sábado, 13 de junho de 2015

STF debate religião em escolas públicas

RIO - O Supremo Tribunal Federal (STF) discutirá, na segunda-feira, como ensinar religião nas
escolas públicas sem ferir o Estado laico. Para a audiência pública estão inscritas 227 instituições.
Relator da ação movida pela Procuradoria-Geral da República (PGR), que considera inconstitucional o ensino confessional (em que alunos aprendem fundamentos com professores ligados a determinada religião), o ministro Luís Roberto Barroso ouvirá 31 instituições religiosas, de educação, direitos humanos e pesquisa. Os demais inscritos enviaram contribuições por escrito.
A Ação Direta de Inconstitucionalidade foi proposta em 2010 pela então vice-procuradora geral da República, Deborah Duprat, para quem, na rede pública, devem ser ministradas apenas aulas de religião não confessionais, “sem qualquer tomada de partido por parte dos educadores”. Ela sustenta que a laicidade do Estado brasileiro exige neutralidade em relação às diferentes religiões. Argumenta que as aulas centradas nos aspectos históricos livram o Estado “de influências provenientes do campo religioso”. 
Representante da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) na audiência pública, o ex-deputado Antonio Carlos Biscaia defenderá o ensino religioso na rede pública, incluindo confessional. “Não ofende a laicidade, o Estado não é antirreligioso nem ateu. O ensino religioso é facultativo e tem previsão constitucional”, afirma. Segundo ele, o modelo confessional “ensina os princípios da religião, é diferente da catequese, que é a preparação para os sacramentos”.
Para o ex-deputado, denúncias de alunos que são obrigados a assistir às aulas de uma religião diferente daquela que professam e discriminação de estudantes de religiões de origem africana são problemas que precisam ser resolvidos pelo poder público, mas não justificam o fim das turmas. Esse ensino de religião está previsto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e em acordo do Brasil com a Santa Sé firmado em 2010. Os dois textos falam em ensino facultativo e de múltiplas confissões religiosas.
Por Estados. Diferentes leis estaduais regulamentam o ensino religioso. O Estado do Rio é considerado um marco no ensino confessional e já fez concurso para contratar professores ligados a diferentes religiões, que hoje dão aulas na rede pública. Já o Estado de São Paulo proíbe aulas confessionais nos últimos anos do ensino fundamental.
Depois do julgamento do STF, Estados que não estiverem de acordo com a decisão final da Justiça terão de adaptar a legislação. “O ensino religioso é previsto na Constituição, porém não se explicita como deve ser este ensino. A audiência pública serve para colher o sentimento social e ouvir manifestações plurais”, disse o ministro Barroso, que espera levar seu relatório ao plenário no segundo semestre. 
A Federação Espírita Brasileira (FEB) será representada pelo professor Alvaro Chrispino, defensor da tese de que não deve haver nenhum ensino religioso nas escolas públicas. “Somos contrários ao ensino religioso, mas isso não está em discussão. Então, vamos optar pelo ensino não confessional, fundamentado em valores universais como moral e ética”, disse. 
O professor e advogado Salomão Barros Ximenes falará em nome da associação sem fins lucrativos Ação Educativa. “Apoiamos que o único ensino religioso possível seja o não confessional, com perspectiva científica. Mas achamos que o STF deve ir além e declarar parâmetros de interpretação”, afirmou. Um dos pontos defendidos por ele é que não exista matrícula automática no ensino religioso, mas apenas quando o aluno ou o responsável manifestar interesse.
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Fonte: http://educacao.estadao.com.br/noticias/geral,stf-debate-religiao-em-escolas-publicas,1705448

terça-feira, 9 de junho de 2015

Atuação da STVBrasil - Sociedade Terra Viva garante coleta do lixo para a população da comunidade de Reduto

Atuação da STVBrasil - Sociedade Terra Viva garante coleta do lixo na comunidade de Reduto, São Miguel do Gostoso.

A comunidade de Reduto, distante 5 km do centro urbano do município de São Miguel do Gostoso, RN, passou a contar com a coleta pública do lixo a partir do mês de maio de 2015. Serviço público que até então era negado aos moradores da comunidade.

