domingo, 29 de maio de 2016

São José de Mipibu passa a contar com Centro de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência

A STBrasil - Sociedade Terra Viva, através de sua Diretoria Executiva, comunica à população que a partir desta segunda-feira, 30 de maio de 2016, estará dando início as atividades do Centro de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência, que passará a oferecer serviço de atendimento com orientações jurídicas às pessoas com deficiência de São José de Mipibu, RN.

As pessoas com deficiência física, auditiva, visual, mental e múltipla, pessoalmente ou através de seus familiares, podem procurar O CDDPD para agendamento do atendimento.

A diretora executiva da STVBrasil, Conceição Barbosa, explica que "Em razão da frequente procura de pessoas com deficiência que nos chegam em busca de ajuda, decidimos criar este novo serviço com o desejo de socializar as informações sobre os seus direitos e auxiliá-las na garantia da superação das barreiras que limitam o exercício pleno da sua cidadania. Entendemos que não basta criar leis. Para além da teoria é preciso ações efetivas e políticas afirmativas de inclusão e acesso universal. Com este espírito estamos dando a nossa contribuição para transformar nossa São José de Mipibu em uma cidade inclusiva e mais humana. Aproveitamos esta oportunidade para convidar estudantes de direito, serviço social e psicologia para colaboração com estágio voluntário em nosso centro."

O serviço do CDDPD é voluntário e passa a integrar as ações da STVBrasil e será disponibilizado, através de agendamento, na rua Cônego Lustosa, 156, Centro, São José de Mipibu.

Mais informações podem ser obtidas através do telefone 32733980 (das 08 às 12 horas, de segunda à sexta-feira).

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DECRETO Nº 3.298, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1999 considera pessoa com deficiência:

FÍSICA
Alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo humano, acarretando o comprometimento da função física, apresentando-se sob a forma de paraplegia, paraparesia, monoplegia, monoparesia, tetraplegia, tetraparesia, triplegia, triparesia, hemiplegia, hemiparesia, amputação ou ausência de membro, paralisia cerebral, membros com deformidade congênita ou adquirida, exceto as deformidades estéticas e as que não produzam dificuldades para o desempenho de funções.

DEFICIÊNCIA AUDITIVA
Perda parcial ou total das possibilidades auditivas sonoras, variando de graus e níveis na seguinte forma: de 25 a 40 decibéis (db) – surdez leve; de 41 a 55 db – surdez moderada; de 56 a 70 db - surdez acentuada; de 71 a 90 db – surdez severa; acima de 91 db – surdez profunda; e anacusia.

DEFICIÊNCIA VISUAL
Acuidade visual igual ou menor que 20/200 no melhor olho, após a melhor correção, ou campo visual inferior a 20º (tabela de Snellen), ou ocorrência simultânea de ambas as situações.

DEFICIÊNCIA MENTAL
Funcionamento intelectual significativamente inferior à média, com manifestação antes dos dezoito anos e limitações associadas a duas ou mais áreas de habilidades adaptativas, tais como: comunicação, cuidado pessoal, habilidades sociais, utilização da comunidade, saúde e segurança, habilidades acadêmicas, lazer e trabalho.

DEFICIÊNCIA MÚLTIPLA
Associação de duas ou mais deficiências.

quarta-feira, 18 de maio de 2016

STVBrasil - Sociedade Terra Viva na luta contra todas as formas de violência

A vitória do povo mipibuense

Após uma verdadeira batalha judicial que durou anos, o povo de São José de Mipibu venceu a arrogância, a incapacidade, o autoritarismo e a falta de respeito.


Construído no governo da ex-prefeita Norma Ferreira, o "sulancão" foi alvo de críticas de toda a população e era anunciado como a "maior obra" daquela gestão. Várias foram as tentativas de diálogo no sentido de mostrar ao governo que aquele projeto prejudicava a paisagem local e estava eivado de falhas. Agindo como sempre o fez, a, então prefeita, entrincheirou-se no gabinete com meia dúzia de asseclas, recusando-se ao ouvir o clamor do povo.


De forma arrogante, autoritária e irresponsável erigiu sua "Torre de Babel" e lançou sua ira sobre a cidade rebelada. Fincava-se, alí, a bandeira da tirania, simbolizando o abuso de poder e o autoritarismo. Um verdadeiro atentado aos direitos do povo mipibuense.


Nesta manhã, a população testemunhou o resultado de sua luta. A realização plena da vontade popular. O governo municipal, através do Prefeito Arlindo Dantas, promoveu a demolição do "sulancão" e devolveu a praça pública ao seu verdadeiro dono, O POVO.


