quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

NOTA PÚBLICA


Em defesa da democracia

Desde os protestos de junho passado e as manifestações que se seguiram, desde os episódios de violência que ocorreram em meio a
algumas delas - restritos a um número mínimo de participantes -, vem se difundindo através de alguns órgãos da mídia e através do discurso de algumas autoridades a ideia de que a solução é o aumento da repressão. Desde o final do ano passado, discutem-se projetos de lei que permitam tipificar certas ações de protesto como "terrorismo", de modo a poder prender e condenar manifestantes que se "excedam". A preocupação em garantir um clima pacífico para os jogos (e os negócios) da Copa do Mundo é o pano de fundo para estas tentativas.

Para quem viveu na ditadura, ou para quem conhece um pouco da história do nosso país, parece que estão querendo ressuscitar a "Lei de Segurança Nacional". Estão querendo criminalizar o protesto. Estão querendo caracterizar manifestações como risco para a segurança dos/as cidadãos/ãs. Um dos elementos fundamentais da democracia é o direito à liberdade de expressão, de opinião, de manifestação. Um ambiente social pacífico não pode ser conquistado às custas deste direito.

Os/As cidadãos/ãs devem poder expressar suas reivindicações ou suas discordâncias, sem receio de que seu ato seja considerado um crime. E o Estado deve garantir as condições para que este direito seja exercido, assim como deve garantir segurança para a população e, portanto, impedir atos de violência. Isto deve ser feito na forma da lei e de maneira a não colocar em risco a vida das pessoas. O primeiro exemplo de respeito aos direitos deve vir do Estado, das forças de segurança. Do mesmo modo, o protesto por parte dos/as cidadãos/ãs deve ser pacífico - como foi até agora por parte de 99% dos/as manifestantes -, e a violência deve ser coibida.

O mundo não se tornou mais seguro depois do desencadeamento da "guerra ao terror" pelo governo Bush. Ao contrário, vários direitos civis foram violados e a liberdade das pessoas foi cerceada. A legislação nos Estados Unidos e em vários outros países se tornou mais repressiva, gerando um clima de tensão e de medo que muitos têm denunciado: entramos num caminho em direção a Estados "de exceção", a sociedades de controle - câmeras por toda parte, dados pessoais devassados, invasão de privacidade (de correio eletrônico, inclusive), policiamento ostensivo. Contrariamente à intenção divulgada, não ficamos mais seguros, estamos sob o olhar e a vigilância permanente do "Grande Irmão".

Não queremos isso aqui: lutamos muito para redemocratizar este país. Construímos uma Constituição Cidadã (1988) e o que desejamos é aprofundar a democracia conquistada para que ela seja efetivamente expressão da soberania popular, e falta um bom caminho para isso. Não queremos voltar atrás.

Os recentes acontecimentos, que resultaram numa tragédia lamentável - a morte do cinegrafista Santiago Ilídio Andrade -, não podem servir de pretexto para promover uma mudança em nossa legislação que a torne mais autoritária. A solução para a violência é mais democracia e não menos.

Também não podem servir para lançar uma "caça às bruxas" com acusações infundadas lançadas irresponsavelmente através de meios de comunicação. Nós temos exemplos suficientes em nossa história dos desastres que tais iniciativas podem produzir: acusações que, depois de acabar com a reputação de cidadãos/ãs, se evidenciam falsas.

E, procurando ir ao âmago da questão: por que tais manifestações? Por que tais protestos? Qual a resposta que as autoridades deram às "vozes das ruas"? Para dar um único exemplo, as planilhas de custos dos meios de transporte público foram abertas, tornadas públicas, para justificar os aumentos que foram (e estão sendo novamente) solicitados?

Antes de criminalizar manifestantes, que se procure responder às reivindicações dos/as cidadãos/ãs, que se abram canais de diálogo entre representantes e representados/as. E que se faça uma profunda reforma do nosso sistema político, para permitir que o povo seja realmente o soberano desta nação.

