator Augusto Nardes.
Foi por meio dele que a presidente explicou o fato de o Conselho de Administração da Petrobras, presidido por ela à época, ter aprovado a compra da refinaria de Pasadena em 2006. Disse que o então diretor da área internacional, Nestor Cerveró, hoje preso pela Lava Jato, omitiu cláusulas que mostravam que se tratava de um mau negócio.
Quem ditava a política econômica da dupla Guido Mantega e Arno Augustin –que o governo quer culpar agora pela lambança fiscal flagrada pelo TCU– era a própria Dilma. Foi ela quem urdiu a redução da conta de luz, cantada em prosa, verso e filmes de João Santana como um feito da gestão petista antes de se mostrar um desastre para a economia. O mesmo com as desonerações a granel, o Fies turbinado e outras mágicas com claros propósitos eleitorais.
Mantega e Arno não eram candidatos à reeleição –pelo contrário, já estavam demitidos antes do pleito.
Sem esse supertrunfo, restam dois caminhos a Dilma: retocar a maquiagem dos números rejeitados ou admitir os erros e prometer mudar procedimentos daqui para a frente.
Em ambos os casos, o TCU não tem outro caminho a não ser recomendar a rejeição das contas de 2014, sob risco de se desmoralizar se não o fizer.
____________________________________
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/veramagalhaes/2015/06/1644293-arno-e-o-novo-cervero.shtml

terça-feira, 16 de junho de 2015

Parabéns!


Parabenizamos a professora Fran Moura pelo seu aniversário!

domingo, 14 de junho de 2015

VITÓRIA! G7 diz "tchau, tchau" para os combustíveis fósseis!‏


Muitos disseram que era um sonho impossível, mas alguns dos maiores líderes mundiais acabaram de se comprometer na Cúpula do G7 a tirar os combustíveis fósseis da economia global para sempre! 

Até mesmo a imprensa, normalmente incrédula, está divulgando esse acordo extraordinário. 

É um grande passo para a vitória na cúpula de Paris em dezembro, onde o mundo inteiro pode vir a se unir em torno de uma mesma meta: um mundo sem combustíveis fósseis. Essa é a única maneira de nos salvar da catástrofe causada pelas mudanças climáticas. 

Nos últimos dois anos, nossa comunidade tem feito mobilizações públicas em todo o mundo com esse objetivo. Algumas de nossas ações:

  • nós encabeçamos a marcha do clima, que levou 700 mil pessoas às ruas no ano passado – com a marcha, criamos o momento político que precisávamos;
  • entregamos a dezenas de líderes mundiais nossa petição com 2,7 milhões de assinaturas por energia 100% limpa
  • organizamos um monte de passeatas, negociações de alto nível, pesquisas de opinião e campanhas publicitárias, todas financiadas por nossa comunidade;
  • por dois meses, pressionamos a liderança da cúpula do G7, especialmente a chanceler alemã Angela Merkel, para que o tema entrasse na pauta e houvesse acordo com essa meta.


Nosso trabalho está longe de ser concluído, mas o momento pede celebração. Clique aqui para ler mais sobre o que fizemos e parabenizar a todos os membros desta comunidade maravilhosa! 



Há um ano, as mudanças climáticas pareciam um monstro que perseguia a humanidade e aumentava a probabilidade de nossa extinção, resultado de nossa própria estupidez e corrupção. 

Mas com esperança e boa estratégia (ou seja, com o efeito Avaaz :)), e graças aos esforços de muitos líderes, como a chanceler alemã Angela Merkel e o Papa Francisco, além de organizações como nossos amigos da 350 e à cobertura do jornal britânico The Guardian sobre o desinvestimento em combustíveis fósseis, assim como as pesquisas incríveis de grupos como o World Resources Institute, a maioria dos especialistas agora acredita que a maré está virando. Estamos ganhando força para obter um acordo global em Paris no final do ano, o que irá colocar o mundo nos trilhos certos a caminho de uma solução. Será uma longa luta. Não podemos nos dar ao luxo de baixar a guarda. Hoje celebramos a vitória em uma batalha! 