Que este ato sirva de símbolo da luta popular e de lição à toda classe política.
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Imagens de Bruno Leonardo.

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Direita, volver

A posse de Michel Temer deve marcar a mais brusca guinada ideológica na Presidência da República desde que o marechal Castello Branco vestiu a faixa, em abril de 1964. Após 13 anos de governos reformistas do PT, o país passa ao comando de uma aliança com discurso liberal na economia e conservador em todo o resto. O eleitor não foi consultado sobre as mudanças.

O cavalo de pau fica claro na escalação do ministério, que sugere desprezo à representação política das minorias. Ao substituir a primeira presidente mulher, Temer montou uma equipe só de homens, o que não acontecia desde a era Geisel. Os negros também foram barrados na Esplanada.

O Ministério da Educação foi entregue ao DEM, partido que entrou no Supremo contra as ações afirmativas. A pasta do Desenvolvimento Social, responsável pelo Bolsa Família, acabou nas mãos de um deputado do PMDB que já se referiu ao benefício como uma "coleira política".

Para a Justiça, Temer escolheu o secretário de Segurança de São Paulo. Ele assume com explicações a dar sobre violência policial e maquiagem de estatísticas de criminalidade.

A fauna do Planalto também mudou radicalmente em poucas horas. Além dos políticos que restaram ao seu lado, Dilma Rousseff se despediu cercada por gente de esquerda, como sindicalistas, ex-presos políticos e militantes de movimentos sociais.

A chegada de Temer encheu o palácio de representantes da direita brucutu do Congresso, como os deputados Alberto Fraga e Laerte Bessa, da bancada da bala, e o ruralista Luis Carlos Heinze, que já se referiu a quilombolas, índios e homossexuais como "tudo que não presta".

Depois do pronunciamento de estreia, o presidente interino se reuniu a portas fechadas com líderes religiosos e parlamentares evangélicos. Estavam presentes os pastores Silas Malafaia e Marco Feliciano, que defendem ideias como o projeto da "cura gay". Eles voltaram para casa entusiasmados com o novo regime.
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Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/bernardomellofranco/2016/05/1770853-direita-volver.shtml

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Renan marca sessão que votará impeachment para as 9h de quarta-feira

Após um dia marcado por reviravoltas, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), confirmou nesta segunda-feira, 9, que a sessão para votar o afastamento da presidente Dilma Rousseff começará na quarta-feira, 11 a partir das 9 horas. Ele anunciou que a partir das 15 horas abrirá o livro para que os senadores se inscrevam para falar a favor ou contra a instauração do processo contra a petista por crime de responsabilidade.

Pelo calendário proposto por Renan, a sessão do afastamento de Dilma terá uma série de intervalos: começa às 9 horas e há uma pausa ao meio-dia; é retomada às 13 horas e uma nova paralisação às 18 horas; retorna às 19 horas para realizar concluir os debates e começar a votação, que é aberta e deverá ser realizada por meio do painel eletrônico do plenário.

O presidente do Senado disse que vai se reunir nesta terça-feira, 10, com os líderes partidários a fim de dirimir dúvidas. Entre elas, qual o prazo que haverá para a manifestação, se cinco ou dez minutos para cada um. A defesa de Dilma e o relator da admissibilidade na Comissão Especial do Impeachment, senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), também têm direito a se manifestar.
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Fonte: http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,renan-marca-sessao-que-votara-impeachment-para-as-9h-de-quarta-feira,10000050077

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Por 15 votos a 5, comissão do Senado aprova relatório pelo impeachment de Dilma