Havia quase uma década que militantes da STVBrasil - Sociedade Terra Viva buscavam a implantação da coleta de lixo na comunidade que está "no meio do caminho" de uma das praias mais belas do Brasil, a praia de Tourinhos. Dirigentes da ONG buscaram o diálogo com a prefeitura, vereadores e secretários, mas nenhum deles se sensibilizou no sentido de apoiar e atender os apelos dos moradores de Reduto. Em todas as ocasiões a explicação sempre era a de que não havia dinheiro para pagar as despesas para com este serviço.

Após várias tentativas sem sucesso, dirigentes da STVBrasil - Sociedade Terra Viva buscaram o apoio do Ministério Público de Touros, responsável pela área, deflagrando uma verdadeira batalha na luta em defesa dos direitos dos moradores de Reduto.

No mês de maio de 2015, a coleta pública do lixo passou a ser feita, uma vez por semana, de forma regular. A população local agradece a intervenção do Ministério Público, no cumprimento do seu papel de agente fiscalizador da lei, e espera que doravante a coleta do lixo possa ser melhorada, com a implantação da coleta seletiva e de atividades de educação ambiental.

Assessoria de Comunicação da STVBrasil
Sociedade Terra Viva
14 anos de luta pelos direitos de nossa gente


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domingo, 7 de junho de 2015

Parada Gay de São Paulo 2015




















































Fotografia: Estadão

Cristão contra toda forma de ódio (Parada Gay de São Paulo 2015)


E A PARADA GAY DE SÃO PAULO CAPITULA FRENTE AO DISCURSO CONSERVADOR!