Com gratidão e alegria, 

Equipe da Avaaz

sábado, 13 de junho de 2015

STF debate religião em escolas públicas

RIO - O Supremo Tribunal Federal (STF) discutirá, na segunda-feira, como ensinar religião nas
escolas públicas sem ferir o Estado laico. Para a audiência pública estão inscritas 227 instituições.
Relator da ação movida pela Procuradoria-Geral da República (PGR), que considera inconstitucional o ensino confessional (em que alunos aprendem fundamentos com professores ligados a determinada religião), o ministro Luís Roberto Barroso ouvirá 31 instituições religiosas, de educação, direitos humanos e pesquisa. Os demais inscritos enviaram contribuições por escrito.
A Ação Direta de Inconstitucionalidade foi proposta em 2010 pela então vice-procuradora geral da República, Deborah Duprat, para quem, na rede pública, devem ser ministradas apenas aulas de religião não confessionais, “sem qualquer tomada de partido por parte dos educadores”. Ela sustenta que a laicidade do Estado brasileiro exige neutralidade em relação às diferentes religiões. Argumenta que as aulas centradas nos aspectos históricos livram o Estado “de influências provenientes do campo religioso”. 
Representante da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) na audiência pública, o ex-deputado Antonio Carlos Biscaia defenderá o ensino religioso na rede pública, incluindo confessional. “Não ofende a laicidade, o Estado não é antirreligioso nem ateu. O ensino religioso é facultativo e tem previsão constitucional”, afirma. Segundo ele, o modelo confessional “ensina os princípios da religião, é diferente da catequese, que é a preparação para os sacramentos”.
Para o ex-deputado, denúncias de alunos que são obrigados a assistir às aulas de uma religião diferente daquela que professam e discriminação de estudantes de religiões de origem africana são problemas que precisam ser resolvidos pelo poder público, mas não justificam o fim das turmas. Esse ensino de religião está previsto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e em acordo do Brasil com a Santa Sé firmado em 2010. Os dois textos falam em ensino facultativo e de múltiplas confissões religiosas.
Por Estados. Diferentes leis estaduais regulamentam o ensino religioso. O Estado do Rio é considerado um marco no ensino confessional e já fez concurso para contratar professores ligados a diferentes religiões, que hoje dão aulas na rede pública. Já o Estado de São Paulo proíbe aulas confessionais nos últimos anos do ensino fundamental.
Depois do julgamento do STF, Estados que não estiverem de acordo com a decisão final da Justiça terão de adaptar a legislação. “O ensino religioso é previsto na Constituição, porém não se explicita como deve ser este ensino. A audiência pública serve para colher o sentimento social e ouvir manifestações plurais”, disse o ministro Barroso, que espera levar seu relatório ao plenário no segundo semestre. 
A Federação Espírita Brasileira (FEB) será representada pelo professor Alvaro Chrispino, defensor da tese de que não deve haver nenhum ensino religioso nas escolas públicas. “Somos contrários ao ensino religioso, mas isso não está em discussão. Então, vamos optar pelo ensino não confessional, fundamentado em valores universais como moral e ética”, disse. 
O professor e advogado Salomão Barros Ximenes falará em nome da associação sem fins lucrativos Ação Educativa. “Apoiamos que o único ensino religioso possível seja o não confessional, com perspectiva científica. Mas achamos que o STF deve ir além e declarar parâmetros de interpretação”, afirmou. Um dos pontos defendidos por ele é que não exista matrícula automática no ensino religioso, mas apenas quando o aluno ou o responsável manifestar interesse.
________________________________________
Fonte: http://educacao.estadao.com.br/noticias/geral,stf-debate-religiao-em-escolas-publicas,1705448

terça-feira, 9 de junho de 2015

Atuação da STVBrasil - Sociedade Terra Viva garante coleta do lixo para a população da comunidade de Reduto

Atuação da STVBrasil - Sociedade Terra Viva garante coleta do lixo na comunidade de Reduto, São Miguel do Gostoso.

A comunidade de Reduto, distante 5 km do centro urbano do município de São Miguel do Gostoso, RN, passou a contar com a coleta pública do lixo a partir do mês de maio de 2015. Serviço público que até então era negado aos moradores da comunidade.

Havia quase uma década que militantes da STVBrasil - Sociedade Terra Viva buscavam a implantação da coleta de lixo na comunidade que está "no meio do caminho" de uma das praias mais belas do Brasil, a praia de Tourinhos. Dirigentes da ONG buscaram o diálogo com a prefeitura, vereadores e secretários, mas nenhum deles se sensibilizou no sentido de apoiar e atender os apelos dos moradores de Reduto. Em todas as ocasiões a explicação sempre era a de que não havia dinheiro para pagar as despesas para com este serviço.

Após várias tentativas sem sucesso, dirigentes da STVBrasil - Sociedade Terra Viva buscaram o apoio do Ministério Público de Touros, responsável pela área, deflagrando uma verdadeira batalha na luta em defesa dos direitos dos moradores de Reduto.

