quarta-feira, 18 de novembro de 2015

RN Criativo oferece a oficina “A produção em Dança – Dança Contemporânea, Dança Classica e Popular”



O RN Criativo em parceria com o Grupo Gira Dança oferece a oficina A produção em Dança – Dança Contemporânea, Dança Classica e Popular a partir da metodologia de Ângelo Madureira e Ana Catarina Vieira. Participação de Celso Filho. A atividade acontece dias 26, 27 e 28.11, das 9h às 12h, no IFRN da Cidade Alta (nas salas de teatro e dança da instituição).

Interessados podem fazer as inscrições pelo e-mail: cursos.rncriativo@gmail.com, informando na ato da inscrição os sequintes dados: nome completo, número de celular, CPF e especificar sua área de atuação no audiovisual, experiência no uso do equipamento, e qual a expectativa para o curso.

A oficina irá abordar questões praticas e teóricas que envolvem o processo de construção de uma linguagem baseada na mistura das linguagens do Balé Classico da Dança contemporânea, e a dança popular ao longo de 15 anos de percurso da dupla Ângelo Madureira e Ana Catarina Vieira.
A aplicação desta metodologia será feita absorvendo o processo de produção executiva, desenvolvido entre os o grupo e a Companhia Giradança. A oficina tem como objetivo também fazer um panorama da produção em dança enfatizando a circulação de companhias e grupos de dança no Brasil

Mais informações:
RN Criativo
Fundação José Augusto
Governo do Estado do Rio Grande do Norte
Assessoria de Comunicação e Marketing
Dênia Cruz Sckaff - 84.98881-8828 / 3201-8965
https://www.facebook.com/rncriativo

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Dilma: traga o Brasil que conhecemos de volta!



Queridos amigos,

São tempos difíceis para nós, brasileiros. Corrupção, falta de água, crise financeira, rompimento da barragem em Minas: tudo isso nos deixa um pouco desolados. Mas o combate às mudanças climáticas pode trazer um pouco de esperança sobre nosso futuro, além de restaurar nossa imagem no cenário internacional.

Pode parecer exagerado, mas somos um dos poucos países em desenvolvimento que conseguiram cortar a emissão de carbono e proteger nossas florestas. Nosso governo apóia o fim das fontes de energia “sujas”, não-renováveis, que estão acabando com a nossa atmosfera. Um acordo na Cúpula do Clima em Paris (COP21), que acontece dentro de poucas semanas, pode transformar isso em regra no mundo todo. Mas tudo pode ir por água abaixo por causa de um impasse: países mais pobres afirmam que, se não tiverem acesso a fontes de financiamento que garantam a tecnologia necessária, não poderão se comprometer com esse acordo.

A única coisa que pode fazer a diferença é Dilma usar o encontro deste fim de semana com 20 dos líderes mais poderosos do mundo para pressionar por uma solução e conseguir o financiamento que vai garantir o acordo. Mas ela só o fará se perceber que não pode ignorar o assunto. Assine agora para convencer Dilma que ela precisa agir como mediadora nesta negociação, mostrando o Brasil que conhecemos:

https://secure.avaaz.org/po/finance_100_clean_c_br/?bnuPLab&v=67851

Os países industrializados já se comprometeram a contribuir com US$ 100 bilhões por ano para os países mais pobres até 2020. Embora as contribuições estejam aumentando constantemente, estes países afirmam que não vão assinar o acordo de Paris (COP21) caso não haja garantia de continuidade e expansão desses financiamentos após 2020. Segundo cientistas, as catástrofes climáticas devem piorar a partir daquele ano.

Apesar de os países desenvolvidos alegarem não ter mais dinheiro para oferecer às populações vulneráveis, de acordo com o Fundo Monetário Internacional vários deles gastam mais em subsídios para combustíveis fósseis do que em saúde: inacreditáveis US$ 10 milhões por minuto! Vamos expor essa mentira e dar um novo ânimo às negociações.

Nosso governo já apresentou metas positivas para as negociações sobre o clima, incluindo um compromisso com a "descarbonização" da economia e a redução do desmatamento. Por isso, ao encontrar nessa semana com representantes das 20 maiores economias do mundo, o Brasil está em posição privilegiada para pressionar por ajuda financeira de longo prazo.

https://secure.avaaz.org/po/finance_100_clean_c_br/?bnuPLab&v=67851
Há anos nossa comunidade trabalha para livrar o mundo da energia suja. Agora, com o acordo de Paris, estamos mais próximos do que nunca de alcançar esse objetivo. Nosso trabalho funciona: vamos fazer de tudo nesta reta final para forçar os países ricos a fazerem a sua parte e conduzir o planeta em direção a um futuro seguro.