Por Alípio de Sousa Filho*.
O tema público da Parada LGBT de São Paulo, na sua edição 2015, não poderia ter sido pior escolhido: “Eu nasci assim, eu cresci assim: respeite-me!” Mas não espanta que o tema tenha sido dessa maneira elaborado. Há algum tempo, o movimento LGBT, no Brasil, tem dado demonstrações que iria dar uma guinada à direita, cedendo às pressões conservadores, advindas principalmente das correntes religiosas vinculadas às igrejas evangélicas e seus cúmplices.
Jogar para a esfera pública a ideia que a homossexualidade e os gêneros trans (e suas sexualidades) são de origem embrionária, que os indivíduos nascem sexuados e determinados em seus gêneros, é de uma total irresponsabilidade política e profundamente deseducativo quando se trata de pretender a emancipação cultural e política da sociedade brasileira.  Mais não é que uma vexatória capitulação diante do pensamento conservador e do discurso ideológico, que só admitem a existência de sexualidades e práticas de gênero dissidentes da ideologia da heterossexualidade obrigatória, denunciada pelo próprio ativismo gay, quando subordinadas à concepção que as definem como fenômenos cuja causa se situa no domínio do biológico, da genética, uma realidade embrionária ou por uma mistura de aspectos obscuros da zona do psicológico com o fisiobiológico.
Se é certo que boa parta de gays, lésbicas e trans, pelo próprio sofrimento da discriminação, procura argumentos convincentes para si próprios e para os demais à volta sobre as “causas” de sua sexualidade e práticas de gênero, isso deve ser entendido por eles como uma busca que resulta de uma problemática artificialmente imposta pelo discurso ideológico (discurso do preconceito, da discriminação e da sujeição) e, portanto, sem legitimidade, pois o mesmo não se impõe igualmente a heterossexuais. Afinal,  como bem é sabido, não há, na ciência ou no discurso moral, qualquer pergunta sobre a “causa” da heterossexualidade, pois esta é presumida como natural, normal. O que tem servido apenas para negar que se trata de uma instituição social construída como qualquer outra no curso da história e em culturas particulares.
Se muitos gays, lésbicas e trans encontram no argumento do natural, do biológico, na ideia que “nasci assim, cresci assim” (como na canção da Gabriela) a “explicação” para algo tão singular (e social, cultural, histórico, político etc.) como as vivências da sexualidade, aí não está uma verdadeira explicação da gênese ou psicogênese das sexualidades e gêneros dissidentes da norma heterossexual hegemônica. Aí está aquilo que, numa paráfrase de Marx, poderíamos dizer como sendo “o sopro da criatura oprimida, a esperança daqueles que não têm esperança”: em Marx, a entrega à religião tout court, que o autor concebeu como a forma perfeita da ideologia, ao deslocar da história e da política a origem das instituições sociais e, para nosso assunto, sugiro como entrega à ideologia da explicação biológica, pela qual todos se salvam (ou procuram se salvar) da acusação de fazer suas próprias escolhas, mais ainda quando elas não são socialmente legitimadas. Certo, não se trata de qualquer escolha: não se trata de algo como escolher qual roupa vestir, mas ainda assim é uma escolha, opção, preferência de nosso ser e seu desejo por outro ser e o que este representa, pensamos o que pode satisfazer, realizar etc.
Depois de Freud, Foucault e Deleuze, falar de biologia do sexo ou do gênero (“nasci assim, cresci assim”) é voltar a cair em enganos obscurantistas. O ser humano não se orienta por instintos, direção biológica ou determinantes genéticas. O ser humano, por sua falta de especialização e direção biológicas, é um criador de instituições sociais. Ele é somente social e desejo, e boa parte desse desejo fundado no social que o governa. Quantas vezes mais vão ser necessárias repetir que sexo e gênero não são realidades biológicas mas construções culturais, sociais e históricas e, por isso mesmo, realidades inteiramente modificáveis, substituíveis, revogáveis?
Ora, o que é subversivo e revolucionário, no domínio das práticas erótico-sexuais e de gênero, é assumir que o que se deseja e faz é resultado de nossas escolhas, opções, preferências, que resultam em construções, nossas construções, e com todos os ingredientes culturais e sociais a nosso dispor. E que se danem todos os reacionários (e principalmente os cães de guarda da reação conservadora no Brasil, hoje: esses senhores e senhoras das igrejas e seitas evangélicas!), ao não admitirem a liberdade dos indivíduos ao decidirem por sua autonomia erótica e construções de gênero, construções muito particulares, pessoais!
Tola é a compreensão daqueles que optam por admitir que “nasceram gays ou trans” para se fazerem aceitos, como se estivessem a pedir licença para existir, uma vez que, tendo “nascido” não têm a “culpa” do que são, quando deveriam sair às ruas bradando a ilegitimidade das instituições sociais que tornaram a heterossexualidade a única forma legítima da sexualidade, uma pura invenção social, cultural e histórica, como demonstram inúmeros autores e estudos. Como escreveu a filósofa estadunidense Judith Butler, a nossa atitude crítica deve ser essencialmente a decretação da ilegitimidade da realidade instituída, por seu caráter construído, arbitrário, contingente e revogável! Foda-se a ideia (ideológica, isto é, construída, imposta, hegemonizada) segundo a qual a heterossexualidade é a única modalidade natural do sexo humano e, portanto, a única legítima, admissível e institucionalizável! Ao invés de se buscar a “naturalização” da homossexualidade e do gênero trans, o que devemos procurar  é a revogação da heterossexualidade como instituição única, universal, eterna e imutável!
Quando gays, lésbicas e trans procuram sua segurança ontológica, sua tábua de salvação, na ideia que também são “naturais”, “filhos da pródiga natureza”, pela vã ideia que serão aceitos no “reino dos normais”, não sabem o que estão fazendo!    Como se saíssem das páginas do Etienne La Boétie, consentem sua própria “servidão voluntária”, ao consentirem sua própria dominação pela sujeição à ideologia do “gay genético”, “gay biológico”, “trans desde o embrião”, sem qualquer sinal de resistência e crítica a discurso que, ao final, mantém a todos os LGBT na zona do diagnóstico e da patologização. Pois, “ser gay desde o embrião”, na domesticação conservadora e normalizadora, não mais é que uma certidão de nascimento do desvio sexual que atesta a “causa” da diversidade sexual que se faz questão de afirmar. Esta entendida não como uma conquista da liberdade dos indivíduos na afirmação de sua autonomia erótica, de desejo e de construções de gênero mas como mera manifestação das “espécies sexuais” inscritas no DNA animal-humano.
A Parada de São Paulo perde a oportunidade de politizar o debate sobre sexualidade e práticas de gênero, enfrentando o discurso ideológico e conservador como deve: afirmando o direito supremo das pessoas à sua autonomia erótica! E, para isso, não há “causa” biológica, embrionária, de nascimento. Ninguém nasce isso ou aquilo! Nascemos quando nasce o desejo! Nosso desejo é a nossa causa!
A luta LGBT é uma luta política e somente na arena política deve ser travada, sem concessões ao pensamento conservador, ao discurso ideológico e ao poder médico.
Não se nasce mulher, aprende-se a sê-lo, escreveu Simone de Beauvoir, para contestar a ideologia da “essência feminina” como algo natural nas mulheres. Temos que dizer à sociedade: não se nasce gay, lésbica ou trans, como na canção, “somos o que queremos ser”!
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*Dr. Alípio de Souza Filho - Sociólogo, professor da UFRN e editor. da Revista Bagoas
Fonte: Carta Potiguar