Direção Executiva da Abong

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

INSS inaugura sua sede no próximo sábado


Prefeitura anuncia a programação do carnaval 2014

A Secretaria Municipal de Cultura de São José de Mipibu, capitaneada pela secretária Kélia Serafim, anunciou a programação do carnaval 2014.

CARNAVAL 2014

Sábado
- DJ Fernando
- Stylo toa toa
- Barão de luxo

Domingo
- Fora de grife
- Márcio e Banda Fênix
- Banda Oxalá

Segunda-feira
- DJ Fernando
- Stylo toa toa
- Pegada boa

Terça-feira
- Marivaldo
- Vira Samba
- Márcio e Banda Fênix
- Os balas da Bahia

domingo, 16 de fevereiro de 2014

O bloco dos Desobedientes

Na mira das discussões sobre a violência nos protestos, quão violentos são os black blocs?


Há relação entre a morte do cinegrafista da Band e os black blocs?

A trágica morte de Santiago Andrade está sendo mobilizada para que medidas mais duras sejam tomadas para reprimir as manifestações e o Black Bloc em particular. Mas haveria alguma relação entre a morte do cinegrafista e os black blocs? Os dois manifestantes que assumiram a autoria do disparo do rojão já declararam que não participam do Black Bloc. Não obstante, o Black Bloc está no centro do discurso contra a violência nas manifestações. Mas de que forma e em que medida esses manifestantes são violentos?
A destruição de propriedade praticada pelo Black Bloc nasceu nos EUA a partir de um debate sobre os limites táticos da desobediência civil não violenta. A desobediência civil não violenta tinha se estabelecido como paradigma dos movimentos sociais daquele país desde a vitória do movimento pelos direitos civis nos anos 1960. A tática consistia em desobedecer a uma lei injusta e não reagir à violência do Estado que tentava defendê-la. Assim, no movimento pelos direitos civis dos negros, as imagens divulgadas pela imprensa de manifestantes de uma causa justa sofrendo a repressão violenta do Estado geraram indignação da opinião pública, que pressionou pelo fim da segregação racial.
Nos anos 1990, uma parte do movimento social norte-americano entendia que essa tática já não funcionava porque os meios de comunicação tinham se tornado insensíveis à violência policial. Sem a cobertura da violência da polícia, não havia como os ativistas sensibilizarem a opinião pública. Foi assim que alguns deles decidiram importar da Europa o conceito do Black Bloc (grupos de autodefesa dos movimentos sociais na Alemanha) e ressignificá-lo à luz do debate norte-americano.
Os black blocs nos Estados Unidos se voltaram então para a destruição de propriedade privada de grandes empresas transnacionais com o intuito de recapturar a atenção dos meios de comunicação e comunicar seu repúdio ao neoliberalismo, no contexto da luta contra os acordos de livre-comércio. É preciso enfatizar que havia o entendimento por parte deles de que essa destruição de propriedade não rompia totalmente com a tradição de não violência, já que a destruição era orientada a coisas e não a pessoas. Na verdade, a tática era frequentemente discutida na chave de uma intervenção autoexpressiva, na interface da política com a comunicação e a estética.
O sucesso parcial da tática, ao capturar a atenção da imprensa, fez com que ela se espalhasse pelo mundo. Aqui, a tática tem sido empregada já há alguns anos segundo os princípios estabelecidos pelos primeiros black blocs norte-americanos: não atacar pessoas nem destruir propriedade dos pequenos comerciantes. Até onde sei, há apenas duas pesquisas empíricas de maior fôlego sobre os black blocs no Brasil. Uma em São Paulo, conduzida pelos professores Rafael Alcadipani e Esther Solano e outra em Belo Horizonte, pelo sociólogo Rudá Ricci. Ambas apontam que os manifestantes do Black Bloc entendem que a tática utilizada por eles é não violenta e de caráter fundamentalmente simbólico; entendem também que o ataque a pessoas e pequenos comércios deve ser condenado.
É por esse motivo que vincular a morte de Santiago aos black blocs não faz sentido, assim como não faz sentido tratar como uma violência da mesma natureza a destruição de vidraças de bancos e o ataque violento a seres humanos, parta ele de manifestantes ou da própria polícia. Há pelo menos sete outros casos de cidadãos que, desde junho de 2013, morreram ao fugir de ataques da polícia a manifestantes. A imprensa quase não cobriu essas mortes - como se elas não existissem. Há, na verdade, uma gradação de destaque na cobertura dos protestos: em primeiro lugar, a violência dos manifestantes; em seguida, a destruição de propriedade; por último e nem sempre citados, a violência da polícia e a causa das manifestações. Essa desproporção está na raiz do fenômeno Black Bloc, que busca atrair a atenção dos meios de comunicação para comunicar uma insatisfação política.
A trágica morte de Santiago deve servir como oportunidade para refletirmos sobre a violência nos protestos, mas em todas as suas dimensões e expressões. A violência nas manifestações é um sistema no qual estão interligadas as ações dos manifestantes, a repressão policial e a cobertura dos meios de comunicação. O que menos se compreende é que o destaque desigual dado à destruição de propriedade, à violência dos manifestantes e à violência da polícia seja um elemento central do problema.
(Pablo Ortellado)
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Fonte: Estadão