Com esperança e gratidão a toda a comunidade,

Equipe da Avaaz

terça-feira, 10 de novembro de 2015

PROMOÇÃO ESPECIAL DE SOMBRINHAS GUARDA-CHUVA

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SOMBRINHAS GUARDA-CHUVA

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Bazar Terra Viva
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sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Banda KOMODO (hoje na CIENTEC UFRN)







































Rock do bom, Banda KOMODO, na CIENTEC.


Hoje, 23/10, 21 horas, no auditório da Escola de Música da UFRN.

Show 100% FREE (0800)
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quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Delator revela encontros na casa de Eduardo Cunha para cobrar propina atrasada

Fernando ‘Baiano’ Soares, apontado como um dos operadores de propinas na Petrobrás ligado ao PMDB, descreveu aos investigadores da Operação Lava Jato, em sua delação premiada, como acertou com o presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), estratégias para pressionar o lobista Julio Gerin Camargo a pagar US$ 16 milhões em propinas atrasadas, relativas a contratos de construção de navios-sonda da Petrobrás. Segundo Baiano, foram reuniões na casa e no escritório do presidente da Câmara, no Rio, ocorridas entre 2010, na época de campanha eleitoral, e 2011.

“Entrando pela portaria principal do condomínio, virando à esquerda, acredita que seja a quarta casa da rua, sendo uma casa amarela, com alguns detalhes em branco”, disse Fernando Baiano, ao descrever aos procuradores e delegados da Lava Jato um dos primeiros encontros que teve com o peemedebista na residência do parlamentar. “Na Barra da Tijuca, no Condomínio Park Palace.”

Neste endereço, Fernando Baiano diz que foi selado o acordo entre ele e Eduardo Cunha para o uso de requerimentos oficiais da Câmara dos Deputados como forma de pressionar o lobista Julio Camargo a pagar a propina atrasada.

O dinheiro era referente à contratação de um dos dois navios-sonda (Petrobras 10000 e Vitoria 10000) da Samsung Heavey Industries, da Coreia, em parceria com o Grupo Mitsui, do Japão. Os negócios fechados entre 2006 e 2007, pela Diretoria de Internacional da Petrobrás – cota do PMDB no esquema de fatiamento político da estatal, que inclui ainda PT e PP – envolveram US$ 35 milhões em propina. Desse valor, US$ 5 milhões teriam ido para as contas secretas de Eduardo Cunha, na Suíça, ou disponibilizados em recursos, doações a uma igreja e horas de voo em um jato.

“É uma casa de dois andares, sendo uma casa aparentemente espaçosa”, contou Fernando Baiano, buscando na memória detalhes dos encontros que teve com o presidente da Câmara. “Na casa de Eduardo Cunha, ao adentrar, o escritório onde se reunia com ele (Fernando Baiano) ficava na primeira porta do lado esquerdo, razão pela qual não teve muito contato com o restante da residência.”

TRECHO DELAÇÃO 3 SOBRE CASA EDUARDO CUNHA

































As declarações de Baiano foram prestadas no dia 10 de setembro de 2015, à Procuradoria Geral da República, nos inquéritos que correm no Supremo Tribunal Federal (STF). Parte delas, como esse termo de número 3, foram também anexados aos autos da Lava Jato, em Curitiba – onde estão processos que envolvem alvos sem foro privilegiado.

Eleições. A primeira reunião descrita pelo lobista na residência de Cunha teria ocorrido no segundo semestre de 2010, quando o presidente da Câmara era um dos candidatos a deputado federal pelo PMDB do Rio. “Nesta reunião o depoente (Fernando Baiano) explicou a Eduardo Cunha que tinha feito duas reuniões com Julio Camargo, assim como alguns contatos telefônicos, mas que Julio ainda estava buscando ganhar tempo, ’empurrando com a barriga'”, registra a força-tarefa da Lava Jato, no termo de delação número 3 do lobista do PMDB.

O lobista relatou que “como estava no auge da campanha eleitoral, Eduardo Cunha disse que naquele momento não tinha como gastar tempo com aquilo, mas que iria pensar em algo e voltaria a falar” com Baiano ‘oportunamente’.

Pós-eleição. O desfecho da história, que tem interesse crucial para os investigadores da Lava Jato, teria ocorrido no primeiro semestre de 2011. “Só voltou a falar com Eduardo Cunha após as eleições, oportunidade em que esteve no escritório dele para parabeniza-lo pela reeleição”, conta Fernando Baiano.