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Mesmo com crise econômica, Parada Gay lota hotéis na capital paulista

Com menos dinheiro do que o previsto, a Parada Gay chega a sua 19ª edição neste domingo (7). Com restrições orçamentárias, a Prefeitura de São Paulo investirá R$ 1,3 milhão dos R$ 2 milhões que seriam destinados ao evento.
Mesmo assim, a expectativa dos organizadores e do setor hoteleiro é que o movimento se mantenha no nível dos anos anteriores.
De acordo com Bruno Omori, presidente da ABIH (Associação Brasileira da Indústria de Hotéis) do Estado de São Paulo, a taxa de ocupação no próximo fim de semana deve ficar entre 85% e 90% em hotéis econômicos na região da avenida Paulista e da região central.
Apesar do momento de retração da economia nacional, os números não são diferentes dos anos anteriores do evento, afirma Omori.
Segundo Fernando Quaresma, presidente da Associação da Parada do Orgulho LGBT, que organiza o evento, o corte no orçamento dificultou o trabalho de organização. "Era um ano em que esperávamos avanços, mas teve esse corte, apesar de o prefeito Fernando Haddad (PT) ter prometido que manteria o orçamento", afirma.
MENOS DINHEIRO
Quaresma afirma que coube ao governo do Estado o financiamento da Feira Cultural LGBT, no vale do Anhangabaú, que aconteceu nesta quinta (4). "É muito difícil organizar com menos dinheiro. Perde a grandiosidade e a possibilidade de ajudar mais a cidade", afirma.
Neste ano, o tema da 19ª edição da Parada Gay será "Eu nasci assim, eu cresci assim, vou ser sempre assim: respeitem-me". A ideia, dizem os organizadores, é resgatar a alegria da população LGBT, em meio à violência homofóbica do dia a dia.
A concentração será a partir das 10h, em frente ao Masp. A organização da parada não divulga quantas pessoas são esperadas.
Dezoito trios elétricos vão passar pela avenida Paulista. Em um deles estarão as atrizes do seriado "Orange is the New Black", Natasha Lyonne (Nicky Nichols), Uzo Aduba (Crazy Eyes) e Samira Wiley (Poussey). A cantora Valesca Popozuda divulgou que também fará parte do trio.
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19ª PARADA DO ORGULHO LGBT DE SÃO PAULO
Quando: Domingo (7), das 10h às 21h
Concentração: A partir das 10h, na av. Paulista, no Masp
Parada: Das 12h às 18h (da Paulista à praça da República)
Show: Das 18h às 21h (praça da República)
- 18 trios elétricos: Um deles terá atrizes da série "Orange Is The New Black" e a cantora Valesca Popozuda
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Fonte:
- http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2015/06/1638044-mesmo-com-crise-economica-parada-gay-lota-hoteis-na-capital-paulista.shtml
- Fotografia: J.Duran Machfee/Folhapress

quinta-feira, 4 de junho de 2015

quarta-feira, 3 de junho de 2015

O comercial proibido ...



Comercial dO Boticário está sendo boicotado por fundamentalistas por apresentar casais do mesmo sexo trocando presentes no dia dos namorados.