A Comissão Especial do Impeachment no Senado aprovou no começo da tarde desta sexta-feira, 6, o parecer do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) pela admissibilidade do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. A aprovação aconteceu pelo placar já esperado de 15 votos a favor e 5 contrários, além da abstenção do presidente da comissão, Raimundo Lira (PMDB-PB), que só votaria em caso de empate.
Placar da votação na Comissão Especial do Impeachment no Senado
A admissão do processo de impeachment contra Dilma vai agora ao plenário do Senado. A expectativa é de que a peça seja lida na segunda-feira, 9, com a votação pelos senadores na quarta-feira, 11 - são necessários 41 votos para a aprovação.
Se aprovada também no plenário do Senado, Dilma será afastada do cargo por até 180 dias, até o julgamento do mérito do processo pela Casa.
Neste período, o vice-presidente Michel Temer assume o comando do Poder Executivo e poderá montar o seu governo, indicando novos ministros e outros cargos.
A Comissão Especial do Impeachment do Senado continua o seu trabalho, desta vez analisando o mérito do processo de impeachment e a culpa ou não da presidente da República. A previsão é que o julgamento final de Dilma Rousseff aconteça por volta de setembro.
Veja como votaram os senadores da comissão:
Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP): SIM
Ana Amélia (PP-RS):  SIM
Antonio Anastasia (PSDB-MG):  SIM
Cássio Cunha Lima (PSDB-PB):  SIM
Dário Berger (PMDB-SC): SIM
Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE): SIM
Gladson Cameli (PP-AC): SIM
Gleisi Hoffmann (PT-PR): NÃO
Helio José (PMDB-DF):  SIM
José Medeiros (PSD-MT): SIM
José Pimentel (PT-CE): NÃO
Lindbergh Farias (PT-RJ): NÃO
Raimundo Lira (PMDB-PB) - presidente, não votou
Romário (PSB-RJ): SIM
Ronaldo Caiado (DEM-GO): SIM
Simone Tebet (PMDB-MS): SIM
Telmário Mota (PDT-RR): NÃO
Vanessa Grazziotin (PC do B-AM): NÃO
Waldemir Moka (PMDB-MS):  SIM
Wellington Fagundes (PR-MT):  SIM
Zeze Perrella (PTB-MG): SIM
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Fonte: http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,por-15-votos-a-5--comissao-do-senado-aprova-relatorio-pelo-impeachment-de-dilma,10000049508

quinta-feira, 5 de maio de 2016

#IUIUIUIUEMPURRARAMCUNHAELECAIU!

EXTRA EXTRA


Suas orações foram atendidas!

Neste momento, em Brasília-DF, oficiais de justiça procuram o presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha, para entrega da decisão liminar do ministro do STF Teori que lhe derruba do cargo de presidente da casa.

Aguardem mais novidades.
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quarta-feira, 4 de maio de 2016

ATENÇÃO EMPRESAS E PESSOAS FÍSICAS, CUIDADO COM A PATRIMONIO CONTABILIDADE LTDA - ME / CNPJ 09.109.084/0001-70)

ATENÇÃO empresários e pessoas físicas, CUIDADO com o escritório PATRIMONIO CONTABILIDADE LTDA-ME / CNPJ 09.109.084/0001-70).

Dirigido pelos sócios Vitor e Elionay, este escritório não merece confiança.
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Anastasia apresenta relatório a favor de processo de impeachment

O senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) apresentou nesta quarta (4) à comissão
especial do impeachment relatório a favor do afastamento da presidente Dilma Rousseff.

Relator do caso na comissão do Senado, Anastasia aponta que há elementos suficientes para que o processo seja aberto e a petista julgada por crime de responsabilidade. Dilma é acusada de editar, em 2015, créditos suplementares e de usar dinheiro de bancos federais em programas do Tesouro, as chamadas "pedaladas fiscais".

"Em face do exposto, consideramos que os fatos criminosos estão devidamente descritos, com indícios suficientes de autoria e materialidade, há plausibilidade na denúncia e atendimento aos pressupostos formais, restando, portanto, atendidos os requisitos exigidos pela lei para que a denunciada responda ao processo de impeachment", diz Anastasia.

O parecer de Anastasia será lido nesta tarde e votado na comissão na próxima sexta (6). Um dia antes, quinta (5), o advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, deve comparecer ao Senado para defender a presidente do documento do senador tucano.

Como já ocorreu em outras sessões, senadores governistas e de oposição bateram boca e a sessão foi suspensa por um minuto.

A bancada do governo reafirmou, por meio dos senadores Gleisi Hoffmman (PT-PR) e Lindbergh Farias (PT-RJ), sua posição contra a atuação de Anastasia pelo fato de ele pertencer ao PSDB, partido interessado no impeachment de Dilma. "Tivemos aqui uma acusação partidarizada. Vamos questionar até o final a presença de um senador do PSDB na relatoria", disse Lindbergh.

O líder da bancada tucana, Cássio Cunha Lima (PB), e outros senadores de oposição reagiram às críticas. "Esse teatro todo é para aparecer na televisão. Agora vai ouvir quieto e sentadinho aí", disse Ricardo Ferraço (PSDB-ES) a Lindbergh Farias. "O senador Anastasia tem as condições políticas e institucionais de ser o relator", ressaltou o tucano.

O PSDB ficou com a relatoria por questão de proporcionalidade de bloco partidário no colegiado.