Uma nova reunião na casa do presidente da Câmara, no Rio, veio a acontecer em março de 2011, diz o delator. “Nesta reunião, o depoente (Fernando Baiano) perguntou se não poderia ser retomado o assunto de Julio Camargo e o que Eduardo Cunha poderia fazer algo”, registrou o delator. Ele propôs então que a cota de 20% da dívida de propina que seria dada para Cunha seria elevada para 50%, em contrapartida a uma “pressão mais forte, como uma reunião em que ele estivesse presente ou outra coisa do tipo”.

Seriam US$ 16 milhões, sendo que parte disso já comprometida com a corrupção de agentes públicos da Petrobrás, como Nestor Cerveró e Eduado Musa – delator da Lava Jato. “Eduardo Cunha disse que iria pensar em alguma forma mais efetiva de cobrar Júlio Camargo, pois se fizesse uma reunião com ele, pressionasse e não tivesse resultado, ficaria ruim”, explicou Fernando Baiano.

TRECHO DELAÇÃO 3 SOBRE REQUERIMENTO CUNHA

Solução parlamentar. O lobista atribui ao presidente da Câmara a saída encontrada por eles para pressionar com efetividade o representantes das multinacionais que construíram os dois navios sondas, usando a ex-deputada Solange Almeida (PMDB-RJ), como autora do pedido.

“Tempo depois, por volta de abril de 2011, Eduardo Cunha mandou uma mensagem, pedindo para o depoente se encontrar com ele no escritório do Rio de Janeiro de Eduardo Cunha”, registra a Procuradoria.

“Nesta reunião Eduardo Cunha disse que havia tomado a decisão de fazer um requerimento na Comissão de Fiscalização da Câmara pedindo explicação sobre os negócios de Julio Camargo.”

Pistas. Os investigadores da força-tarefa da Lava Jato têm elementos suficientes para apontar o envolvimento de Cunha no esquema de corrupção na estatal. O relato do lobista Fernando Baiano, que está preso desde dezembro de 2014, em Curitiba – sede das investigações – traz elementos, como os registros do condomínio, sobre esses supostos encontros narrados na delação.

“Há uma câmera logo que se chega, apontada para dentro do veículo”, afirmou Fernando Baiano. “Após anotar a placa, se questiona qual seria o destino e então era feita uma ligação pelo funcionário da guarita para a casa de Eduardo Cunha, pedindo autorização para entrar”, explica o delator aos investigadores, que buscam pistas de registro dos encontros.

O presidente da Câmara negou repetidas vezes o recebimento de propinas no esquema Petrobrás. O PMDB tem reiterado que jamais autorizou qualquer pessoa a agir em nome do partido.
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Fonte: Estadão

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Edital de cordéis tem inscrições prorrogadas



A Fundação José Augusto publicou no Diário Oficial do Estado nesta quarta-feira (21) portaria que prorroga as inscrições para o edital da Coleção Chico Traíra. Os poetas populares poderão enviar seus cordéis até o dia 20 de novembro.

O Governo do Estado do Rio Grande do Norte, por meio da Fundação José Augusto, abre inscrições para o edital de cordéis da Coleção Chico Traíra de 2015, nesta terça-feira (6). Cada autor pode participar com apenas uma proposta. Os poemas devem ser entregues na FJA (Rua Jundiaí, 641 - Tirol, em Natal) até o dia 20 de outubro, de segunda a sexta-feira, exceto feriados, das 7h às 13h.

O texto deve estar em cópia impressa e em um CD ou pendrive com o nome do autor, mais uma pequena biografia (com no máximo 10 linhas), além dos anexos preenchidos e termo de entrega e compromisso.

Doze títulos serão escolhidos. Destes, pelo menos três serão de mulheres cordelistas. Em caso de a cota não ser atingida, a comissão de análise selecionará outros trabalhos, preenchendo o que prevê o edital. Métrica, rima, coerência do texto e ritmo serão analisados pela comissão avaliadora, que é formada por Jorge Rodrigues da Silva, Aucides Bezerra de Sales e Paulo Varela.  

A ideia é estimular e apoiar a produção potiguar desse gênero literário, bem como divulgar e valorizar o trabalho dos poetas populares norte-riograndenses.  Cada cordel premiado terá uma tiragem de mil exemplares (30% fica na FJA, 10% são para o xilogravador e 60% para o escritor).
Fundação José Augusto
Governo do Estado do Rio Grande do Norte
Assessoria de Imprensa - (84) 3232 5321
Isabela Santos - (84) 9916 1236
www.cultura.rn.gov.br
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