É possível ser contra o amor e a felicidade alheia?

terça-feira, 2 de junho de 2015

Bicicleta dobrável (R$ 600,00)


Vende-se bicicleta dobrável, excelente para cidade e fácil transporte no porta malas do seu carro.
Apensa R$ 600,00

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domingo, 31 de maio de 2015

Nono dígito no celular começa a valer em 6 Estados a partir de hoje

A partir deste domingo (31), o nono dígito no celular será incluído em seis Estados do Nordeste – Alagoas (DDD 82), Ceará (85 e 88), Paraíba (83), Pernambuco (81 e 87), Piauí (86 e 89) e Rio Grande do Norte (84).
A medida vale tanto para ligações feitas de telefones fixos quanto celulares, independente das operadores e do local que a pessoa está ligando. Para enviar mensagens de texto (SMS), também será necessário incluir o 9 antes dos oito números.
De acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), até dia 9 de junho terá um período de transição, no qual quem discar telefones mesmo sem o nono dígito conseguirá fazer a ligação. Entre 10 de junho e 9 de julho, quem esquecer e teclar apenas oito dígitos receberá um alerta sobre a alteração. A partir do dia 10 de julho, só será possível completar ligações digitando nove números. O mesmo vale para SMS.
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Fonte: MSN

quarta-feira, 27 de maio de 2015

CONVITE


Para os amantes da boa música ... (HOJE - 20 horas, no TAM)

OSRN: contratenor mexicano Gamaliel Reynoso participa de concerto
Os solistas convidados para o concerto de maio da Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte (OSRN) são dois grandes cantores, o contratenor mexicano Gamaliel Reynoso Mejia e a mezzo-soprano gaúcha Ângela Diel. A apresentação será a partir das 20h desta quarta-feira (27), no Teatro Alberto Maranhão. A batuta é do maestro Dr. Linus Lerner.
Gamaliel Reynoso Mejia foi o primeiro solista contratenor com a Orquestra Sinfônica do Estado de México. Ele participa desde criança de turnês internacionais em países como Estados Unidos da América, Coréia do Sul, Cuba, Brasil e China (2002-2006).
Nasceu em Toluca no Mexico. Estudou licenciatura em ópera no Conservatório Nacional de Música e também foi aluno da Oficina de Opera de Sinaloa. Entre os destaques de sua carreira está a participação na estreia da ópera "Rinaldo" com o famoso flautista Maestro Horacio Franco no México. 
Angela Diel se destacou nacionalmente obtendo o 1º lugar no Concurso Jovens Solistas de Curitiba, e o prêmio de melhor voz feminina no Concurso Nacional Carlos Gomes do Rio de Janeiro.
É natural de Cruzeiro do Sul/RS, radicada em Porto Alegre para cursar Direito e Música. Costuma se apresentar em Óperas, Oratórios, Missas e Cantatas com Orquestras.
Lançou dois álbuns, “Cantares” e `Canto Brasileiro”. Ao lado de diversos pianistas, também realiza recitais pelo país e no exterior – Uruguai, Argentina, Bélgica, Alemanha, Luxemburgo, Portugal.  

Confira o repertório do concerto.  
-       Verdi, Giuseppe – Abertura: A Força do Destino
-       Händel, Georg Friedrich - Lascia Ch’io Pianga: Rinaldo
-       Händel, Georg Friedrich –Vivi, Tiranno: Rodelinda
-       Pergolesi, Giovanni Battista - Inflammatus et Accensus: Stabat Mater
-       Verdi, Giuseppe - Abertura: Nabucco
-       Vivaldi, Antonio - Qui sedes adexteran patris: Gloria
-       Vivaldi, Antonio - Laudamus te: Gloria
-       Gluck, Christoph Willibald - Addio, addio o miei sospiri: Orfeo e Euridice
-       Tchaikovsky, Pyotr Ilyich - Valsa: Eugene Onegin

INTERVALO

-       Rimsky-Korsakov, Sergei Nakariakov - Abertura: A Noiva do Czar
-       Rossini, Gioacchino - Cruda Sorte!:  A Italiana em Algeria
-       Vinci, Leonardo - Vo Solcando Il Mar Crudele:  Artaserse
-       Mascagni, Pietro – Intermezzo - Cavalaria Rusticana
-       Offenbach, Jacques - Intermezzo e Barcarolle: Contos de Hoffman
-       Glinka, Mikhail – Abertura: Ruslan e Ludmilla
-       Bizet, Georges – Habanera: Carmen


Serviço | Concerto da OSRN
Data: 27 de maio de 2015
Horário: 20h
Local: Teatro Alberto Maranhão
Entrada gratuita.
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Fonte:  
Fundação José Augusto
Governo do Estado do Rio Grande do Norte
Assessoria de Imprensa - (84) 3232 5321
Isabela Santos - (84) 9916 1236

sábado, 23 de maio de 2015

Irlanda aprova casamento gay em referendo, dizem membros do governo

Representantes do governo e dos dois lados da campanha em torno do referendo
disseram neste sábado (23) que o casamento gay foi aprovado pela população irlandesa. A contagem das urnas, contudo, ainda não foi encerrada e um resultado oficial só deve ser divulgado à tarde.