No mês de maio de 2015, a coleta pública do lixo passou a ser feita, uma vez por semana, de forma regular. A população local agradece a intervenção do Ministério Público, no cumprimento do seu papel de agente fiscalizador da lei, e espera que doravante a coleta do lixo possa ser melhorada, com a implantação da coleta seletiva e de atividades de educação ambiental.

Assessoria de Comunicação da STVBrasil
Sociedade Terra Viva
14 anos de luta pelos direitos de nossa gente


Bazar Terra Viva: PROMOÇÕES

P R O M O Ç Õ E S

Sombrinha / guarda-chuva de várias cores.


(Apenas R$ 10,00 cada unidade)
BzTerra Viva
Tel: 32733980    (WZap: 988790727)
Rua Cônego Lustosa, 156, Centro,
São José de Mipibu, RN.
Horário de funcionamento: 8 às 12 horas

Camisetas da hora

(Apenas R$ 18,00 cada unidade)
BzTerra Viva
Tel: 32733980    (WZap: 988790727)
Rua Cônego Lustosa, 156, Centro,
São José de Mipibu, RN.
Horário de funcionamento: 8 às 12 horas

Mochilas


BzTerra Viva
Tel: 32733980    (WZap: 988790727)
Rua Cônego Lustosa, 156, Centro,
São José de Mipibu, RN.
Horário de funcionamento: 8 às 12 horas

domingo, 7 de junho de 2015

Parada Gay de São Paulo 2015




















































Fotografia: Estadão

Cristão contra toda forma de ódio (Parada Gay de São Paulo 2015)


E A PARADA GAY DE SÃO PAULO CAPITULA FRENTE AO DISCURSO CONSERVADOR!