A beleza do litoral potiguar


O pior telefonema que alguém poderia receber

Cara comunidade,




Milhares de habitantes do leste da África estão sendo raptados e torturados por mafiosos perversos do Sinai, no Egito, que exigem das famílias quantias absurdas pela liberdade dos seus parentes. Mas se mostrarmos às autoridades egípcias que esse escândalo não é mais um segredo, e que irá afetar a reputação turística da região, poderemos forçá-los a dar fim a este absurdo. Assine agora:

assine a peticao

Haben*, grávida de nove meses e acorrentada, foi espancada sem piedade pelos seus torturadores, que exigiram de seu marido um resgate de U$35 mil. Ela deu à luz algemada, ao lado de outras pessoas que tinham sido sequestradas como ela. E a única coisa disponível para cortar o cordão umbilical era um pedaço de metal enferrujado. É inacreditável que casos assim aconteçam em pleno 2014! 

Surpreendentemente, Haben sobreviveu. Ela é uma dentre milhares de habitantes da região leste da África que são raptados e torturados por traficantes na península do Sinai, no Egito, até que suas famílias paguem enormes quantias por sua liberdade. Se mostrarmos às autoridades do Egito que esse segredo nojento foi revelado, e que irá afetar a reputação turística da "Riviera do Mar Vermelho", poderemos acabar com as redes de tráfico e libertar estas pessoas da situação de escravidão. 

Cada hora a mais que estes homens, mulheres e crianças passem em cativeiro é tempo demais. Assine a petição agora e encaminhe para todos. Quando alcançarmos um milhão de assinaturas, a Avaaz vai fazer barulho na imprensa mundial para pressionar o Egito a tomar uma atitude:


Se conseguirmos acabar com o contrabando de pessoas na península do Sinai, uma das rotas maisconhecidas de tráfico de pessoas do mundo, poderemos atingir em cheio um mercado criminoso que mantém, por ano, cerca de um milhão de pessoas em cárcere.

E é possível. O governo do Egito tem a legitimidade e já está investindo os recursos necessários para acabar com os traficantes. E existem algumas maneiras de ajudarmos:

    • Unir forças com os países que enviam ajuda financeira ao Egito, e assim pressionar as autoridades egípcias;
    • Contratar anúncios publicitários tendo como alvo a premiada indústria de turismo do Egito;
    • Expor os principais traficantes de pessoas em uma série de campanhas nacionais da Avaaz na região;
    • Ajudar jornalistas a entrarem em campos de tortura para investigar se existe negligência por parte das autoridades.

    Vamos dar início a esta campanha unindo um milhão de vozes pelo fim do sofrimento causado pelo tráfico de pessoas. Assine agora e compartilhe com todos:


    Nossa comunidade já atuou diversas vezes para ajudar pessoas em situações terríveis. No ano passado, ajudamos a resgatar trabalhadores indianos que estavam sendo proibidos de sair do Bahrein. E ajudamos a fornecer comida e medicamentos para os civis na Síria, presos em meio a uma guerra. Agora podemos ajudar a libertar pessoas que estão sofrendo com a tortura no Egito.