Caso o 'sim' seja confirmado, a Irlanda será o primeiro país a legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo via voto popular, 22 anos após descriminalizar a homossexualidade. Em 2009, o país reconheceu os direitos de casais do mesmo sexo.

A emissora estatal RTE informou que a vitória deve ser por ampla margem. "Evidentemente houve uma impressionante vitória do 'sim'", disse à emissora David Quinn, diretor do Instituto Iona, um dos grupos católicos que lideraram a campanha contra a aprovação.

O ministro do governo Kevin Humphreys previu um "tsunami a favor do sim", com uma margem de dois votos para um do 'não'.

"As principais urnas já foram abertas. O 'sim' ganhou. E inclusive com uma vitória ampla em Dublin. Hoje estou muito orgulhoso de ser irlandês", disse o ministro de Igualdade Aodhan O'Riordain, em sua conta no Twitter.

O casamento gay é apoiado por todos os partidos políticos, grandes empresas e muitas celebridades da Irlanda, um país de forte tradições católicas e considerado um dos mais conservadores do oeste europeu. A união homossexual já é legalizada em diversos países europeus, incluindo França, Bélgica, Portugal, Holanda, Espanha, Suécia e Noruega.

Houve ainda um enorme interesse internacional, que fez a hashtag #VoteYes um dos tópicos de destaque no Twitter. Milhares de expatriados irlandeses voltaram ao país para participar do referendo, vindos tanto do Reino Unido, como de lugares distantes, como Nova York e Sydney, disseram grupos que incentivam o voto no "sim", usando a hashtag #hometovote.

"Este é um grande recado do povo da Irlanda para o resto do mundo de que este é o caminho do avanço", disse David Norris, que começou uma campanha pelos direitos dos gays nos anos 70.

A Igreja Católica, cuja doutrina ensina a homossexualidade como pecado, limitou sua campanha pelo 'não' aos sermões dentro das igrejas –ação mais discreta do que adotou diante de medidas similares na França, por exemplo.

Mais de 3,2 milhões de pessoas foram convocadas a responder sim ou não a uma emenda constitucional que afirma que "o matrimônio pode ser contraído em conformidade com a lei por duas pessoas, sem distinção de sexo". Segundo a imprensa local, a participação superou os 60%.
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Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2015/05/1632859-irlanda-aprova-casamento-gay-em-plebiscito-dizem-membros-do-governo.shtml
Fotografia: http://f.i.uol.com.br/fotografia/2015/05/23/514340-970x600-1.jpeg

quinta-feira, 21 de maio de 2015

STVBrasil participará da Semana da Mata Atlântica

A STVBrasil - Sociedade Terra Viva participará da Semana da Mata Atlântica, que acontece no
período de 27 à 30 de maio de 2015, em Porto Seguro, BA.

O evento é promovido é promovido pelo Ministério do Meio Ambiente em parceria com a Reserva da Biosfera da Mata Atlântica e Rede de ONG da Mata Atlântica e pretende discutir lições aprendidas e perspectivas de ações de conservação e recuperação da Mata Atlântica que contribuem para a mitigação e adaptação à mudança do clima.

As atividades acontecerão no campus Sosígenes Costa da Universidade Federal do Sul da Bahia e contarão com a participação de representantes de todo o país.

A STVBrasil integra o Conselho Nacional da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica, a Rede de ONG da Mata Atlântica e contará com o apoio do Ministério do Meio Ambiente e da Prefeitura de São José de Mipibu para sua participação no evento.

