domingo, 6 de março de 2011

UMA ESPONJA DE PÓ

Temendo as fortes pressões que vêm sendo exercidas sobre o governo municipal, a papagaia de pirata reduzida passou a bola para o vice-bola murcha, para que este defectível pudesse inocentemente assumir a função do saco de pancadas oficial.

Patentemente inebriado pelo poder ele, recentemente, aprova lei municipal que determina que o nível de intensidade do som na cidade  não pode extrapolar os limites dos 70 decibéis. O que impõe, por consequência do rigor da lei, a probição de praticamente qualquer tipo de som na cidade. Portanto, proibindo, até mesmo, o que aconteceu na noite do primeiro dia de carnaval provinciano. Uma equipe da STVBrasil esteve nas imediações do local e registrou, através de decibelímetro, mais de 90 decibéis de som sendo produzidos pelas bandas que animavam a festa.

Ainda na quinta-feira, 03, pela manhã, servidores da prefeitura telefonaram para denunciar um carro de som  pertencente a indústria local, que estava circulando pelo centro da cidade com som tão alto que impedia as pessoas de trabalharem em suas salas. 

Devemos observar que, além da prefeitura, temos alí, nas imediações, pelo menos 03 escolas, 02 unidades hospitalares, além de empresas e residências que necessitam de paz e tranquilidade para trabalharem. Até este momento não se sabe por que cargas dagua a secretaria de 1/2 ambiente e nem tampouco o vice-bola murcha tomaram qualquer providência.

É fato que estamos em total abandono governamental há muito tempo e que a crise tende a se agravar. Quanto ao s gestores, o que se vê são paliativos e placebos regados pela agua benta do anjo do mal, na tentativa de manter-se nas benesses do poder e massacrar qualquer um(a) que ouse falar a verdade. Assim o foi na inquisição, nas guerras santas e na guerra santa atual que criou o apartheid religioso em São José de Mipibu e tenta impor a vontade de um desequilibrado sobre a votade coletiva de todo o Povo.

Estes fatos já revelam, para os bons entendedores, que a tal cartinha  oficial que o vice-defectível fez publicar sobre o problema das calçadas ocupadas é, realmente, mais uma marmota oficial. Na verdade, uma esponja de pó compacto que a galega reduzida mandou o vice aplicar nas nossas bochechas.

2 comentários:

Anônimo disse...

Isso tudo sobre os cocos é verdade. Quando eles não estão perturbando em São José, estão perturbando na praia. Querem sempre fazer o maior barulho. Barulho! Porque quem gosta e entende de música não houve tão alto. São os típicos "amostrados". Tem gente que tem 30 vezes mais dinheiro do que eles e curtem a vida sem atrapalhar as dos outros...Mas agente entende...Eles não teriam como se destacar se não fosse dessa forma. Assim só aumente a impopularidade.

Anônimo disse...

DONO DA FÁBRICA POLUIDORA LEVA MURRO NO CARNAVAL
No penultimo dia de carnaval na praia de Camurupim houve uma discussão entre os cocos e vizinhos devido ao som perturbador do trio P... C... A barulheira dava para se ouvir de uma praia a outra. Os vizinhos pediram para o chefe cocos diminuir o volume do carro de som. Mas como eles gostam de confusão, aumentaram mais ainda. Quem estava lá relatou que o dono da fábrica poluidora levou um soco de um dos vizinhos. Bem feito!!!Isso mostra que essse Cocos não estão preparados para administrar Mipibu. Vai tratar todos com porrada, ameaça e humilhação.

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