O clima é de derrota para o governo dentro da comissão. Apenas cinco dos seus 21 titulares são contra a abertura do processo de impeachment. Os trabalhos do colegiado começaram na semana passada - desde então, foram ouvidos os autores da denúncia, a defesa de Dilma e especialistas a favor e contra o impeachment.

Depois da votação na sexta, o caso vai ao plenário do Senado, em sessão prevista para o dia 11, uma quarta-feira. São necessários os votos da maioria simples dos presentes para que o processo seja aceito. No momento, ao menos 51 dos 81 senadores já se manifestaram favoráveis.

Confirmado esse resultado, Dilma será afastada por até 180 dias, período em que será julgada pelos senadores e o vice Michel Teme assumirá interinamente. Nesta etapa, exige-se o mínimo de 54 votos para que ela seja afastada definitivamente. No caso, pelo menos 42 declararam até agora votos neste sentido.
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Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/poder/2016/05/1767705-anastasia-apresenta-relatorio-a-favor-de-processo-de-impeachment.shtml

quarta-feira, 27 de abril de 2016

STVBrasil dobra a RECOMPENSA para R$ 2.000,00


No feriadão de Tiradentes a sede da ONG STVBrasil - Sociedade Terra Viva foi alvo de ladrões, que invadiram a instituição, localizada em São José de Mipibu-RN, e furtaram uma TV LG de 40 polegadas, um Notebook e outros objetos.

RECOMPENSA - R$ 2.000,00

A STVBrasil - Sociedade Terra Viva está oferecendo recompensa de dois mil reais (R$ 2.000,00) para quem fornecer informações que levem a recuperação dos objetos furtados e prisão dos ladrões.

Entre em contato pelos telefones (84) 988790727, 988258474.

Seu nome não será divulgado!

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Ministro do STF quebra sigilo bancário e fiscal do senador José Agripino

O ministro Luís Roberto Barroso, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou a quebra
de sigilo fiscal e bancário do senador José Agripino (DEM-RN), do filho dele, deputado Felipe Maia (DEM-RN) e de 14 de empresas e outros investigados. O senador, presidente nacional do Democratas, é alvo do inquérito 4141/DF, que investiga propina sobre contratos da construção da Arena das Dunas, para a Copa do Mundo 2014, em Natal.
O pedido de quebra de sigilo dos parlamentares é do procurador-geral da República, Rodrigo Janot. "Para desvendar as particularidades das estratégias de lavagem de dinheiro possivelmente adotadas pelo senador José Agripino Maia, cumpre afastar os sigilos fiscal e bancário do parlamentar e dessas pessoas físicas e jurídicas. O período do afastamento de segredo deve abranger os anos de 2010 (um ano antes dos fatos, o que e relevante para fins de fixação de parâmetros e verificação de compatibilidade da evolução patrimonial dos envolvidos) a 2015 (um ano depois dos fatos, em face do caráter permanente do delito de lavagem de dinheiro)."
Janot sustentou ao STF que as investigações "apontam para a efetiva solicitação e recebimento, pelo investigado, de forma oculta e disfarçada, de vantagens pecuniárias indevidas, oriundas de sua intervenção para solucionar entraves referentes a controles externos sofridos pela construção da denominada Arena Dunas, pelo grupo empresarial OAS, além da realização de operações financeiras que consubstanciariam indícios da prática de lavagem de dinheiro".
O STF autorizou também que diligências da Polícia Federal relacionadas ao Hotel Praia de Ponta Negra. Segundo Janot, o hotel não respondeu a ofícios de requisição de informações. "Está-se, aparentemente, diante de desrespeitosa indiferença para com ordem emanada do Supremo Tribunal Federal. No entanto, antes da adoção de medida mais drástica, afigura-se conveniente determinar que a Polícia Federal dirija-se ao estabelecimento em questão e, perante o destinatário dos ofícios, colha informações sobre os motivos para a recalcitrância, obtendo até, eventualmente, os dados almejados."
Defesa
De acordo com o senador José Agripino, "as providências requeridas vão acelerar o processo de esclarecimento dos fatos investigados. Tenho certeza que tornarão clara a improcedência da acusação que me é feita, de conduta irregular na construção da Arena das Dunas."
Já o deputado Felipe Maia diz que "a quebra dos meus sigilos fiscal e bancário, autorizada pelo Supremo Tribunal Federal, contribuirá para esclarecer em definitivo os fatos investigados e comprovará a falta de fundamento e consistência das acusações feitas contra o senador José Agripino e pessoas ligada a ele".
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Fonte: http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2016/04/22/ministro-do-stf-quebra-sigilo-bancario-e-fiscal-do-senador-jose-agripino.htm

quinta-feira, 21 de abril de 2016

PMDB vai unir o Brasil

Editorial

Pela primeira vez, na história do país, um partido vai conseguir unir o povo brasileiro em torno de um ideal.