    Com esperança e determinação, 

    Equipe da Avaaz 

    segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

    São José de Mipibu tem alto nível de problemas com crack

    CRACK É MAIS GRAVE EM 28 CIDADES

    Para policiais, delegados e demais gestores da segurança pública, a escalada da violência no interior do Estado está diretamente relacionada ao avanço do tráfico de drogas. O uso de entorpecentes acarreta uma série de problemas sociais que vão desde à própria violência ao desestruturamento familiar. Na atual conjuntura, o maior algoz da sociedade é o crack.

    A secretaria de Estado da Segurança  não apresenta dados oficiais sobre a presença da droga em terreno potiguar, mas o “Observatório do Crack”, da Confederação Nacional de Municípios (CNM), aponta um dado preocupante. Dos 167 municípios potiguares, 28 estão com o nível alto em relação aos problemas relacionados a circulação do crack. Outros 57 estão com o nível médio e 42 apresentam nível baixo. Os demais 40 municípios – entre eles, Natal – não responderam a pesquisa da CNM e não há registros atualizados sobre a presença da droga nesses locais. No Brasil, durante o período de 1960 até o início dos anos 1990, houve crescente proliferação do consumo de maconha e outras drogas químicas como o Ácido Lisérgico (LSD) e anfetaminas variadas. Com a repressão sobre a oferta dessas drogas, houve estímulo para o aparecimento de novos produtos obtidos por outros processos. Entre os produtos, surgiu o crack. Com poder devastador superior ao das demais drogas e preço mais acessível que a cocaína, por exemplo, a “pedra” se espalhou por todo país.

    Atualmente, segundo dados da CNM, a droga está presente em 98% dos municípios do país. O Ministério da Saúde (MS) já admitiu que a droga virou uma epidemia. Os dados apresentados no “Observatório do Crack” que alertam para nível alto de problemas em 28 municípios potiguares refletem apenas uma parte do problema. A CNM informa que as informações são repassadas pelos gestores de cada cidade após contato com as secretarias municipais de Ação Social e Saúde.

    Os dados são enviados diretamente no portal do Observatório através de login e senha cadastrado previamente. Para chegar ao índice de “alto”, “médio” ou “baixo” são contabilizadas e analisadas algumas variáveis. Entre elas, a presença de comitê municipal antidroga e a rede de assistência ao usuário. Número de homicídios e outros crimes também é contabilizado.

    “O município é responsável por responder o questionário e repassar as informações. Infelizmente, nem todos fazem isso”, informa a assessoria de imprensa da CNM. Devido à falha, pelo menos 40 municípios estão enquadrados no quesito “sem resposta” no Observatório. Nenhum município está classificado como “sem problemas”.

    O crack é uma substância derivada da cocaína, apresentada em forma de pedras, feita a partir da mistura da pasta base com diversos produtos químicos. É uma droga estimulante do sistema nervoso central, que causa o aumento da pressão arterial e aceleração dos batimentos cardíacos. O uso frequente pode provocar convulsões, parada cardíaca e levar à morte.


    CRACK

    Estudos revelam que o uso de crack altera quimicamente a parte do cérebro responsável pelo chamado “sistema de recompensa”. O uso da droga estimula um neurotransmissor químico conhecido como dopamina, que tem por função gerenciar um mecanismo de respostas químicas do corpo ao prazer. Naturalmente, a dopamina é liberada por células do sistema nervoso durante atividades prazerosas como comer ou fazer sexo. Em usuários do crack, a dopamina permanece estimulando as células, criando intensa sensação de euforia, que dura de 5 a 15 minutos. Após esse período, o usuário se deprime e desanima. Isso gera desejo de recuperar a sensação de prazer. 
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    Fonte: Tribuna do Norte

    MORADORES DENUNCIAM INSEGURANÇA PELAS REDES SOCIAIS

    Moradores de São José de Mipibu denunciaram, na noite deste domingo, 09, em bate-papo pela rede virtual social Facebook, disparos de arma de fogo nas imediações da rodoviária de São José de Mipibu.