Por Alípio de Sousa Filho*.
O tema público da Parada LGBT de São Paulo, na sua edição 2015, não poderia ter sido pior escolhido: “Eu nasci assim, eu cresci assim: respeite-me!” Mas não espanta que o tema tenha sido dessa maneira elaborado. Há algum tempo, o movimento LGBT, no Brasil, tem dado demonstrações que iria dar uma guinada à direita, cedendo às pressões conservadores, advindas principalmente das correntes religiosas vinculadas às igrejas evangélicas e seus cúmplices.
Jogar para a esfera pública a ideia que a homossexualidade e os gêneros trans (e suas sexualidades) são de origem embrionária, que os indivíduos nascem sexuados e determinados em seus gêneros, é de uma total irresponsabilidade política e profundamente deseducativo quando se trata de pretender a emancipação cultural e política da sociedade brasileira.  Mais não é que uma vexatória capitulação diante do pensamento conservador e do discurso ideológico, que só admitem a existência de sexualidades e práticas de gênero dissidentes da ideologia da heterossexualidade obrigatória, denunciada pelo próprio ativismo gay, quando subordinadas à concepção que as definem como fenômenos cuja causa se situa no domínio do biológico, da genética, uma realidade embrionária ou por uma mistura de aspectos obscuros da zona do psicológico com o fisiobiológico.
Se é certo que boa parta de gays, lésbicas e trans, pelo próprio sofrimento da discriminação, procura argumentos convincentes para si próprios e para os demais à volta sobre as “causas” de sua sexualidade e práticas de gênero, isso deve ser entendido por eles como uma busca que resulta de uma problemática artificialmente imposta pelo discurso ideológico (discurso do preconceito, da discriminação e da sujeição) e, portanto, sem legitimidade, pois o mesmo não se impõe igualmente a heterossexuais. Afinal,  como bem é sabido, não há, na ciência ou no discurso moral, qualquer pergunta sobre a “causa” da heterossexualidade, pois esta é presumida como natural, normal. O que tem servido apenas para negar que se trata de uma instituição social construída como qualquer outra no curso da história e em culturas particulares.
Se muitos gays, lésbicas e trans encontram no argumento do natural, do biológico, na ideia que “nasci assim, cresci assim” (como na canção da Gabriela) a “explicação” para algo tão singular (e social, cultural, histórico, político etc.) como as vivências da sexualidade, aí não está uma verdadeira explicação da gênese ou psicogênese das sexualidades e gêneros dissidentes da norma heterossexual hegemônica. Aí está aquilo que, numa paráfrase de Marx, poderíamos dizer como sendo “o sopro da criatura oprimida, a esperança daqueles que não têm esperança”: em Marx, a entrega à religião tout court, que o autor concebeu como a forma perfeita da ideologia, ao deslocar da história e da política a origem das instituições sociais e, para nosso assunto, sugiro como entrega à ideologia da explicação biológica, pela qual todos se salvam (ou procuram se salvar) da acusação de fazer suas próprias escolhas, mais ainda quando elas não são socialmente legitimadas. Certo, não se trata de qualquer escolha: não se trata de algo como escolher qual roupa vestir, mas ainda assim é uma escolha, opção, preferência de nosso ser e seu desejo por outro ser e o que este representa, pensamos o que pode satisfazer, realizar etc.
Depois de Freud, Foucault e Deleuze, falar de biologia do sexo ou do gênero (“nasci assim, cresci assim”) é voltar a cair em enganos obscurantistas. O ser humano não se orienta por instintos, direção biológica ou determinantes genéticas. O ser humano, por sua falta de especialização e direção biológicas, é um criador de instituições sociais. Ele é somente social e desejo, e boa parte desse desejo fundado no social que o governa. Quantas vezes mais vão ser necessárias repetir que sexo e gênero não são realidades biológicas mas construções culturais, sociais e históricas e, por isso mesmo, realidades inteiramente modificáveis, substituíveis, revogáveis?
Ora, o que é subversivo e revolucionário, no domínio das práticas erótico-sexuais e de gênero, é assumir que o que se deseja e faz é resultado de nossas escolhas, opções, preferências, que resultam em construções, nossas construções, e com todos os ingredientes culturais e sociais a nosso dispor. E que se danem todos os reacionários (e principalmente os cães de guarda da reação conservadora no Brasil, hoje: esses senhores e senhoras das igrejas e seitas evangélicas!), ao não admitirem a liberdade dos indivíduos ao decidirem por sua autonomia erótica e construções de gênero, construções muito particulares, pessoais!
Tola é a compreensão daqueles que optam por admitir que “nasceram gays ou trans” para se fazerem aceitos, como se estivessem a pedir licença para existir, uma vez que, tendo “nascido” não têm a “culpa” do que são, quando deveriam sair às ruas bradando a ilegitimidade das instituições sociais que tornaram a heterossexualidade a única forma legítima da sexualidade, uma pura invenção social, cultural e histórica, como demonstram inúmeros autores e estudos. Como escreveu a filósofa estadunidense Judith Butler, a nossa atitude crítica deve ser essencialmente a decretação da ilegitimidade da realidade instituída, por seu caráter construído, arbitrário, contingente e revogável! Foda-se a ideia (ideológica, isto é, construída, imposta, hegemonizada) segundo a qual a heterossexualidade é a única modalidade natural do sexo humano e, portanto, a única legítima, admissível e institucionalizável! Ao invés de se buscar a “naturalização” da homossexualidade e do gênero trans, o que devemos procurar  é a revogação da heterossexualidade como instituição única, universal, eterna e imutável!
Quando gays, lésbicas e trans procuram sua segurança ontológica, sua tábua de salvação, na ideia que também são “naturais”, “filhos da pródiga natureza”, pela vã ideia que serão aceitos no “reino dos normais”, não sabem o que estão fazendo!    Como se saíssem das páginas do Etienne La Boétie, consentem sua própria “servidão voluntária”, ao consentirem sua própria dominação pela sujeição à ideologia do “gay genético”, “gay biológico”, “trans desde o embrião”, sem qualquer sinal de resistência e crítica a discurso que, ao final, mantém a todos os LGBT na zona do diagnóstico e da patologização. Pois, “ser gay desde o embrião”, na domesticação conservadora e normalizadora, não mais é que uma certidão de nascimento do desvio sexual que atesta a “causa” da diversidade sexual que se faz questão de afirmar. Esta entendida não como uma conquista da liberdade dos indivíduos na afirmação de sua autonomia erótica, de desejo e de construções de gênero mas como mera manifestação das “espécies sexuais” inscritas no DNA animal-humano.
A Parada de São Paulo perde a oportunidade de politizar o debate sobre sexualidade e práticas de gênero, enfrentando o discurso ideológico e conservador como deve: afirmando o direito supremo das pessoas à sua autonomia erótica! E, para isso, não há “causa” biológica, embrionária, de nascimento. Ninguém nasce isso ou aquilo! Nascemos quando nasce o desejo! Nosso desejo é a nossa causa!
A luta LGBT é uma luta política e somente na arena política deve ser travada, sem concessões ao pensamento conservador, ao discurso ideológico e ao poder médico.
Não se nasce mulher, aprende-se a sê-lo, escreveu Simone de Beauvoir, para contestar a ideologia da “essência feminina” como algo natural nas mulheres. Temos que dizer à sociedade: não se nasce gay, lésbica ou trans, como na canção, “somos o que queremos ser”!
____________________________________________________________
*Dr. Alípio de Souza Filho - Sociólogo, professor da UFRN e editor. da Revista Bagoas
Fonte: Carta Potiguar