Caso o processo de impedimento da presidente Dilma seja aprovado e sobrevenha o seu afastamento como consequência, o PMDB terá conseguido se instalar no comando das três casas: a câmara, o senado e a presidência da república, com a ascensão do vice-presidente Michel Temer à cadeira do executivo.

Até então, lutavam nas ruas do Brasil, de um lado a população e de outro o PT, através de seus tentáculos sindicais, sociais e etc, dividindo o território nas cores verde e amarela de um lado e vermelha, de outro. O primeiro pedindo o fim da corrupção e o fortalecimento das instituições que investigam os crimes e o segundo pedindo o barramento dos processos investigatórios.

No meio da batalha, a escória política, investida em mandatos, se apropria da crise para tentar criar uma cortina de fumaça sobre seus crimes e ganhar tempo para buscar vias alternativas de escapar da lei. Bandidos, réus confessos, controlam e manipulam o sistema em patente demonstração do estado de descontrole e insegurança que se encontra a sociedade. Se utilizam até mesmo da fé de muitos para justificar seus crimes bárbaros contra a nação.

O que muita gente ainda não percebeu é que as coisas caminham para o descortinar de um novo horizonte. O cantor Caetano Veloso certa vez falou: "É incrível a força que as coisas parecem ter quando elas precisam acontecer!" E esta frase reforça o que está para acontecer no Brasil, no caso da presidente Dilma vir a ser afastada e o Temer assumir a presidência.

Ocorre que, até o afastamento da Dilma, o arco-íris estava dividido e a cor vermelha não o compunha e andava solitária. Ao assumir, caso aconteça, Temer conseguirá unir todas as cores em um só arco-íris, que não mais sairá às ruas dividido, mas completo e com todo seu esplendor.

E ninguém duvide da força de um arco-íris em todas as suas cores. Estamos diante de uma oportunidade histórica para a população brasileira limpar a sujeira que se abateu sobre o país e refazer seu futuro, extirpando velhos vícios e colocando na prisão aqueles que deles se beneficiam.

Será a vez da união do arco-íris contra as forças do mal: Temer, Renan e Cunha e tudo mais de ruim que usurpa os direitos do povo.

O PMDB vai conseguir unir o Brasil.

domingo, 17 de abril de 2016

Um domingo para a história do Brasil

Editorial

Há pouco, a Câmara dos Deputados decidiu tirar do poder, através do impeachment, a presidente da república Dilma Roussef, sob a acusação de haver praticado crime de responsabilidade.

Até a tarde de hoje, os governistas, liderados pelo ex-sindicalista Lula, davam como certa a extinção do processo na câmara, o que não aconteceu e, por uma sensível vitória, a presidente Dilma, Lula e o PT perderam a disputa e a cabeça da presidente, já combalida, segue em uma bandeja para o senado, onde os oposicionistas já dão como certo o seu afastamento e consequente deposição.

Sob o comando do vice-presidente Michel Temer, o PMDB já tem montado seu governo e espera, ávido, a posse de uma verdadeira matilha de investigados pela justiça.

A situação do país é das piores e não se vislumbra, sequer, a silhueta de um lampejo de esperança. O Brasil de hoje é uma nau a deriva a espreita da tempestade.

Para Dilma, reação demorada foi erro

A presidente Dilma Rousseff chega hoje à mais importante batalha de sua vida sem saber se conseguirá sobreviver, mas convencida de que o seu maior erro não foi enveredar pelo caminho do ajuste nem subestimar o desgaste da Operação Lava Jato ou autorizar manobras conhecidas como pedaladas fiscais. Dilma se penitencia pela demora em reagir à “conspiração” dentro do Palácio do Planalto – promovida, no seu diagnóstico, pelo vice-presidente Michel Temer – e por ter se distanciado de seu “criador”, Luiz Inácio Lula da Silva.

Isolada, sem ouvir quase ninguém, a primeira mulher eleita presidente do Brasil viu a crise política crescer dia após dia, mas nunca acreditou que ela pudesse fugir do controle. Nesse outono de intrigas, traições e fuga de aliados, puxada pelo PMDB, o governo, muitas vezes, pareceu atordoado e sem saber para onde ir. “A vida é mais complexa do que parece”, costuma dizer Dilma, desde que sua popularidade despencou.