    "Já começou o toq de recolher mais de 10 tiros..."

    De acordo com as conversas que circulam na rede virtual o fato é comum e ocorrem com certa frequência. Tanto que alguns internautas chegam a brincar com a situação.

    "Na verdade esses tiros sempre são na mesma casa ... na linha!!!"

    Pelo que se vê, os criminosos têm certeza da impunidade e o cidadão perdeu a confiança na segurança pública e na autoridade.

    "normal então, é so limpeza da arma kkkkkkkkkk"

    O que assusta é saber que na cidade de São José de Mipibu existe policiamento e que, mesmo diante de tão graves denúncias, o crime parece estar virando rotina.

    É preciso que as autoridades ofereçam respostas para conter a onda de violência e IMPUNIDADE que assola São José de Mipibu.
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    domingo, 9 de fevereiro de 2014

    Aniversário

    Desejamos feliz aniversário ao nosso querido Mizael Júnior.


    Mizaelzinho é filho do nosso saudoso amigo mipibuense Mizael Querino.
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    sábado, 8 de fevereiro de 2014

    O apocalipse da Internet?

    Cara comunidade Avaaz,




    Os Estados Unidos e a União Europeia estão à beira de dar às empresas mais ricas do mundo o direito de controlar o que todos nós vemos na Internet. É o apocalipse da Internet como conhecemos. Clique para se juntar ao maior apelo do mundo por uma Internet livre e democrática.

    assine a peticao

    O um por cento mais rico do mundo poderá controlar, para sempre, o que nós vemos na Internet. É o apocalipse da Internet como conhecemos, que vai eliminar a promessa democrática do acesso à informação por todos, como os fundadores da rede mundial de computadores imaginaram. 

    Unida, nossa comunidade se moldou baseada nessa visão democrática de Internet, utilizando-a para lutar contra a corrupção, salvar vidas, e levar ajuda para os países em crise. Mas os Estados Unidos e a União Europeia estão à beira de dar às empresas mais ricas do mundo o direito de mostrar os conteúdos que desejarem de forma mais rápida, enquanto bloqueiam ou diminuem a velocidade daqueles que não possam pagar para obter o mesmo destaque aos seus conteúdos. A habilidade da Avaaz de mostrar ao mundo imagens de jornalismo cidadão na Síria, ou promover campanhas para salvar nosso planeta, estão sob ameaça! 

    Decisões dos dois lados do Atlântico estão sendo tomadas nesse momento. Mas inovadores tecnológicos, defensores da liberdade de expressão e as melhores empresas da web estão lutando para que isso não ocorra. Se milhões de nós nos juntamos a eles agora podemos criar o maior apelo do mundo para uma Internet livre e democrática. Assine agora e compartilhe com todos:


    Até hoje, todas as melhorias na velocidade e no funcionamento da Internet beneficiaram a todos nós – se o ultra conservador Fox News de Rupert Murdoch conseguia um modo mais rápido de transmitir vídeos, isso também beneficiava a mídia independente que estivesse mostrando a realidade, por exemplo, na Ucrânia, na Síria ou na Palestina. Políticos deram a isso o nome de “neutralidade da rede” e leis que a protegiam existiam nos Estados Unidos até que um tribunal as derrubasse. Agora o Parlamento Europeu está ameaçando aprovar a regulamentação que dá aos provedores de acesso a Internet o direito de estraçalhar a web e controlar o que vemos, diminuindo a velocidade ou cobrando por sites que não paguem uma taxa. 

    Mas nós podemos impedir isso. Em primeiro lugar, levaremos um enorme número de assinaturas do mundo todo uma audiência pública que acontece hoje nos Estados Unidos e que decidirá sobre o restabelecimento da proteção à Internet. Depois, iniciaremos um poderoso grupo de pressão sobre o Parlamento Europeu para garantir que suas comissões ouçam a sociedade. Esse será o primeiro passo para vencer batalhas importantes ao longo dos próximos meses. 