Assessoria de Comunicação da STVBrasil

Túmulos em alto mar

Caros amigos,

Os povos mais perseguidos de nosso planeta estão embarcando em verdadeiros "navios da morte" para fugir da violência e encontrar um lugar seguro para suas famílias. Em vez de responder com humanidade, porém, nossos governos estão fechando as fronteiras, deixando que essa gente morra de fome e se afogue no mar. 

O Mediterrâneo e mar de Andamão estão se tornando cemitérios. 

Mianmar está expulsando o povo da etnia Rohingya e, com isso, milhares de famílias estão à deriva no mar, impotentes, forçadas a beber sua própria urina porque haviam sido rejeitadas pela Malásia, Tailândia e Indonésia. Todas as semanas, cidadãos sírios e africanos também correm o perigo de morrer afogados na costa sul da Europa ao arriscar a travessia assustadora, tida como a última esperança de escapar de tortura, fome e traficantes. 

Estamos enfrentando a maior crise de refugiados desde a Segunda Guerra Mundial, mas até agora os governos estão permitindo que pessoas morram em meio a um clima crescente de xenofobia. Agora que a crise chegou, nossa comunidade tem uma oportunidade única de trocar a cultura do medo por uma onda de compaixão. 

Se cada um de nós fizer uma pequena doação agora, vamos ajudar a financiar operações de resgate no mar; criar uma equipe com foco em refugiados na Avaaz para apoiar essas missões e reassentamento; fazer pressão para forçar líderes políticos a abrir as fronteiras; e lançar anúncios para combater o racismo. 

Juntos, podemos ajudar no resgate de refugiados, como também no resgate de nossa humanidade comum. 

Se não agirmos rápido, o ano de 2015 pode vir a ser o ano da “gente dos barcos”! 

Comprometa-se com uma doação para lançarmos urgentemente a campanha de refugiados da Avaaz – a sua doação só será processada se arrecadarmos o suficiente para começar a salvar vidas: 



Os membros da Avaaz no Reino Unido já deram o pontapé inicial nesta campanha. O governo britânico permitiu que apenas 143 cidadãos sírios dentre 4 milhões de refugiados entrassem no país! Em resposta, mais de mil membros da Avaaz uniram forças para desafiar esta política vergonhosa e ofereceram ajuda para reassentar essas pessoas em suas próprias comunidades, exigindo que governos locais oferecessem, cada um, abrigo para 50 refugiados sírios. Quatro distritos já concordaram e esperamos que muitos outros façam o mesmo. 

Mas não se trata de um problema apenas do Reino Unido e da Síria. Quando as pessoas mais vulneráveis ​​do nosso planeta são tratadas como criminosas e largadas à morte, trata-se de uma crise de humanidade. Temos um plano com cinco ações fundamentais que a Avaaz pode implementar se arrecadarmos o suficiente juntos: 


  1. Apoiar organizações que estão bravamente resgatando refugiados no mar.
  2. Lançar flotilhas humanitárias, juntando barcos privados para auxiliar nas operações de resgate.
  3. Montar uma equipe focada em refugiados na Avaaz para pressionar os governos, a União Europeia e a Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN), exigindo operações de busca e salvamento eficazes e o aumento das vagas para refugiados.
  4. Apoiar grupos locais na Europa e no Sudeste da Ásia para prestar assistência a refugiados que chegam em centros de acolhimento e nas comunidades.
  5. Executar campanhas fortes em outdoors e anúncios em jornais para combater a cultura da xenofobia.

Trinta mil refugiados poderão morrer afogados apenas no Mediterrâneo neste ano. Estas famílias, que estão fugindo do terror e da miséria, têm como única opção escolher embarcar nestes barcos perigosos. Vamos unir forças para pôr um fim a tragédias no mar. Comprometa-se agora: 




Nossa comunidade é uma das únicas no mundo com milhões de cidadãos tanto nos países dos quais essas famílias estão fugindo quanto naqueles para onde tentam chegar em busca de vidas melhores. Nós já financiamos ações extraordinárias para enfrentar o vírus do ebola e apoiar o trabalho humanitário no Nepal. Agora vamos assumir essa emergência e catalisar a mudança com atos inspirados no amor e na bravura. 

Com esperança e determinação, 

Equipe Avaaz 
Blog desenvolvido por Haendel Dantas | Blog O Mipibuense 2009