A senha para uma ofensiva mais dura contra a ameaça do impeachment foi dada pelo próprio Lula, em 4 de março. Naquele dia, o ex-presidente foi obrigado a depor, no âmbito da Lava Jato, e a Polícia Federal cumpriu mandado de busca e apreensão em sua casa e no Instituto Lula.
A cúpula do PT, em rota de colisão com Dilma, temeu a prisão de seu maior líder. Foi a partir daí que a narrativa do “golpe” e da associação de Temer com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) – réu em ação autorizada pelo Supremo Tribunal Federal, acusado de desviar recursos da Petrobrás –, ganhou força como estratégia de sobrevivência política de Dilma, de Lula e do PT.
“Se a gente não se mexer, vai acabar morrendo”, disse Lula após sair do depoimento, em conversa a portas fechadas com dirigentes do PT, em São Paulo. Dois interlocutores do ex-presidente disseram ao Estado que ele se arrependeu de não ter tentado um acordo com Dilma para ser candidato, em 2014. Já àquela época, temia que sua afilhada, mesmo ganhando, não conseguisse governar
“Vocês podem não gostar dela, mas é o nosso projeto que está em jogo. Não podemos sair das ruas. Precisamos defender a Dilma”, insistiu ele, na sede do PT. 
Jararaca. Diante das câmeras de TV, logo em seguida, Lula não deixou dúvidas de como seria a reação. Tudo foi montado para proteger o ex-presidente, único nome que o PT dispõe, até agora, para disputar a sucessão de Dilma. “Se quiseram matar a jararaca, não bateram na cabeça. Bateram no rabo e a jararaca está viva, como sempre esteve”, gritou Lula, naquele 4 de março.
Treze dias depois, com o Planalto cercado por seguranças e manifestantes na Praça dos Três Poderes, Lula tomava posse como ministro da Casa Civil, mas sua nomeação foi suspensa por decisão judicial e até hoje aguarda julgamento do Supremo.
Na véspera, o vazamento de uma conversa entre Dilma e o líder petista, gravada pela Polícia Federal, agitou o mundo político e causou outro estrago. Pelo telefone, a presidente dizia a Lula que enviaria a ele o “termo de posse” no Ministério, para uso “em caso de necessidade”.
Os investigadores da Operação Lava Jato interpretaram o diálogo grampeado como uma tentativa de Lula de fugir da alçada do juiz Sérgio Moro, de primeira instância, e ganhar foro privilegiado no Supremo Tribunal Federal. A crise se agravou ainda mais.
O desarranjo na economia, com forte recessão e desemprego, fez um ministro do PT apostar no pior cenário, na semana passada. O argumento dele era simples: em 2005, no escândalo do mensalão, Lula e o partido conseguiram dar a volta por cima porque as pessoas tinham “dinheiro no bolso”, situação oposta à de hoje.
Sem o marqueteiro João Santana – preso em fevereiro pela Lava Jato –, o governo acabou agindo de acordo com estratégia definida por Lula, guiada por pesquisas de opinião.
Foi dele a ideia de carimbar o impeachment como “golpe”, manobra para “sentar na cadeira antes da hora” e também de ligar Temer e Cunha a um conluio dos que querem interromper o combate à corrupção. Na última hora, Dilma divulgou um vídeo nas redes sociais, acusando Temer de querer acabar com programas como o Bolsa Família e o Minha Casa, Minha Vida. “É uma mentira rasteira”, reagiu Temer.
Sem poder despachar no Planalto, Lula tem usado uma suíte do hotel Royal Tulip, em Brasília, como “bunker” de negociações políticas. Há quase um mês, recebe deputados, senadores, dirigentes de partidos e até governadores. “Nunca pensei que chegássemos a essa situação tão crítica”, desabafou ele.
Aos mais próximos, Lula contou que se arrependeu de ter aceitado a Casa Civil, no momento em que a Polícia Federal e o Ministério Público investigam a propriedade de um sítio em Atibaia e de um triplex no Guarujá.
“Ficou parecendo que eu queria me salvar, mas não era isso”, afirmou Lula, que nega ser dono dos imóveis. “A Dilma me fez um apelo desesperado. Em agosto, ela já tinha me convidado e eu respondi: ‘Se nem Fidel e Che couberam em Cuba, como nós dois vamos caber no mesmo Palácio? Eu disse que poderia presidir o Conselhão, mas ela não quis. Não podia ver o governo desmoronando e não fazer nada. Eu tinha que ajudar”, emendou ele, numa referência ao Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social.
‘Não passarão’. A entrada de Lula no governo, ainda que não consumada oficialmente, provocou novos protestos e atiçou a oposição. Mas o Planalto também foi pego no contrapé com a delação premiada do senador Delcídio Amaral (ex-PT-MS). Ex-líder do governo no Senado, Delcídio acusou Dilma de interferir na Lava Jato por meio Supremo e do Superior Tribunal de Justiça. Afirmou, ainda, que foi Lula quem o mandou procurar o ex-diretor da Petrobrás Néstor Cerveró, para impedir que ele contasse o que sabia. Temer e o senador Aécio Neves (MG), presidente do PSDB, também foram citados por Delcídio, que envolveu 74 pessoas em seus depoimentos.