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Mesmo com crise econômica, Parada Gay lota hotéis na capital paulista

Com menos dinheiro do que o previsto, a Parada Gay chega a sua 19ª edição neste domingo (7). Com restrições orçamentárias, a Prefeitura de São Paulo investirá R$ 1,3 milhão dos R$ 2 milhões que seriam destinados ao evento.
Mesmo assim, a expectativa dos organizadores e do setor hoteleiro é que o movimento se mantenha no nível dos anos anteriores.
De acordo com Bruno Omori, presidente da ABIH (Associação Brasileira da Indústria de Hotéis) do Estado de São Paulo, a taxa de ocupação no próximo fim de semana deve ficar entre 85% e 90% em hotéis econômicos na região da avenida Paulista e da região central.
Apesar do momento de retração da economia nacional, os números não são diferentes dos anos anteriores do evento, afirma Omori.
Segundo Fernando Quaresma, presidente da Associação da Parada do Orgulho LGBT, que organiza o evento, o corte no orçamento dificultou o trabalho de organização. "Era um ano em que esperávamos avanços, mas teve esse corte, apesar de o prefeito Fernando Haddad (PT) ter prometido que manteria o orçamento", afirma.
MENOS DINHEIRO
Quaresma afirma que coube ao governo do Estado o financiamento da Feira Cultural LGBT, no vale do Anhangabaú, que aconteceu nesta quinta (4). "É muito difícil organizar com menos dinheiro. Perde a grandiosidade e a possibilidade de ajudar mais a cidade", afirma.
Neste ano, o tema da 19ª edição da Parada Gay será "Eu nasci assim, eu cresci assim, vou ser sempre assim: respeitem-me". A ideia, dizem os organizadores, é resgatar a alegria da população LGBT, em meio à violência homofóbica do dia a dia.
A concentração será a partir das 10h, em frente ao Masp. A organização da parada não divulga quantas pessoas são esperadas.
Dezoito trios elétricos vão passar pela avenida Paulista. Em um deles estarão as atrizes do seriado "Orange is the New Black", Natasha Lyonne (Nicky Nichols), Uzo Aduba (Crazy Eyes) e Samira Wiley (Poussey). A cantora Valesca Popozuda divulgou que também fará parte do trio.
-
19ª PARADA DO ORGULHO LGBT DE SÃO PAULO
Quando: Domingo (7), das 10h às 21h
Concentração: A partir das 10h, na av. Paulista, no Masp
Parada: Das 12h às 18h (da Paulista à praça da República)
Show: Das 18h às 21h (praça da República)
- 18 trios elétricos: Um deles terá atrizes da série "Orange Is The New Black" e a cantora Valesca Popozuda
__________________________________
Fonte:
- http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2015/06/1638044-mesmo-com-crise-economica-parada-gay-lota-hoteis-na-capital-paulista.shtml
- Fotografia: J.Duran Machfee/Folhapress

quinta-feira, 4 de junho de 2015

quarta-feira, 3 de junho de 2015

O comercial proibido ...



Comercial dO Boticário está sendo boicotado por fundamentalistas por apresentar casais do mesmo sexo trocando presentes no dia dos namorados.

É possível ser contra o amor e a felicidade alheia?

terça-feira, 2 de junho de 2015

Bicicleta dobrável (R$ 600,00)


Vende-se bicicleta dobrável, excelente para cidade e fácil transporte no porta malas do seu carro.
Apensa R$ 600,00

Veja mais detalhes através do link:
http://img.olx.com.br/images/34/347508034660933.jpg 

domingo, 31 de maio de 2015

Nono dígito no celular começa a valer em 6 Estados a partir de hoje

A partir deste domingo (31), o nono dígito no celular será incluído em seis Estados do Nordeste – Alagoas (DDD 82), Ceará (85 e 88), Paraíba (83), Pernambuco (81 e 87), Piauí (86 e 89) e Rio Grande do Norte (84).
A medida vale tanto para ligações feitas de telefones fixos quanto celulares, independente das operadores e do local que a pessoa está ligando. Para enviar mensagens de texto (SMS), também será necessário incluir o 9 antes dos oito números.
De acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), até dia 9 de junho terá um período de transição, no qual quem discar telefones mesmo sem o nono dígito conseguirá fazer a ligação. Entre 10 de junho e 9 de julho, quem esquecer e teclar apenas oito dígitos receberá um alerta sobre a alteração. A partir do dia 10 de julho, só será possível completar ligações digitando nove números. O mesmo vale para SMS.
_________________________________________________________
Fonte: MSN
Blog desenvolvido por Haendel Dantas | Blog O Mipibuense 2009