    Provedores de Internet como Verizon e Vodafone estão fazendo forte pressão a favor de uma Internet para os ricos. E sem uma resposta massiva dos cidadãos eles poderão vencer, ameaçando todo o trabalho da nossa comunidade. A maior parte da nossa Internet está hospedada nos Estados Unidos e na Europa, de modo que somos todos afetados. Não temos tempo a perder. Clique para se juntar a nós agora:


    Quando nossa comunidade tinha menos da metade do tamanho que tem hoje, nós nos mobilizamos e ajudamos a acabar com o Acordo Comercial Anticontrafação (tratado ACTA) e interrompemos as leis conhecidas como SOPA (contra a pirataria na Internet) e PIPA (proteção do IP), que traziam  censura à Internet. Vamos agora nos unir e assegurar que aquilo que nos conecta permanecerá livre e aberto. 

    Com esperança, 

    Equipe da Avaaz 

    Parabéns!

    Desejamos felicidades ao amigo Andinho nesta data toda especial.


    Feliz aniversário!
    (Fotografia do Facebook do aniversariante)

    Orangotangos sob ataque

    Caros amigos e caras amigas,



    Os orangotangos do planeta estão por um fio, e cientistas dizem que não temos muito tempo antes de sua completa extinção. Um plano brilhante, no entanto, poderá salvá-los se todos nós contribuirmos com o que pudermos. 

    Um terreno que faz um “corredor” conectando dois habitats essenciais dos orangotangos nos pantanais da ilha de Bornéu está a um passo da destruição. Salvar esse terreno poderia significar a diferença entre a vida e a morte de incontáveis orangotangos, que necessitam de trechos contínuos de florestas e árvores para sobreviverem. ONGs preservacionistas e grupos locais anunciaram, corajosamente, que comprarão esse trecho de terra de modo a protegê-lo para sempre, mas para isso é necessário dinheiro suficiente para vencer as companhias famintas por lucro que desejam avançar sobre estas terras e destruí-las. 

    Esse é o momento para o qual a comunidade da Avaaz nasceu – nosso modelo único de arrecadação pode nos permitir o financiamento rápido desse santuário crucial e a criação de um fundo para defender outras regiões-chave ao redor do mundo. 


    Clique para contribuir com o que você puder, processaremos sua doação apenas se conseguirmos arrecadar dinheiro o suficiente para comprar o terreno:             

    SIM, DOAREI R$7 -- suficiente para proteger até 118m² do terreno

    SIM, DOAREI R$10 -- suficiente para proteger até 168m² do terreno

    SIM, DOAREI R$20 -- suficiente para proteger até 336m² do terreno

    SIM, DOAREI R$25 -- suficiente para proteger até 420m² do terreno

    SIM, DOAREI R$50 -- suficiente para proteger até 840m² do terreno

    Para doar outra quantia, clique aqui.

    Orangotangos estão entre nossos parentes mais inteligentes e empáticos – o significado de seu nome é “pessoa da floresta” em malaio. Eles gastam 90% do seu tempo perambulando e escalando árvores (a envergadura dos braços de um macho pode chegar a mais de dois metros!) – ou mesmo dormindo no alto de copas de árvores frondosas que fazem de ninhos, usando as grandes folhas das árvores como se fossem guarda-chuvas quando chove. No entanto, com o aumento da demanda de óleo de palma para foguetes e a destruição de mais e mais florestas pelas empresas, suas casas estão literalmente desabando como peças de dominó.

    Permitir que nossos orangotangos morram significa não apenas perder uma das criaturas mais majestosas do planeta para sempre, mas também permitir a mudança de todo o ecossistema das florestas tropicais que habitam. Enquanto andam pela floresta comendo frutas, os orangotangos espalham as sementes mata adentro, colaborando para que toda a floresta permaneça saudável e forte.