“Nunca pensei que ele fosse esse canalha”, disse o ministro do Gabinete Pessoal da Presidência, Jaques Wagner. “Nós precisamos reagir à destilaria de ódio”. Na batalha, o Planalto foi transformado em tribuna contra o impeachment e teve seus salões tomados por juristas, professores, estudantes, mulheres e representantes de vários movimentos, que se revezavam ao microfone.
No último dia 7, a aposentada Maria José Pereira Said, de 87 anos, se postou ao pé da rampa que liga o Salão Nobre ao terceiro andar do Planalto, onde fica o gabinete presidencial, no fim de uma manifestação promovida por mulheres.
“Força, Dilma!”, exclamou ela. Cercada por seguranças, a presidente voltou alguns passos, agachou-se e deu um beijo nos cabelos brancos de dona Zezé. Tinha os olhos marejados.
Com o grito de guerra “Não Passarão” – lema da resistência republicana durante a Guerra Civil Espanhola (1936-1939) – e o mote da defesa da democracia, o PT conseguiu, a duras penas, reconquistar movimentos sociais e até intelectuais que haviam se afastado do partido, após os escândalos de corrupção.
Mesmo assim, o protesto de 13 de março – a maior manifestação da história do País – aumentou a pressão pela saída de Dilma. Naquele dia à noite, em reunião com ministros, no Palácio da Alvorada, ela não escondeu o abatimento. “Uma das características estarrecedoras daquela manifestação foi a rejeição da política”, disse a presidente, na quarta-feira, a jornalistas. “Isso nunca levou a nada de bom”.
Com Lula no palanque, os contrários ao impeachment foram às ruas em 18 de março, num ato que surpreendeu o governo pelo tamanho. Voltaram no dia 31, data que marcou os 52 anos do golpe de 1964. 
Pouco antes, o PMDB rompeu com o governo e emissários de Temer começaram a negociar a formação de um novo Ministério com antigos aliados de Dilma, como o PP e o PTB. Na tentativa de conter os dissidentes, a distribuição dos cargos foi ampliada por Dilma, mas muitos a abandonaram à própria sorte.
O Palácio do Jaburu, residência oficial do vice-presidente, passou a ser chamado pelo “núcleo duro” do Planalto de quartel-general dos traidores.
Nos bastidores, porém, o governo avalia que a ação de Temer para ocupar a cadeira de Dilma começou bem antes, logo após 8 de março de 2015, quando ela foi alvo de “panelaço” ao fazer um pronunciamento na TV, em homenagem ao Dia da Mulher, e defender o ajuste fiscal.
‘Alô, alô?’. O vice assumiu a articulação política do Planalto com o Congresso em abril daquele ano e, quatro meses depois, entregou o cargo. O movimento marcou sua aproximação com líderes do PSDB, que hoje o apoiam no combate a Dilma. “Desde aquela época, queriam derrubar o governo por dentro”, resumiu o líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE). 
A relação de Dilma e Temer nunca foi das melhores, mas o casamento de fachada continuava. Em 2014, porém, o vice deu sinais de que a renovação do enlace de papel passado não duraria muito.
Às vésperas da campanha pelo segundo mandato, o telefone tocou no gabinete de Temer. Do outro lado da linha, o tom de voz era tão alto que ele pôs o aparelho longe do ouvido. “Alô, alô, alô?”, repetiu, pausadamente, como se nada ouvisse. Um minuto depois, desligou.
O telefone chamou de novo. Irritada, Dilma continuou o “monólogo” do ponto onde a ligação fora interrompida, pedindo providências para conter Eduardo Cunha, então líder do PMDB, que se voltava contra o governo. “Mas era a senhora ao telefone? Desculpe, não percebi”, respondeu o vice, irônico. “Tinha uma pessoa aí gritando tanto que não dava para saber quem estava falando.”
No primeiro mandato, em 2011, Dilma também ligou para Temer, que estava em São Paulo, para cobrar apoio do PMDB numa votação do Código Florestal. Estava exaltada. “Acho que a senhora ligou para a pessoa errada”, respondeu o vice, que comanda o PMDB. “Eu estou acostumado a lidar com presidentes da República e todos sempre me trataram com muita educação”.
Em dezembro do ano passado, Temer enviou uma carta a Dilma, queixando-se de ter passado quatro anos como um “vice decorativo”. “Que coisa estranha!”, comentou Dilma, ao receber a correspondência no Alvorada.
No início da semana, com o divórcio já em fase adiantada, Temer deixou vazar um áudio a um grupo de deputados do PMDB, no qual apresentava as diretrizes de um “governo de salvação nacional” comandado por ele. “Isso passou de todos os limites”, esbravejou Dilma. “Não vai ficar assim. Quem ele pensa que é? Posa de estadista e age com essa pequenez?”
No Planalto, a mensagem do vice foi batizada de WhatsApp ao Povo Brasileiro, referência jocosa à Carta ao Povo Brasileiro, divulgada por Lula na campanha de 2002, para acalmar o mercado. Ao contrário de 2002, porém, o desfecho dessa história é imprevisível.
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Fonte: http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,para-dilma--reacao-demorada-foi-erro,10000026487

sábado, 16 de abril de 2016

Oposição entra com queixa-crime contra Dilma e Lula por troca de cargos por votos

Liderados pelo DEM, partidos de oposição protocolam neste sábado uma queixa-crime na Polícia Federal contra a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula por compra de votos de deputados. Governadores de Estados do Nordeste que defendem Dilma e também passaram a pressionar parlamentares também devem ser acusados na peça.
"Você não pode usar recursos públicos para converter votos de deputados. Isso é uso da máquina pública em benefício próprio. É desvio de finalidade, uma repetição do método petista que levou ao mensalão e ao petrolão, mais um escândalo para ganhar na mão grande", disse o deputado Mendonça Filho (DEM-PE). "Um crime praticado contra atuação legítima dos parlamentares, que têm o direito e o dever de votar livres, não sob um processo de intimidação patrocinado pelo governo Dilma Rousseff."
O deputado disse que o governo promove nomeações, demarcação de terras e liberação de recursos para Estados e municípios como "moeda de troca" pelo voto.
O DEM acusa como indícios de crimes, por exemplo, a recente transferência de terras da União ao Estado do Amapá, governado por Waldez Góes (PDT), aliado do clã Sarney. Em uma síntese da representação distribuída a jornalistas pelo DEM, a transferência é apontada como corrupção ativa e teria o objetivo de garantir oito votos da bancada ao Planalto. Antes, diz a legenda, havia seis indecisos e dois contrários ao Planalto.
A transferência era um antigo pleito do Estado, um dos últimos que deixou de ser território federal, em 1988, e foi assinada nesta sexta-feir­­­a no Palácio do Planalto, na presença de parlamentares do Estado e de Waldez Góes. Segundo o governo, cerca de 95% das terras do Amapá ainda eram de domínio da União.
Eles afirmam que não representaram ao Ministério Público Federal porque a Procuradoria-Geral da República está sem plantão. "Queremos saber se as autoridades constituídas vão assistir de camarote a compra de votos perpetrada pelo Palácio do Planalto", diz o documento de uma página.
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Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/oposicao-entra-com-queixa-crime-contra-dilma-e-lula-por-troca-de-cargos-por-votos

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Qual a sua opinião sobre o impeachment da presidente Dilma?


O Mipibuense quer saber a sua opinião sobre o impeahment da presidente Dilma.

Responda a pesquisa ao lado, marcando a resposta de acordo com a sua opinião.

O resultado será divulgado no próximo sábado, 16/04/2016.

O Mipibuense

Evolução do placar do impeachment da Dilma



















Perguntas dos leitores:
1- Porque alguns deputados, inclusive do RN, não estão "em cima do muro"? E$perando o que?
2- O político, cujo mandato é dado pela população, pode votar contra o interesse dos seus eleitores?
3- Quanto ou quantos cargos vale um voto contra o impeachment?
4- Aprovado o impeachment, o Brasil vai aceitar um bandido na presidência?
5- É lícito um governo instalar, em Brasília, uma feira de troca de votos por cargos?
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