    Em Bornéu, onde 80% do habitat dos orangotangos já foi destruído, mesmo o menor pedaço de terra pode fazer uma enorme diferença, já que pode ligar trechos remanescentes de floresta protegidos. É por isso que esse projeto para salvar os orangotangos é tão relevante: ao conectar uma reserva florestal com um santuário da vida selvagem, podemos utilizar ao máximo cada centavo arrecadado. 

    Clique para doar – se arrecadarmos dinheiro o suficiente poderemos dá-lo aos grupos locais para que comprem o terreno – e criar um fundo para dar respostas rápidas a momentos em que a defesa da vida selvagem é urgente:             

    SIM, DOAREI R$7 -- suficiente para proteger até 118m² do terreno

    SIM, DOAREI R$10 -- suficiente para proteger até 168m² do terreno

    SIM, DOAREI R$20 -- suficiente para proteger até 336m² do terreno

    SIM, DOAREI R$25 -- suficiente para proteger até 420m² do terreno

    SIM, DOAREI R$50 -- suficiente para proteger até 840m² do terreno

    Para doar outra quantia, clique aqui.

    Por diversas vezes a comunidade da Avaaz se uniu para proteger florestas e espécies muito ameaçadas, da floresta amazônica no Equador e no Brasil até elefantes, rinocerontes e leões ameaçados pela caça ilegal no continente africano. No ano passado, aproximadamente 1,5 milhão de nós nos unimos em um apelo ao governo da Indonésia para proteger sua preciosa população de orangotangos. Agora, nós temos a chance de fazer a diferença de modo expressivo na Malásia, antes mesmo que mais um precioso orangotango morra. 

    Com esperança e determinação,

    Equipe da Avaaz

    A colonização da subjetividade


    Retratação

    A edição dO Mipibuense  vem apresentar retratação aos senhores Joaquim Tomé Ribeiro, Francialdo Cassio da Rocha, Jose Jeomar Leandro da Silva, Maria da Luz M Dias e Marcelo Dantas de Medeiros, que sentiram-se ofendidos em razão de matérias publicadas neste espaço virtual e esclarecer o que segue.

    Os acima mencionados são servidores públicos da rede municipal de educação e pessoas de boa índole e ilibada conduta.

    A Edição

    sábado, 1 de fevereiro de 2014

    O beijo que entrou para a história

    A rede Globo de TV se superou ao exibir, em horário nobre, o primeiro beijo gay da história da TV brasileira.

    Na verdade, nenhuma novidade na vida social do povo brasileiro, mas, para além do drama novelesco, diga-se de passagem muito bem representada pelos atores globais Mateus Solano (Félix) e Thiago Fragoso (Niko), o BEIJO foi o marco da teledramaturgia brasileira. Um tapa na cara da hipocrisia do falso moralismo e da homofobia fundamentalista que ainda sobrevivia as custas da omissão de muitos.

    A noite da última sexta-feira, 31, foi comentada em nível mundial e aplaudida pelas forças do bem como uma homenagem a liberdade de cada indivíduo e de tantos e tantas que sofriam com o medo de ser feliz como são, na sua essência.

    Salve o Beijo Global! Salve a liberdade de cada um ser como bem entender e a beleza de viver plenamente!

    STVBrasil
    Sociedade Terra Viva

    13 anos de luta pelos direitos de nossa gente

    terça-feira, 28 de janeiro de 2014

    Padre Josenildo, um verdadeiro líder religioso que sabe honrar o nome da Igreja Católica.


























    Diretores da STVBrasil - Sociedade Terra Viva em encontro com o Padre Josenildo, o nome mais aclamado pelo povo mipibuense na atualidade e líder nato que sabe, como ninguém, dialogar e aproximar as pessoas.
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    segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

    Parabéns Pedro Augusto: o mais novo Engenheiro Florestal.


































    "Ele imaginava que era rei, soldado, herói, pirata e domador.
    Era o que queria ser, porque era um sonhador..."
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    domingo, 26 de janeiro de 2014

    O vice levou outro frango...




























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    Charge publica na Tribuna do Norte
    Blog desenvolvido por Haendel Dantas | Blog O Mipibuense 2009